Chamado de Kallyhute, o mascote será responsável pela integração dos povos indígenas e visitantes do I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas que começa no dia 23 de outubro em Palmas, Tocantins. Evento conta com o apoio do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD).

Mascote Kallyhute será responsável pela integração dos povos indígenas e visitantes dos jogos. Foto: dos I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas
O desenho de uma criança indígena que começou com uma brincadeira e foi se aperfeiçoando até formar “uma criança que não teria uma definição de um povo, mas a importância de significar todos os povos dentro dos jogos indígenas”. Essa é a descrição de Kallyhute, mascote dos I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, segundo seu criador, também o idealizador dos jogos, Carlos Terena.
Kallyhute, segundo Terena, significa, na língua aruaque, humano de pequena estatura, e representa a criança guerreira, trazendo aos jogos a pureza e dádiva que a vida das crianças representa em uma aldeia. Para criar o esboço do mascote, Terena realizou um trabalho detalhado para escolhe representações físicas e adornos de diversos povos indígenas.
A duas semanas dos jogos, as expectativas agora são as melhores possíveis. “Das aldeias onde fui, dos indígenas que vão participar dos jogos aqui no Brasil, a expectativa é muito grande, eles estão se preparando muito mesmo”, completa Terena.
A abertura dos I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas acontece no próximo dia 23, em Palmas, capital do Tocantins. Na ocasião, atletas de 23 etnias indígenas brasileiras e povos de 22 países estarão reunidos para celebrar a cultura indígena. Junto deles, a criança guerreira estará presente em cada jogo, representada pelo mascote Kally. O evento conta com o apoio do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD).