“Temos que parar a doença, reduzir as transmissões, acabar com a crise, proteger as comunidades, evitar mortes futuras”, afirmou Banbury.

Chefe da UNMEER em visita a Guineia, um dos países com mais casos de ebola. Foto: UNMEER/Ari Gaitanis
“Temos que parar a doença, reduzir as transmissões, acabar com a crise, proteger as comunidades, evitar mortes futuras”, afirmou Banbury.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que é possível utilizar exames que precisam entre 2 e 6 horas para testar o ebola com um custo de 100 dólares, mas que não estão disponíveis na região, que conta com recursos limitados.
“Nossos esforços estão sendo dificultados por testes de diagnóstico pesados, lentos e complexos, que impõem uma série de desafios logísticos adicionais, incluindo um alto nível de biossegurança laboratorial e pessoal experiente na utilização de máquinas sofisticadas”, afirmou, nesta terça-feira (11) a porta-voz da OMS, Fadela Chaib.
De acordo com estatísticas da OMS de uma semana atrás, foram informados mais de 13 mil casos de ebola em oito países desde o surto começou. Cerca de 5 mil pessoas morreram.