O Impacto Acadêmico das Nações Unidas, em parceria com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, lançou o desafio Solve, na busca de soluções para educação de refugiados, emissão de carbono e doenças crônicas. As inscrições estão abertas até o dia 20 de janeiro de 2017.

O Impacto Acadêmico das Nações Unidas, em parceria com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, lançou o desafio Solve, na busca de soluções para educação de refugiados, emissão de carbono e doenças crômicas. É uma iniciativa que tem por objetivo reunir pessoas de diferentes áreas para a criação de soluções e projetos que respondam aos problemas mais difíceis do mundo. Solve ajudará a transformar inspiração e experimentação em ação, com implementação em escala, orientação e retorno.
Os desafios são:
Educação para Refugiados (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável/ODS 4): Como podemos melhorar o aprendizado de refugiados e deslocados com menos de 24 anos?
Contribuições de Carbono (ODSs 9, 12, 13, 15): Como indivíduos e empresas podem diminuir as contribuições de carbono?
Doenças crônicas (ODS 3): Como podemos ajudar as pessoas a prevenir, detectar e tratar doenças crônicas, especialmente em lugares com recursos limitados.
Os desafios Solve estão abertos a qualquer pessoa que tenha uma grande ideia para resolver estes problemas, incluindo estudantes, pesquisadores, programadores e desenvolvedores, pessoas trabalhando com startups de tecnologia, empreendedores sociais, ativistas e inovadores e quem mais queira contribuir com uma solução.
As inscrições estão abertas até o dia 20 de janeiro de 2017. Os selecionados para a final serão convidados para defender suas ideias na sede das Nações Unidas em março de 2017 para um júri formado por representantes do MIT, empresas de tecnologia e organizações de bens sociais. O resultado deve ser anunciado em maio.
Para participar, clique aqui.
Projeto – Solve está centrado em quatro pilares:
Aprendizado – prover acesso de qualidade a todos até 2050, em todos os lugares onde alguém queira aprender;
Cura – impulsionar inovação de cuidado em saúde e pesquisa médica para fazer com que o cuidado médico seja disponível de forma universal e acessível;
Combustível – dobrar a produção de energia e alimentos e reduzir à metade as emissões de carbono até 2050, construindo um caminho para zero emissão de carbono até o fim do século;
Ação – proporcionar infraestrutura e oportunidade econômica para manter uma população mundial de cerca de 10 bilhões de pessoas em 2050.