Instituições internacionais e representantes de prefeituras de oito países de diferentes continentes se reuniram nesta semana, em São Paulo, para debater a estratégia de Cidades Solidárias da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).
O objetivo foi reconhecer os esforços e as dificuldades que diferentes cidades globais têm vivenciado, e discutir critérios para fortalecer os mecanismos de proteção e integração de pessoas refugiadas, deslocadas internas e apátridas, propiciando assim as diretrizes para o reconhecimento de Cidades Solidárias.

Representantes de instituições internacionais e profissionais de diferentes cidades globais realizam visita ao Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (CRAI), em São Paulo. Foto: ACNUR/ Miguel Pachioni
Instituições internacionais e representantes de prefeituras de oito países de diferentes continentes se reuniram nesta semana, em São Paulo, para debater a estratégia de Cidades Solidárias da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).
O objetivo foi reconhecer os esforços e as dificuldades que diferentes cidades globais têm vivenciado, e discutir critérios para fortalecer os mecanismos de proteção e integração de pessoas refugiadas, deslocadas internas e apátridas, propiciando assim as diretrizes para o reconhecimento de Cidades Solidárias.
A cidade de São Paulo, que sediou a reunião iniciada na última terça-feira (25), apresenta uma série de iniciativas que integram boas práticas de aceso à estrutura pública de saúde e educação, abrigamento e serviços especializados, como os prestados pelo Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (CRAI).
Os participantes visitaram a estrutura do CRAI para conhecer de perto os serviços de suporte jurídico, apoio psicológico e oficinas de qualificação profissional que o centro oferece para pessoas em situação de refúgio e imigrantes.
São cerca de 450 pessoas atendidas mensalmente, muitas das quais utilizam mais de um serviço prestado pelo CRAI e também dos demais equipamentos e serviços municipais de apoio à esta população, como os centro de acolhida exclusivos, cursos de português e oficinas profissionalizantes.
A Lei 16.478/16 é uma importante política municipal voltada para a população refugiada e imigrante que consolida os direitos e fortalece a prestação de serviços que integram as pessoas à nova sociedade.