Segundo a imprensa, pelo menos 1.200 pessoas foram mortas. A ONU estima que 2,5 milhões de pessoas necessitem de ajuda alimentar imediata e pede doações.

Uma das áreas por onde passou o supertufão Haiyan. Foto: site do PMA
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas está trabalhando em estreita colaboração com o governo das Filipinas para coordenar os esforços de ajuda de emergência, na sequência de um supertufão que promoveu estragos na parte central do país na sexta-feira (8).
Segundo o governo, pelo menos 100 pessoas foram mortas. A Cruz Vermelha, no entanto, afirmou que mil pessoas tenham sido mortas em Tacloban e 200 na província de Samar, elevando o número total para 1.200.
O tufão Haiyan, conhecido localmente como Yolanda, atingiu a costa sudeste a 600 quilômetros de Manila na sexta-feira (8) pela manhã (horário local). O fenômeno, classificado como supertufão pela sua velocidade, chegou a mais de 330 quilômetros por hora e deixou outras centenas de pessoas feridas, além de um rastro de destruição.
A agência da ONU estima que cerca de 2,5 milhões de pessoas necessitam de ajuda alimentar imediata na sequência do tufão.
O PMA vai participar de uma avaliação inicial liderada pelo governo a partir deste domingo (10). Com base nos resultados, a agência da ONU fará mais avaliações aprofundadas em áreas prioritárias, a fim de determinar a extensão das necessidades de assistência alimentar.
O governo das Filipinas já tem pré-posicionados suprimentos de emergência nas áreas ao longo do caminho do tufão e realizou evacuações preventivas.
Representantes do PMA nas Filipinas reuniram-se com o órgão do governo que lidera as operações de socorro na quinta-feira (7), discutindo as prioridades dos esforços de socorro e oferecendo apoio às atividades de resposta ao desastre.
Segundo relatos da imprensa, este foi um dos fenômenos mais violentos a atingir terra firme da história. Após passar sobre o centro e o sul das Filipinas, Haiyan seguiu sobre o Mar do Sul da China em direção ao Vietnã.
Ainda segundo a imprensa, mais de 200 mil pessoas já lotaram abrigos no Vietnã e soldados ajudaram a reforçar casas vulneráveis antes da chegada do Haiyan ao país, prevista para este domingo (10).
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