Agência da ONU retrata dia a dia dos refugiados em uma das regiões mais remotas do Sudão do Sul

Por meio de imagens, funcionária do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados relata o cotidiano do campo de Yida, que em setembro de 2012 já era o lar de 65 mil refugiados vindos das Montanhas de Nuba.

Em suas bicicletas, homens esperam pela distribuição de comida em Yida. Veículos ajudam no transporte de sacos de milho e ervilha. (©ACNUR/ K. Mahoney)

Em 2011, milhares de pessoas deixaram o estado de Kordofan do Sul, no Sudão, em busca de segurança no campo de refugiados de Yida, no vizinho Sudão do Sul. Em setembro de 2012, Yida já era o lar de 65 mil refugiados vindos das Montanhas de Nuba.

Localizado em um dos lugares mais remotos do Sudão do Sul, o campo de Yida ficou praticamente ilhado durante a última temporada de chuvas. Muitas estradas que dão acesso ao campo ficaram intransitáveis, dificultando o acesso dos refugiados.

Ainda assim, muitas pessoas cruzam diariamente a fronteira entre o Sudão e o Sudão do Sul. Sua jornada é angustiante, elas chegam cansados e com a saúde debilitada. Os ataques terrestres e a possibilidade de novos ataques aéreos fazem mais e mais pessoas buscar refúgio no campo de Yida.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros trabalham pela proteção e assistência aos refugiados neste local que, em termos geográficos e operacionais, é um dos mais desafiadores do mundo.

Na galeria de fotos disponível em http://goo.gl/FWxCI, a Oficial de Informação Pública do ACNUR, Kathryn Mahoney, retrata um pouco da vida dos refugiados em Yida.