Angelina Jolie, enviada especial ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), em reunião do Conselho de Segurança sobre violência sexual em conflitos armados. Foto: ONU/Nabil Midani

Violência sexual em conflitos é usada como tática de guerra e arma psicológica, alerta ONU

A violência sexual é usada como uma tática de guerra e uma ferramenta política para desumanizar, desestabilizar e desalojar populações em todo o mundo, disse a especialista da ONU sobre o assunto ao Conselho de Segurança na sexta-feira (17), pressionando os países a adotarem uma abordagem centrada nos sobreviventes que garanta que as vítimas não sejam esquecidas.

Angelina Jolie, enviada especial ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), também participou da reunião do Conselho de Segurança sobre violência sexual em conflitos armados.

ACNUR e Ação da Cidadania doam alimentos para venezuelanos no Norte do Brasil

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a ONG Ação da Cidadania irão entregar cerca de 5.000 cestas de alimentos não perecíveis para refugiados e migrantes venezuelanos no Norte do Brasil, a partir de Boa Vista e outras cidades do Estado de Roraima, que faz fronteira com o país vizinho.

As entregas iniciaram na última quarta-feira (15) e vão até o dia 22 de julho. Cada cesta é suficiente para alimentar uma família de até quatro pessoas durante 15 dias. Numa primeira fase, os alimentos chegarão até a fronteira com a Venezuela, em Pacaraima.

ACNUR e parceiros distribuem roupas de frio para venezuelanos no Distrito Federal

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros locais distribuíram mais de 680 peças de roupas de frio doadas pela empresa japonesa UNIQLO em São Sebastião, região administrativa do Distrito Federal. A ação aconteceu no último domingo (12) e beneficiou cerca de 350 pessoas, das quais cerca de 100 eram venezuelanas.

Na Praça da Bíblia, ao lado da administração da cidade, a ação solidária também contou com um café da manhã e apresentação musical de crianças, tudo organizado por voluntários brasileiros, venezuelanos e até de outras partes do mundo – como Cuba e República Dominicana.

Foto: ACNUR Brasil/Felipe Irnaldo

Novo abrigo aprimora acolhimento de refugiados e migrantes indígenas venezuelanos em Manaus

Para aprimorar o acolhimento de indígenas venezuelanos da etnia Warao na capital do estado do Amazonas, a Prefeitura de Manaus, com apoio de agências das Nações Unidas, inaugurou na terça-feira (14) um novo abrigo na região do Tarumã-Açu, zona oeste da cidade.

Ao todo, 158 pessoas refugiadas e migrantes desta etnia foram realocadas nesta etapa, que dá seguimento à estratégia de resposta do município ao fluxo desta população venezuelana para a cidade.

A ação contou com apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), da Organização Internacional para as Migrações (OIM), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

ACNUR apoia refugiados e migrantes venezuelanos fora de abrigos em Roraima

Enquanto a pandemia do novo coronavírus avança no mundo, tendo o Brasil como um dos seus epicentros, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) chama atenção para os desafios enfrentados pela população venezuelana fora de abrigos em Roraima.

De acordo com o recente Relatório de Ocupações Espontâneas produzido pelo ACNUR, 3,4 mil pessoas em Boa Vista e em outras cidades de Roraima viviam nestes locais até junho de 2020.

Entre as principais dificuldades enfrentadas por essa população ao chegar no país estão o acesso a alimentação, saneamento básico, trabalho e moradia.

Saiba como apoiar os refugiados durante a crise do coronavírus

Muitos refugiados já conheciam a sensação de isolamento por viverem longe das suas redes de apoio e com medo do futuro. Durante a pandemia do novo coronavírus, inúmeros exemplos estão sendo mostrados sobre como eles estão retribuindo ajuda às comunidades que os receberam, seja cozinhando para os profissionais de saúde da linha de frente, seja fazendo compras de supermercado para idosos e doentes, seja doando suprimentos ou trabalhando como médicos, enfermeiros e cientistas.

O ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, preparou para você cinco maneiras de demonstrar solidariedade com as pessoas refugiadas durante a pandemia.

Zeinabou, de 42 anos, é fotografada no quintal da casa de seus parentes, em Burkina Faso. Três dias antes, ela presenciou o assassinato de seu marido. Foto: Sylvain Cherkaoui

Seis histórias para entender a crise no Sahel

Em Burkina Faso, quase nenhum lugar é seguro. Grupos armados, extremistas e facções criminosas aterrorizam a população diariamente, matando aqueles que se recusam a lutar ao lado deles. Assassinos atiram nas famílias até que elas morram. Estupram e torturam mulheres. Destroem qualquer coisa que simbolize o Estado: escolas, delegacias e até hospitais.

O cotidiano em Burkina Faso – um país sem litoral, com 19 milhões de habitantes – é precário. Conheça seis pessoas – fotografadas e entrevistadas no início de fevereiro de 2020 – cujas vidas foram viradas de cabeça para baixo. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Entenda como o deslocamento forçado é tratado em nova série de ficção

A nova série da Netflix, Estado Zero, estréia hoje (8) e conta a história de quatro personagens cujas vidas acabam se cruzando em um centro de detenção para imigrantes na Austrália: uma mulher enfrentando uma crise, um guarda, um oficial do governo e um solicitante de refúgio que acaba de chegar do Afeganistão.

O drama desperta reflexões sobre o que significa ser um refugiado e deseja capturar o sentimento de se estar perdido, tanto nos universos particulares como frente ao cenário mundial.

A série é cocriada e produzida por Cate Blanchett, Embaixadora da Boa Vontade da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Ismenia works daily to ensure the protection of those who live in the Rondon 1 shelter. Photo: Tainanda Soares/ACNUR

Venezuelan helps the fight against COVID-19 in a Brazilian refugee shelter

Ismenia is a 46-year-old Venezuelan who currently lives in the Brazilian city of Boa Vista, where she lives and works in the refugee shelter Rondon 1, which operates with support from the United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR). She left Venezuela after failing to find adequate medical treatment for her thyroid cancer, leaving behind not only her husband and children but also her career as a nurse.

Currently, Ismenia is part of the Rondon 1 shelter’s health committee. With the new coronavirus, the community leader was recruited by WHO for the noble mission of making sure that other residents of the shelter are following hygiene recommendations against COVID-19.

A venezuelana Ismenia trabalha diariamente para garantir a proteção da população que vive no abrigo Rondon 1, em Boa Vista – Foto: Tainanda Soares/ACNUR

Venezuelana atua no combate ao coronavírus em abrigo de refugiados no Brasil

A venezuelana Ismenia tem 46 anos e mora em Rondon 1, abrigo em Boa Vista apoiado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Ismenia teve câncer de tireoide e deixou a Venezuela por não conseguir encontrar tratamento médico adequado. Sem opção, ela também deixou para trás o marido, filhos e a carreira como enfermeira.

Atualmente, Ismenia faz parte do comitê de saúde do abrigo Rondon 1. Com a chegada do novo coronavírus, a líder comunitária foi recrutada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para uma nobre missão: garantir que outros moradores do abrigo Rondon 1 estejam seguindo corretamente recomendações de higiene para proteger todos contra o novo coronavírus.

Pessoas refugiadas no Brasil já contam com esforços adicionais do ACNUR e de seus parceiros para garantir os mecanismos de acesso e de permanência de estudantes nas universidades brasileiras. Foto: ACNUR/Fellipe Abreu

ACNUR e parceiros fortalecem integração de refugiados nas universidades brasileiras

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) tem ampliado suas respostas às demandas das pessoas refugiadas em face da realidade imposta pela pandemia do novo coronavírus. Duas delas se referem a quem está no ambiente acadêmico ou já têm formação superior.

Como as aulas em universidades estão suspensas ou sendo realizadas de maneira virtual, tornou-se fundamental garantir meios complementares de integração destes estudantes refugiados e migrantes.

Para isso, o ACNUR apoiou a produção e lançamento do livro “Passarela – português como língua de acolhimento para fins acadêmicos”, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), um material didático inédito em sua proposta pedagógica.

Prêmio de jornalismo reconhece reportagens sobre cobertura humanitária focadas nas vítimas

Estão abertas a partir desta quarta-feira (1) as inscrições para o Prêmio CICV de Cobertura Humanitária, uma iniciativa do Comitê Internacional da Cruz Vermelha para dar voz às vítimas.

Este ano há a categoria especial “ACNUR 70 anos”, que premiará produtos jornalísticos ou de caráter documental voltados exclusivamente a temas relacionados a refúgio e apatridia.

A categoria é oferecida pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), parceira do prêmio, que neste ano completa 70 anos. O período de inscrição vai até 1° de setembro.

Conheça o projeto que ajuda refugiadas a acessarem o mercado de trabalho brasileiro

A quarta edição do projeto “Empoderando Refugiadas”, que promove o acesso de mulheres em situação de refúgio ao mercado de trabalho brasileiro desde 2015, foi encerrada em junho deste ano. Duas turmas foram formadas, uma em São Paulo (SP) e outra em Boa Vista (RR), onde o projeto operou de formas distintas e atingiu resultados inéditos em relação às edições anteriores.

A iniciativa conjunta da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Rede Brasil do Pacto Global e ONU Mulheres realizará sua quinta edição no segundo semestre de 2020 e seguirá promovendo workshops de formação para a empregabilidade dessa população, agora no ambiente virtual, diante dos desafios impostos pela pandemia da COVID-19.

O que significa ser um refugiado LGBTQI+

Existem cerca de 26 milhões de refugiados no mundo que fugiram da guerra, conflitos violentos ou perseguição. De acordo com o direito internacional, qualquer pessoa com fundado temor de ser perseguida com base em sua raça, religião, nacionalidade, opinião política ou participação em um determinado grupo social deve ser protegida como refugiada.

As diretrizes emitidas pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) consideram que pessoas perseguidas pela sua identidade de gênero, orientação sexual ou características sexuais têm direito a essa proteção. Às vezes, os refugiados LGBTQI+ são vítimas de leis severas de seus governos. Outras vezes, sofrem nas mãos da sociedade local ou de suas próprias famílias – com uma atitude indiferente do Governo, que pode até participar do abuso.

Prudence teve que interromper o sonho de ser uma artista famosa em seu país de origem depois de ser vítima de perseguição política. Foto: Acervo Pessoal

Refugiada negra comandará redes sociais do ACNUR Brasil durante o fim de semana

Mulher, mãe de cinco filhos e avó. É assim que Prudence Kalambay gosta de se apresentar. Se a vida de qualquer pessoa com essa biografia já seria cheia de histórias e desafios, imagina quando se trata de uma mulher negra, nascida na República Democrática do Congo, que chegou ao Brasil grávida, com uma criança de colo, sem falar português e sem conhecer ninguém.

Prudence teve que interromper o sonho de ser uma artista famosa em seu país de origem depois de ser vítima de perseguição política. É nas mãos dessa mulher que a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) deixará suas redes sociais durante este final de semana (27 e 28 de junho).

Pabllo Vitar conversa com refugiado venezuelano Elvis Messias sobre os desafios da comunidade LGBTQIA+ especialmente no contexto da pandemia do novo coronavírus. Foto: Divulgação

Pabllo Vittar e Liberatum se unem ao ACNUR em apoio a refugiados e lançam vídeo

Como parte de projeto humanitário global e das celebrações do Dia Mundial do Refugiado, a organização internacional Liberatum lança na quarta-feira (24), em apoio à Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), um episódio em vídeo sobre os desafios de pessoas LGBTIQIA+ e refugiadas no Brasil e no mundo, especialmente em tempos de pandemia.

Em conversa com a drag queen e cantora Pabllo Vittar, o assistente de laboratório e refugiado venezuelano Elvis Messias fala sobre a realidade de seu país de origem, as barreiras que encontrou quando chegou ao Brasil e como o ACNUR contribuiu para que hoje tenha uma vida digna e já consiga ajudar outros em situação similar. Pabllo Vittar, por sua vez, conta e compartilha suas vivências como pessoa queer.

Conheça as ações realizadas pelo ACNUR para proteger refugiados da COVID-19 no Brasil

No Brasil, os efeitos da pandemia impõem desafios adicionais a um contexto já emergencial. Por isso, o ACNUR, Agência da ONU para Refugiados, intensificou seus esforços para frear a disseminação entre os refugiados e a comunidade que os acolhem.

Para responder à esta crise de saúde, o ACNUR e parceiros apoiaram a construção um hospital de campanha para COVID-19, distribuiu itens de emergência e informações seguras sobre a prevenção ao novo coronavírus, ofereceu auxílio financeiro emergencial e realocou refugiados para espaços seguros.

Williams com seu desenho sobre o que ele deseja para seu futuro no Brasil. Foto: ACNUR/ Allana Ferreira

Por meio da arte, venezuelanos revelam o que esperam de seu futuro no Brasil

Cores e palavras marcaram as produções artísticas feitas por refugiados e migrantes venezuelanos em celebração ao Dia Mundial do Refugiado (20 de junho) nos abrigos temporários das cidades de Boa Vista, Pacaraima (RR) e Manaus (AM).

A data homenageia a força, coragem e resiliência de milhões de pessoas que foram forçadas a se deslocar de suas cidades e países por causa de guerras, conflitos e perseguições, deixando sonhos e vidas para trás. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Famílias de refugiados chegam ao aeroporto de Beirute, no Líbano, antes de serem reassentadas em países terceiros. Foto: OIM/Angela Wells

OIM e ACNUR anunciam retomada das viagens de reassentamento para refugiados

Organização Internacional para as Migrações (OIM) e Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) anunciaram na quinta-feira (18) a retomada das partidas de reassentamento de refugiados.

A suspensão temporária das viagens de reassentamento, necessária devido a interrupções e restrições às viagens aéreas internacionais causadas pela pandemia de COVID-19, atrasou a saída de cerca de 10 mil refugiados para os países de reassentamento.

Uma mãe cuida de seu bebê dentro de um ginásio que foi transformado em assentamento de refugiados em Boa Vista (RR). Foto: ACNUR/Vincent Tremeau

Mundo tem recorde de quase 80 milhões de deslocados internos e refugiados

O deslocamento global atingiu impressionantes 79,5 milhões de pessoas no ano passado – quase o dobro do número registrado há uma década – devido a guerra, violência, perseguição e outras emergências, informou nesta quinta-feira (18) a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Falando a jornalistas em Genebra, o chefe do ACNUR observou que, embora a questão do deslocamento afete todas as nações, os dados mostram que os países mais pobres hospedam 85% dos que foram expulsos de suas casas.

Refugiados instalam pias para frear disseminação da COVID-19 na República Democrática do Congo

Uma iniciativa orientada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está ajudando refugiados na República Democrática do Congo a instalar dispositivos de lavagem de mãos artesanais para combater a COVID-19 no país.

Desde que o primeiro caso foi confirmado no país, em março, o ACNUR adotou medidas para impedir que o vírus se espalhasse entre refugiados, deslocados internos e comunidades que os acolhem.

Até o momento, mais de 300 torneiras foram instaladas nos assentamentos e 200 refugiados foram treinados para produzi-las.

Refugiados e migrantes venezuelanos indígenas Warao são realocados para um espaço seguro em Manaus (AM) durante a pandemia de COVID-19. Foto: ACNUR/Felipe Irnaldo

ACNUR e parceiros promovem agenda nacional para celebrar Dia Mundial do Refugiado

Atividades artísticas e de entretenimento com a população refugiada, eventos virtuais nas redes sociais e a divulgação das tendências sobre o deslocamento forçado no mundo marcam, neste ano, as celebrações em torno do Dia Mundial do Refugiado (20 de junho) no Brasil.

A agenda está sendo organizada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros. O governo brasileiro estima que o Brasil tem cerca de 43 mil pessoas reconhecidas como refugiadas de mais de 50 nacionalidades, além de quase 300 mil solicitantes de refúgio.

Refugiados tornam-se guardiões de florestas na Guatemala

Ameaças de facções, violência extrema e perseguição no norte da América Central forçaram cerca de 720 mil pessoas na região a fugir de suas casas. Elas buscam segurança em partes mais afastadas do país ou mesmo no exterior. Até dezembro de 2019, cerca de 121.300 hondurenhos haviam solicitado asilo ou refúgio no exterior, segundo estatísticas da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Josué e Alejandro fazem parte de um grupo de nove solicitantes de refúgio e refugiados que foram contratados e treinados para trabalhar como guardas florestais no sistema nacional de parques da Guatemala. Conheça a história destes jovens que ousaram resistir ao recrutamento de facções e conseguiram um emprego estável em meio a tantos desafios.

Indígenas venezuelanos da etnia warao e eñepas em abrigo em Boa Vista, Roraima. Foto: OIM

OIM lança estudo que discute políticas de médio prazo para indígenas venezuelanos no Brasil

Para contribuir com a construção de alternativas de políticas públicas para os indígenas venezuelanos, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) lança na quarta-feira (10), em evento virtual às 14h, o estudo “Soluções duradouras para indígenas migrantes e refugiados no contexto do fluxo venezuelano no Brasil”.

O documento é produto de um amplo processo de consulta com indígenas Warao, Pemón e Eñepa nas cidades de Boa Vista, Pacaraima (RR) e Manaus (AM).

ACNUR distribui quase 1 tonelada de roupas de frio para refugiados no Brasil

Para ajudar pessoas refugiadas e migrantes em situação de vulnerabilidade a enfrentar as baixas temperaturas já registradas em várias partes do Brasil, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) iniciou a distribuição de roupas de frio para esta população. As roupas distribuídas foram doadas ao ACNUR pela empresa japonesa UNIQLO.

A iniciativa beneficiará refugiados e migrantes em São Paulo, Roraima, Paraná e Rio Grande do Sul. No total, cerca de 900 quilos de roupas serão distribuídos nos próximos dias.

Irving cultiva sua muda em frente a unidade habitacional no abrigo Rondon 2, em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Lucas Novaes

‘Cuidando do meio ambiente cuidamos de nós mesmos’, diz voluntário venezuelano em Roraima

Desde fevereiro, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), em colaboração com a Operação Acolhida e seus parceiros da sociedade civil, promove um projeto-piloto de introdução de áreas verdes em um abrigo para refugiados e migrantes em Boa Vista (RR).

A iniciativa promove ações educativas e de conscientização ambiental por meio do cultivo de hortas, jardins medicinais e árvores no abrigo, que é moradia para 615 venezuelanos.

ACNUR: 65% dos indígenas venezuelanos  no Brasil são solicitantes de refúgio

A primeira edição do  Relatório de Atividades para Populações Indígenas  da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR),  referente a março,  aponta que  aproximadamente 5 mil  refugiados e migrantes indígenas  foram  registrados  em território brasileiro.  Desde 2018, o ACNUR registra a entrada no Brasil de indígenas vindos da Venezuela. 

Desse  total, 3,2 mil  são solicitantes da condição de refugiado, ou seja, se enquadram legalmente como indivíduos que  deixaram  seu país e território  forçadamente  devido a fundado  temor  de perseguição ou contínua violação de direitos humanos. 

Refugiados e migrantes na fronteira de Pazarkule, perto de Edirne, na Turquia, na esperança de viajar para a Grécia. Foto: UNICEF

Refugiados e migrantes enfrentam ‘três crises de uma só vez’, alerta secretário-geral da ONU

A pandemia de COVID-19 continua arrasando vidas e meios de subsistência em todo o mundo – atingindo de forma mais dura os mais vulneráveis. Isso é particularmente verdade para os milhões de pessoas que estão em movimento – como refugiados e pessoas deslocadas internamente forçados a fugir de suas casas por causa da violência e calamidades, ou migrantes em situações precárias.

“Agora, elas enfrentam três crises de uma só vez”, alertou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma mensagem nesta quarta-feira (3) ao lançar um relatório com recomendações de políticas públicas sobre o tema. As três crises envolvem os âmbitos socioeconômico, de saúde e de proteção; acesse aqui o vídeo e o relatório.

A live será transmitida pelos perfis de Instagram da @xuxamenegheloficial e @arealspiller. Imagem: ACNUR/Divulgação

Xuxa e Letícia Spiller fazem live para ajudar refugiados no Brasil

Xuxa Meneghel e Letícia Spiller fazem live nesta sexta-feira (29), às 18h, para reviver velhos tempos e chamar a atenção do público para os impactos da pandemia do novo coronavírus em uma população especialmente vulnerável: os refugiados.

No encontro, que será transmitido pelos perfis de Instagram de ambas, elas fazem um apelo para que os fãs se sensibilizem com a causa e contribuam para o trabalho da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

ACNUR: direitos humanos dos refugiados devem ser garantidos durante pandemia

A pandemia do coronavírus tornou ainda mais difícil a situação das pessoas que fogem de guerras, conflito e perseguição. Enquanto os países lutam para proteger suas populações e economias, normas fundamentais das leis de refugiados e direitos humanos estão em risco.

A Agência das ONU para Refugiados (ACNUR) estima que 167 países até agora fecharam suas fronteiras total ou parcialmente para conter a propagação do vírus. Pelo menos 57 estados não estão abrindo exceção para pessoas que procuram asilo.

Participação comunitária fortalece prevenção à COVID-19 nos abrigos para venezuelanos em Roraima

Entre os desafios humanitários impostos pela pandemia da COVID-19, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros têm continuado as atividades de proteção nos 13 abrigos temporários da Operação Acolhida, que atualmente acolhem cerca de seis mil refugiados e migrantes venezuelanos nas cidades de Boa Vista e Pacaraima, no Estado de Roraima.

Grande parte destas atividades conta com o apoio da própria população abrigada, conforme revela a primeira edição do Relatório de Registro e Abrigo em Roraima publicado pelo ACNUR, referente ao mês de abril de 2020. O relatório mostra que 54 comitês formados por refugiados e migrantes conduzem ações de alimentação, manutenção, limpeza saúde e segurança das instalações.

Refugiada cega supera desafios para seguir estudando

Em um caminho longo e sinuoso, duas meninas caminham juntas para a escola. Uma guiando a outra. Margetu carrega folhas grandes e grossas de papel em uma das mãos enquanto a outra segura firmemente a mão de sua melhor amiga Natasha.

Essas folhas de papel significam tudo para Margetu. São seus materiais em braille. Sem eles, a menina de 14 anos não consegue estudar. Margetu perdeu a visão por razões desconhecidas ainda bebê, quando sua família morava na Etiópia. Graças ao apoio recebido pelo ACNUR, Margetu frequenta a escola desde que chegou ao campo de refugiados de Kakumam, no Quênia.

ACNUR e OIM agradecem doações para refugiados e migrantes da Venezuela

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) comemoram hoje os compromissos assumidos pelos doadores no valor de 2,79 bilhões de dólares, incluindo 653 milhões em doações, durante a Conferência Internacional de Doadores em Solidariedade a Refugiados e Migrantes Venezuelanos na América Latina e Caribe.

A Conferência, convocada pela União Europeia (UE) e Espanha, com o apoio do Canadá, Noruega, ACNUR e OIM, teve como objetivo mobilizar o apoio a uma das maiores crises de deslocamento do mundo, que agora é exacerbada pela pandemia da COVID-19.

Crianças refugiadas sofrem impacto do fechamento de escolas por coronavírus

Ir à escola já era um desafio diário para muitas crianças refugiadas em todo o mundo. Agora, há o temor de que algumas não retomem os estudos depois que os bloqueios pela COVID-19 forem suspensos.

Isai ficou dois anos sem estudar enquanto sua família tentava não ser afetada por conflitos sociais no seu país natal, a Nicarágua. Eles precisaram fugir para Honduras e depois para a Guatemala. Aos oito anos, Isai finalmente conseguiu voltar para a sala de aula no início do ano letivo da Guatemala, em janeiro deste ano. Sua mãe contou que quando ele começou a fazer amigos, a COVID-19 atingiu o país e o governo ordenou o fechamento de todas as escolas.

Conheça a história de outras crianças refugiadas e saiba como o ACNUR está contribuindo para o enfrentamento deste desafio.

A cantora brasileira Iza.

ONU Brasil participa de lançamento de novo sucesso da diva pop Iza

Uma campanha global será lançada nesta quinta-feira (21) para inspirar um movimento de transformação social e mobilizar pessoas em apoio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Organizada pela Humanity Lab Foundation em parceria com a Warner Music e em colaboração com Nações Unidas, UNESCO, Agência da ONU para os Refugiados no Brasil (ACNUR) e ACM/YMCA Mundial, a ação visa gerar um debate em torno das ações necessárias para responder aos complexos desafios sociais e políticos atuais.

“A transformação real só é possível com a participação e contribuição de todos: governos, empresas, organizações da sociedade civil e indivíduos”, disse o coordenador-residente das Nações Unidas no Brasil, Niky Fabiancic.

Valéria Rodrigues, presidenta do Instituto Nice, e Abigaill Santos, coordenadora do Programa Transcidadania, ao centro da foto, apoiam em 2019 a primeira capacitação do ACNUR sobre o atendimento à população refugiada e migrante trans e travesti. Foto: ACNUR

ACNUR e Prefeitura de SP lançam guia de atendimento à população trans e travesti refugiada e migrante

No marco do Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, comemorado globalmente no dia 17 de maio, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Prefeitura de São Paulo lançaram virtualmente na segunda-feira (18) um Protocolo Operacional Padrão (POP) que orienta o atendimento humanizado à população refugiada e migrante trans e travesti vivendo na capital paulista.

No atual contexto de pandemia causada pela COVID-19, as dificuldades existentes são agravadas e ocasionam demandas crescentes para o acesso à serviços de assistência social, incluindo acolhimento e recebimento de alimentos.

"Não conseguimos pagar o aluguel e fomos expulsos”, conta Orlando Martinez sobre os impactos econômicos enfrentados por ele e outros indígenas venezuelanos da etnia Warao em Belém (PA) durante a pandemia. ACNUR/Camila França

Coronavírus ameaça indígenas venezuelanos que buscam segurança no Brasil

Enquanto quase metade dos quase 5 mil refugiados indígenas venezuelanos que vivem no Brasil está em abrigos de Belém (PA), Manaus (AM), Boa Vista (RR) e Pacaraima (RR), muitos outros permanecem em situações de insalubridade, vivendo em moradias superlotadas – ou mesmo nas ruas – sem saneamento básico, o que dificulta a prevenção contra a infecção. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).