Artigo publicado pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), instituição vinculada às Nações Unidas, mostrou que a concentração de renda no topo da pirâmide brasileira é maior do que se imaginava e não mudou entre 2006 e 2014.
De acordo com o artigo, enquanto as pesquisas domiciliares sugerem que a participação do 1% mais rico na renda total brasileira teria caído de 14,8% para 12,9% de 2006 a 2014, as estimativas baseadas em declarações de Imposto de Renda indicam que essa participação manteve-se alta e estável — em 22,4%, tanto no início como no fim desse período.
O Brasil lidera a lista de concentração de renda entre os 29 países analisados pelo levantamento, seguido por Estados Unidos, Colômbia, África do Sul e Argentina.