A venezuelana Ismenia trabalha diariamente para garantir a proteção da população que vive no abrigo Rondon 1, em Boa Vista – Foto: Tainanda Soares/ACNUR

Venezuelana atua no combate ao coronavírus em abrigo de refugiados no Brasil

A venezuelana Ismenia tem 46 anos e mora em Rondon 1, abrigo em Boa Vista apoiado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Ismenia teve câncer de tireoide e deixou a Venezuela por não conseguir encontrar tratamento médico adequado. Sem opção, ela também deixou para trás o marido, filhos e a carreira como enfermeira.

Atualmente, Ismenia faz parte do comitê de saúde do abrigo Rondon 1. Com a chegada do novo coronavírus, a líder comunitária foi recrutada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para uma nobre missão: garantir que outros moradores do abrigo Rondon 1 estejam seguindo corretamente recomendações de higiene para proteger todos contra o novo coronavírus.

OPAS lança novo site para doações ao fundo de resposta à COVID-19

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) está buscando mobilizar mais recursos para seu trabalho na pandemia da COVID-19 nas Américas por meio de um novo portal de doações ao Fundo de Resposta à COVID-19.

A Região das Américas é atualmente o epicentro da pandemia da COVID-19, que agora se propagou para todos os 54 países e territórios do hemisfério, com notificação de cerca de 5,2 milhões de casos e quase 250 mil mortes até o momento. A OPAS está trabalhando dia e noite com os países e territórios das Américas para responder a esta crise sanitária.

Passageiros usam máscaras na estação Pinheiros, em São Paulo (SP). Foto: Agência Brasil/Rovena Rosa

COVID-19: abertura deve ter abordagem em fases e ser baseada em dados, diz OPAS

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, afirmou nesta terça-feira (30) que os países que planejam relaxar as medidas de saúde pública devem adotar uma abordagem em fases, com base nas condições locais, e estar preparados para impor medidas preventivas novamente se a situação epidemiológica mudar.

“Como estamos vendo, países, estados e cidades que não adotam medidas preventivas ou relaxam restrições muito cedo podem ser inundados com novos casos”, disse.

Uma mulher em Gujarat, na Índia, aprende sobre os benefícios da lavagem das mãos durante a pandemia de COVID-19. Foto: UNICEF/ Vinay Panjwani

Pandemia de COVID-19 não está ‘nem perto de acabar’, alerta chefe da OMS

Quase seis meses após o surgimento do novo coronavírus, a pandemia de COVID-19 “não está nem perto de acabar”, alertou o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) na segunda-feira (29).

Tedros Adhanom Ghebreyesus pediu um renovado compromisso global para salvar vidas, já que os casos ultrapassam 10 milhões em todo o mundo, com 500 mil mortes, à medida que o vírus continua a se espalhar.

“Todos nós queremos que isso acabe. Todos nós queremos continuar com nossas vidas. Mas a dura realidade é: isso não está nem perto de terminar”, disse ele a jornalistas.

O anúncio de utilidade pública é dublado pelo ator Rowan Atkinson, que criou a personagem Mr. Bean. Foto: Reprodução

Campanha com desenho animado do Mr. Bean lembra importância de se manter vigilante na pandemia

Organização Mundial de Saúde (OMS), Project Everyone e Tiger Aspect Productions fecharam uma parceria para lançar um anúncio de utilidade pública com uma das estrelas de comédia mais conhecidas do mundo, o Mr. Bean.

Com os casos de COVID-19 crescendo mundialmente, a “Lista essencial de verificação COVID-19” do Mr. Bean é um lembrete às pessoas sobre a importância de lavar as mãos, manter o distanciamento físico e demonstrar bondade com os vizinhos.

Foto: UNICEF/Raoni Libório

UNICEF e parceiros apoiam mais de 1,7 milhão de pessoas em 10 capitais brasileiras na pandemia

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), 19 empresas parceiras, celebridades, organizações da sociedade civil e governos locais se uniram para apoiar mais de 1,7 milhão de pessoas vulneráveis em dez capitais brasileiras.

As ações ocorrem por meio da distribuição de produtos de higiene, limpeza e outros itens essenciais, acompanhados de informação de prevenção para as famílias.

Policlínica itinerante no município de Almeirim, no Pará. Foto: Agência Pará/Bruno CecimPoliclínica itinerante no município de Almeirim, no Pará. Foto: Agência Pará/Bruno Cecim

Países devem se preparar para enfrentar surtos recorrentes de COVID-19 pelos próximos 2 anos

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, afirmou quarta-feira (24) que, na ausência de tratamentos eficazes ou na ampla disponibilidade de uma vacina, a região das Américas pode sofrer surtos recorrentes de COVID-19, intercalados com períodos de transmissão limitada, ao longo dos próximos dois anos.

“Diante de uma pandemia que muda rapidamente, a liderança tornará efetiva ou romperá nossa resposta. Agora é a hora de os líderes superarem as divisões políticas e as fronteiras geográficas para aumentar o apoio a uma resposta proporcional a essa crise sem precedentes”, afirmou Etienne em coletiva de imprensa.

OPAS alerta para necessidade de controlar dengue nas Américas durante a pandemia

Mais de 1,6 milhão de casos de dengue foram registrados nas Américas nos primeiros cinco meses de 2020, chamando a atenção para a necessidade de continuar eliminando os mosquitos vetores de doenças mesmo em meio à pandemia da COVID-19. A maioria dos casos de dengue nas Américas foi registrada no Brasil, com 1.040.481 casos, representando 65% do total.

De acordo com a atualização epidemiológica da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) sobre dengue e outras arboviroses, “enquanto as medidas de distanciamento social estão em vigor, as famílias devem ser incentivadas a trabalhar juntas em suas casas e ao redor delas para se livrar da água parada, reduzir e descartar resíduos sólidos e garantir a cobertura adequada de todos os recipientes de armazenamento de água. Essas medidas podem ser tomadas como uma atividade familiar”.

ONU e Comitê Olímpico Internacional unem forças para combater a COVID-19

No dia 23 de junho, data em que se celebra o Dia Olímpico, o Comitê Olímpico Internacional (COI), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e as Nações Unidas lançaram uma parceria para incentivar pessoas e comunidades ao redor do mundo a se unirem por meio da campanha #HEALTHYTogether. Os três parceiros e diversos atletas olímpicos destacarão a colaboração global necessária para manter-se saudável e reduzir a propagação e o impacto da COVID-19.

Os atletas olímpicos ajudarão a divulgar informações importantes sobre saúde pública, inspirando as pessoas a adotarem ou manterem comportamentos que reduzirão a pandemia e fornecerão informações que promovam a saúde física e mental. A parceria começou nesta terça-feira (23) com atletas olímpicos de todo o mundo, apresentando exercícios para estimular as pessoas manterem-se saudáveis durante esse período.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, fala em Genebra sobre a pandemia da COVID-19. Foto: ONU/Eskinder Debebe

OMS registra maior aumento diário em casos de COVID-19 no mundo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou no domingo (21) o maior aumento diário em casos de novo coronavírus no mundo, superando 183 mil novas infecções em 24 horas, o que eleva o total para cerca de 8,8 milhões de casos em todo o mundo, com mais de 465 mil mortes.

“Parece que quase todos os dias alcançamos um novo e sombrio recorde”, disse o diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus, dirigindo-se a jornalistas na segunda-feira (22), durante coletiva de imprensa.

Foto: Banco Mundial/Dominic Chavez

OPAS e Global Citizen unem-se em campanha e show para resposta à COVID-19 nas Américas

No próximo sábado (27), será realizado um show transmitido online que fornecerá aos governos, líderes de corporações e filantropos(as) uma plataforma para assumir seus compromissos com a distribuição justa de ferramentas e tratamentos para a COVID-19.

Apresentado por Dwayne Johnson, o show terá apresentações de Chloe x Halle, Christine e Queens, Coldplay, J Balvin, Jennifer Hudson, Miley Cyrus, Shakira, entre outros.

Também haverá a participação de celebridades como Charlize Theron, Chris Rock, David Beckham, Diane Kruger, Forest Whitaker, Hugh Jackman e outros.

Jon Witt, professor de ioga, durante prática em Jersey City, EUA. Foto: Winnie Witt

ONU destaca poder da ioga para ajudar a aliviar estresse na pandemia

A ONU celebrou no domingo (21) o sexto dia internacional da ioga, reconhecendo a prática como uma abordagem holística de saúde e bem-estar e uma ferramenta poderosa para lidar com as inúmeras tensões provocadas pela pandemia de COVID-19.

A ioga é uma prática física, mental e espiritual milenar que se originou na Índia e agora é praticada de várias formas no mundo todo. A palavra “yoga” deriva do sânscrito e significa “juntar-se ou unir-se”, simbolizando a união do corpo e da consciência.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) enfatizou os benefícios da ioga desde os primeiros dias da crise de COVID-19, recomendando a prática como uma maneira de cuidar do bem-estar físico e mental em casa.

Com a pandemia, governos federal, estaduais e municipais tiveram que readequar normas e desenvolver estratégias para dar continuidade à entrega de alimentos a estudantes. Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro

Entrega de alimentos a estudantes tem continuidade no Brasil durante a pandemia

Criado há mais de 60 anos, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) apoia diariamente cerca de 42 milhões de estudantes da rede pública de ensino. Com a pandemia de COVID-19, governos federal, estaduais e municipais tiveram que readequar normas e desenvolver estratégias para dar continuidade à entrega de alimentos a milhões de alunos e alunas no país.

Para compartilhar experiências de execução do PNAE durante a suspensão das atividades escolares, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil e a Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável promoveram webinar visto por mais de 4 mil pessoas na semana passada (18).

Embora quase todos os países (88%) possuam leis importantes para proteger as crianças da violência, menos da metade dos países (47%) afirmou que essas legislações estavam sendo consistentemente aplicadas. Foto: UNICEF/Watad

Países estão falhando em prevenir violência contra crianças, alertam agências da ONU

Metade das crianças do mundo – ou aproximadamente 1 bilhão – é afetada por violência física, sexual ou psicológica a cada ano, sofrendo lesões, incapacidade e morte em razão do não cumprimento por parte dos países das estratégias estabelecidas para protegê-las.

A informação está em novo relatório publicado na quarta-feira (17) por Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para a violência contra as crianças e End Violence Partnership.

OMS espera ter 2 bilhões de doses de vacina contra COVID-19 já no próximo ano

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quinta-feira (18) que espera que cerca de 2 bilhões de doses de uma vacina contra a COVID-19 estejam disponíveis até o final do próximo ano.

A OMS recomenda que as pessoas em risco sejam vacinadas em primeiro lugar, incluindo idosos e pacientes com doenças preexistentes, como diabetes ou doenças respiratórias, além de trabalhadores expostos ao vírus.

COVID-19 afeta serviços de saúde para doenças crônicas não transmissíveis nas Américas

Os serviços de prevenção e tratamento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) estão sendo seriamente afetados desde o início da pandemia da COVID-19 na região das Américas, revela pesquisa realizada pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).

A pesquisa, respondida por 158 países, confirmou que o impacto é global e que a interrupção dos serviços de saúde de rotina constitui uma ameaça à saúde das pessoas que vivem com doenças crônicas.

OPAS pede que países contenham propagação da COVID-19 entre migrantes e populações vulneráveis

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, convocou nesta terça-feira (16) os países a “trabalharem juntos para fortalecer a resposta à saúde em seus territórios e além-fronteiras” e conter a propagação de casos da COVID-19 entre migrantes e populações vulneráveis nas áreas de fronteira.

As Américas estão se aproximando rapidamente de 4 milhões de casos, e a epidemia ainda está acelerando na região com quase 204 mil mortes notificadas pela COVID-19.

Atualmente, os Estados Unidos respondem por 54% de todos os casos nas Américas, e o Brasil, por 23%. “E não estamos vendo a transmissão desacelerar. Esse é o caso em quase todos os países da América Latina e alguns no Caribe”, enfatizou a diretora da OPAS.

O benefício do tratamento com dexametasona foi observado apenas em pacientes com COVID-19 em estado grave e não em pacientes com doença mais leve. Foto: pixabay/leo2014

COVID-19: OMS diz receber com satisfação resultados sobre uso de dexametasona em pacientes críticos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou ter recebido com satisfação os resultados iniciais dos ensaios clínicos do Reino Unido, segundo os quais a dexametasona, um corticosteroide, pode salvar vidas de pacientes com COVID-19 em estado crítico.

De acordo com resultados preliminares compartilhados com a OMS, o tratamento demonstrou reduzir a mortalidade em cerca de um terço para pacientes em ventilação mecânica e em cerca de um quinto para pacientes que requerem apenas oxigênio.

Relatório indica formas de reduzir impacto da COVID-19 em populações com maior risco de infecção por HIV

A pandemia da COVID-19 afetou a todas as pessoas, incluindo populações-chave com maior risco de infecção por HIV. Neste contexto, os ganhos obtidos contra outras doenças infecciosas, incluindo o HIV, correm o risco de serem revertidos como resultado de interrupções causadas pela COVID-19.

Este é o pano de fundo de um novo relatório publicado pela FHI 360, em colaboração com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) e a Organização Mundial de Saúde (OMS), entre outros parceiros. O documento fornece recomendações sobre como minimizar os impactos da COVID-19 em populações-chave.

Está em andamento uma série de pesquisas para desenvolver uma vacina contra o novo coronavírus. Foto: Unplash

OPAS apoia MS em plano para ajustar distanciamento social e restrição de viagens no estado

O governo do Mato Grosso do Sul e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) estão trabalhando juntos na elaboração de um plano e de critérios para ajuste de medidas não farmacológicas, como distanciamento social e restrição de viagens, para resposta à COVID-19 no estado.

A OPAS tem elaborado uma série de ferramentas, em apoio ao Ministério da Saúde, para auxiliar os governos na tomada de decisão sobre essas ações – incluindo indicadores.

Um memorial improvisado para George Floyd no Harlem, em Nova Iorque. Foto: Hazel Plunkett

Grupo de 20 lideranças pede mais ações da ONU pelo fim do racismo no mundo

Um grupo de mais de 20 líderes da ONU, que se reportam diretamente ao secretário-geral António Guterres e são africanos ou de ascendência africana, assinaram uma declaração pessoal e contundente expressando indignação quanto ao racismo generalizado e sistêmico, destacando a necessidade de as Nações Unidas “irem além e fazerem mais” do que apenas manifestar repúdio.

Os líderes exortam a ONU a “intensificar e agir decisivamente para ajudar a acabar com o racismo sistêmico contra pessoas de ascendência africana e outros grupos minoritários”, citando o artigo 1 da Carta das Nações Unidas, que estipula que a ONU promove e incentiva o “respeito pelos direitos humanos e às liberdades fundamentais de todos, sem distinção de raça, sexo, idioma ou religião”.

OPAS divulga orientações para reduzir a transmissão da COVID-19 entre populações indígenas e afrodescendentes

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) publicou um guia com recomendações sobre medidas para reduzir a transmissão da COVID-19 entre populações indígenas, afrodescendentes e outros grupos étnicos. As orientações se concentram na promoção da higiene, no distanciamento social e na melhoria do acesso a serviços básicos de saúde em suas comunidades.

No guia, a OPAS observa que esses grupos populacionais enfrentam desafios singulares, como níveis mais altos de pobreza, falta de acesso a alguns serviços básicos, como água e saneamento, e barreiras culturais, incluindo barreiras linguísticas. Outros fatores que podem aumentar sua vulnerabilidade são as barreiras ao acesso aos serviços de saúde, maior prevalência de doenças crônicas, menor acesso a redes de segurança social, desconfiança causada por um histórico de racismo e altos níveis de trabalho informal entre membros dessas comunidades.

OMS: assintomáticos podem transmitir COVID-19; mais estudos são necessários para definir grau de transmissão

Pessoas assintomáticas podem transmitir COVID-19, mas é preciso esperar a conclusão de vários estudos para se perceber a extensão da transmissão nestes casos. A informação é do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus. Segundo ele, com o novo coronavírus todos estão aprendendo o tempo inteiro.

A agência afirma que, por enquanto, “descobrir, isolar e testar pessoas com sintomas, rastreando e colocando em quarentena seus contatos, é a maneira mais eficaz de se interromper a transmissão da COVID-19″.

OPAS: resposta à pandemia nas Américas será afetada por inverno e temporada de furacões

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, afirmou na terça-feira (9) que a preparação para o inverno e a temporada de furacões é fundamental para que países das Américas possam mitigar a disseminação da COVID-19.

Com mais de 3,3 milhões de casos na região e muitas áreas notificando aumentos exponenciais em casos e mortes, a diretora da OPAS manifestou preocupação com dados apontando que o vírus surgiu em locais que já haviam apresentado número limitado de notificações.

“Na América do Sul, nossa resposta à pandemia será afetada pela chegada do inverno, e a temporada de furacões complicará nossos esforços na América do Norte e Central, especialmente no Caribe.”

Prefeitura do Rio de Janeiro (RJ) tornou obrigatório o uso de máscaras nas ruas por conta da pandemia. Foto: EBC/Tomaz Silva

Novo guia da OMS sobre máscaras cirúrgicas e de tecido tem versão em português

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) disponibilizou na terça-feira (9) a versão em português do novo guia da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre máscaras cirúrgicas e de tecido. O documento foi atualizado para incorporar as descobertas mais recentes de pesquisas científicas e fornecer conselhos práticos.

As principais mudanças estão relacionadas ao uso de máscaras por profissionais de saúde e detalhes específicos sobre a utilização de máscaras de tecido para o público em geral em áreas de transmissão comunitária – ou seja, onde a COVID-19 está muito difundida.

O que a OMS está fazendo para ajudar a conter a COVID-19?

VÍDEO: O que a OMS está fazendo para ajudar a conter a COVID-19?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está fornecendo orientação, suprimentos e liderança para combater a propagação da COVID-19 em todo o mundo.

Dezenas de milhões de kits de testagem e materiais hospitalares e de proteção individual já foram entregues em 129 países, além de uma rede de pesquisa vinculada à OMS já estar analisando clinicamente 10 vacinas em todo o mundo.

A agência da saúde das Nações Unidas está, ao lado dos países, liderando uma resposta global para apoiar todas as pessoas. No enfrentamento à doença, ninguém deve ficar para trás.

Publicação de OMS e ONU-Habitat coloca a saúde no centro das decisões de planejamento urbano. Foto: UNsplash

Publicação de agências da ONU coloca a saúde no centro do planejamento urbano

Enquanto a pandemia da COVID-19 continua a evidenciar a importância do distanciamento seguro nas cidades, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) lançam conjuntamente a publicação “Integrando Saúde ao Planejamento Urbano e Territorial” (Integrating Health in Urban and Territorial Planning, em inglês).

O documento foi concebido para orientar os tomadores de decisão das áreas de saúde pública, planejamento e gestão urbana para o desenvolvimento de cidades sustentáveis e resilientes focadas em saúde humana e ambiental.

Consumidores tem temperatura verificada na entrada das lojas em Kiev, na Ucrânia. Foto: ONU Ucrânia/Volodymyr Shuvayev

COVID-19: OMS diz que situação melhora na Europa, mas piora no resto do mundo

A pandemia da COVID-19 está piorando globalmente, com mais de 136 mil casos registrados no domingo (7), o número mais alto em um único dia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Mais de seis meses nesta pandemia, não é o momento de nenhum país tirar o pé do freio”, disse o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, falando na segunda-feira (8) durante seu briefing regular sobre a crise.

“É a hora de os países continuarem trabalhando duro, com base na ciência, soluções e solidariedade.”

OPAS lança pesquisa sobre consumo de álcool durante o distanciamento social

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) lança pesquisa anônima e confidencial para entender o que mudou nos hábitos da população em relação ao consumo de álcool durante o período de afastamento social.

A partir do resultado, especialistas em saúde pública poderão entender a situação e planejar soluções que ajudarão na prevenção e gerenciamento das consequências da COVID-19. A pesquisa deverá ser respondida até o dia 30 de junho. Participe!

Vendedoras usam máscaras em um mercado de alimentos no Japão. Foto: Unsplash/Jérémy Stenuit

OMS recomenda que máscaras caseiras tenham três camadas de diferentes materiais

Os governos em áreas com ampla transmissão de COVID-19 devem incentivar o uso de máscaras não médicas no transporte público, em lojas e em outros locais onde o distanciamento físico é difícil, recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS), em orientações atualizadas nesta sexta-feira (5).

As máscaras podem ser compradas ou caseiras e devem ter três camadas: idealmente um forro de algodão, uma camada externa de poliéster e um “filtro” médio feito de polipropileno ou algum outro material não tecido.

Protestos contra a brutalidade policial vêm ocorrendo em diversas cidades dos Estados Unidos, inclusive Nova Iorque. Foto: ONU/Shirin Yaseen

Manifestantes precisam se proteger da COVID-19, diz agência de saúde da ONU

Os manifestantes que desejam ir às ruas para fazer suas vozes serem ouvidas precisam tomar todas as precauções para não pegar ou transmitir o novo coronavírus, já que a pandemia está longe de terminar, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (5).

A mensagem da agência da ONU foi publicada em meio a protestos em andamento nos Estados Unidos após o assassinato de um homem negro, George Floyd, cujo pescoço foi prensado por um policial branco, e preocupações de uma “segunda onda” de infecções em países onde o lockdown foi aliviado.

OMS decide continuar teste com cloroquina para o tratamento contra a COVID-19

Durante entrevista com jornalistas, nesta quarta-feira (3), o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, contou que a comissão examinadora não considera a taxa de mortalidade uma razão para suspender os testes da cloroquina. O que significa, portanto, que os testes com o medicamento hidroxicloroquina para tratar a COVID-19 vão continuar.

Ao todo, mais de 200 medicamentos estão sendo analisados para determinar a eficácia no tratamento do novo coronavírus.

Até o momento, já foram recrutados mais de 3,5 mil pacientes em 35 países para esses ensaios clínicos.

São Paulo já soma mais de 1,7 mil mortos por COVID-19. Foto: Agência Brasil/Rovena Rosa

COVID-19: Distanciamento social, vigilância e sistemas de saúde mais fortes são essenciais

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, disse que manter medidas de distanciamento social, melhorar a vigilância e fortalecer os sistemas de saúde são as três chaves para controlar a pandemia de COVID-19 nas Américas.

Apenas na semana passada, houve 732 mil novos casos em todo o mundo e, destes, mais de 250 mil ocorreram em países da América Latina, “uma séria preocupação que deve servir como um apelo para redobrar nossos esforços”, afirmou Etienne em coletiva de imprensa.

Aplicativo da OMS para profissionais de saúde está disponível em português

Já está disponível para download gratuito a versão em português do aplicativo da Academia da OMS (WHO Academy). A ferramenta foi projetada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para ajudar profissionais de saúde a ampliarem suas habilidades de salvar vidas no combate à pandemia da COVID-19.

O aplicativo fornece aos profissionais de saúde orientações, cursos e workshops virtuais atualizados, que os ajudarão a cuidarem de pacientes com a doença causada pelo novo coronavírus e a se protegerem. A ferramenta foi desenvolvida com base em necessidades apresentadas por 20 mil profissionais de saúde de várias partes do mundo em uma pesquisa da Academia da OMS realizada em março de 2020.

Os protestos estão ocorrendo em cidades dos Estados Unidos, inclusive na cidade de Nova York. Foto: ONU/Shirin Yaseen

ONU pede moderação e coesão social, enquanto continuam protestos nos EUA

Respondendo aos protestos em andamento que geraram violência de todos os lados em dezenas de cidades dos Estados Unidos, o porta-voz da ONU reiterou na segunda-feira (1) o apelo do secretário-geral para que as queixas sejam manifestadas de “maneira pacífica”, recebidas com moderação pelas forças policiais e de segurança.

A indignação começou depois que imagens de vídeo se tornaram virais nas mídias sociais no início da semana passada, mostrando um policial branco na cidade de Mineápolis ajoelhado no pescoço do afro-americano de 46 anos George Floyd por mais de oito minutos, durante os quais ele aparentemente ficou inconsciente, morrendo sob custódia policial.

Países informam à OMS número preocupante de infecções bacterianas resistentes a medicamentos

Um número recorde de países está agora monitorando e notificando a resistência antimicrobiana, o que demonstra um grande passo na luta global contra a resistência a antibióticos. Em apenas três anos de existência, o sistema agrega dados de mais de 64 mil locais de vigilância com mais de 2 milhões de pacientes envolvidos em 66 países de todo o mundo.

No entanto, os dados fornecidos revelam um número preocupante de infecções bacterianas cada vez mais resistentes aos medicamentos disponíveis para tratá-las. Para o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Ghebreyesus, esses dados enfatizam a importância de proteger os antimicrobianos existentes e desenvolver novos para tratar efetivamente infecções, preservar os ganhos de saúde obtidos no século passado e garantir um futuro seguro.