Com 10 milhões de hectares perdidos anualmente, é necessário proteger florestas para salvar a biodiversidade

Publicado no Dia Internacional da Diversidade Biológica, em 22 de maio, o relatório “O Estado das Florestas do Mundo” mostra que a conservação da biodiversidade está diretamente relacionada com a forma de interação e uso das florestas. O relatório afirma também que é preciso agir imediatamente para proteger a biodiversidade diante da alarmante taxa de desmatamento e da degradação ambiental.

O relatório foi produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e com contribuição técnica do Centro de Monitoramento da Conservação Mundial da ONU Meio Ambiente.

Saiba como os manguezais nutrem a vida marinha

As árvores de mangues armazenam mais carbono em seus solos se comparadas a outras espécies, o que as tornam ativos valiosos na luta contra o aquecimento global.

Elas também diminuem o impacto das tempestades, servem de zonas de reprodução para peixes e outros animais marinhos e constituem eficazes sistemas de filtragem que evitam o influxo de água salina que torna o solo inadequado para a agricultura.

De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), governos e comunidades costeiras de países tropicais estão se sensibilizando cada vez mais sobre o valor dos manguezais para a natureza e os seres humanos.

COVID-19 e mudança do clima afetam cadeia produtiva de arroz

O mundo consome muito arroz. Mais de 3,5 bilhões de pessoas têm esse cereal como parte essencial de sua dieta, o que o torna fundamental para a segurança alimentar global e vital para metade da população mundial. Das 820 milhões de pessoas que passam fome atualmente, quase 60% vivem em áreas onde o consumo desse alimento representa mais de 40% de sua dieta anual de cereais. Paradoxalmente, as pessoas que o cultivam são geralmente as que não possuem segurança alimentar. Para mais de 100 milhões de pequenos produtores de arroz, é esse alimento que os tira da fome.

Antes da COVID-19, a grande indústria do arroz já estava enfrentando os impactos das mudanças climáticas. Agora, a pandemia está devastando todo o setor, ameaçando ainda mais vidas e meios de subsistência. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Em São Paulo e Rio de Janeiro, adolescentes e jovens das periferias discutem desafios, impactos e discriminações em relação aos seus direitos à cidade, especialmente em tempos de pandemia. Foto: pixabay/Alexandra Koch

Reconstruir melhor no pós-pandemia demanda respeito ao direito das futuras gerações

Atualmente, os jovens estão muito à frente nos esforços de proteger o planeta se comparados às gerações anteriores. Eles viram em primeira mão os impactos gerados por uma crise realmente global. Para os que já estavam preocupados com a crise climática, a pandemia pode ter fortalecido sua determinação em transformar o planeta para melhor. A expectativa é do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Publicação de OMS e ONU-Habitat coloca a saúde no centro das decisões de planejamento urbano. Foto: UNsplash

Concentração global de CO2 bate recorde mesmo durante crise da COVID-19

Embora seja verdade que o tráfego veicular e aéreo, bem como a atividade industrial, tenham sido drasticamente reduzidos na maior parte do mundo desde janeiro de 2020, esse não é o caso do consumo de eletricidade. De acordo com o Panorama Energético Mundial 2019, 64% das fontes globais de energia elétrica provêm de combustíveis fósseis (carvão: 38%, gás: 23%, petróleo: 3%). Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O PNUMA é a principal voz global em temas ambientais. Foto: Pixabay

PNUMA mapeia zoonoses e protege meio ambiente para reduzir riscos de pandemias

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) está intensificando seu trabalho no mapeamento de ameaças zoonóticas e na proteção do meio ambiente para reduzir o risco de futuras pandemias, como a da COVID-19, que se espalhou por todo o mundo.

No documento “Trabalhando com o Meio Ambiente para Proteger as Pessoas” divulgado nesta terça-feira (12), o PNUMA mostra como está se ajustando para responder à COVID-19 e apoiar nações e parceiros na reconstrução de um mundo melhor – por meio de de bases científicas mais sólidas, políticas que apoiem um planeta mais saudável e investimentos verdes.

Na agricultura intensiva, animais são criados em ambientes pequenos e densos, e têm diversidade genética limitada, o que os torna mais suscetíveis a doenças. Foto: OPAS

Invasão de habitats naturais intensifica surgimento de zoonoses, diz especialista

Em entrevista ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o especialista ugandês Bernard Bett, que lidera pesquisas sobre doenças infecciosas negligenciadas e emergentes, afirma que as zoonoses estão mais frequentes no mundo. Isso ocorre devido à invasão de habitats naturais, à urbanização e ao desenvolvimento socioeconômico, que impõe práticas como a agricultura intensiva.

“Quando as pessoas degradam os habitats da vida selvagem ou estabelecem seus próprios assentamentos em algumas áreas, elas se tornam parte do ecossistema e do ciclo selvático – o ciclo de transmissão viral que ocorre entre os animais nas florestas.” Leia a entrevista completa.

A indiana Fátima Babu lidera campanha contra a fundição de cobre Sterlite em Tuticorin há 24 anos. Foto: Thom Pierce /Guardian/Global Witness/PNUMA

ONU e parceiros coordenam esforços para apoiar defensores ambientais

Programas das Nações Unidas, defensores do meio ambiente, ONGs e instituições acadêmicas se reuniram em Genebra no fim de fevereiro para discutir como mobilizar a comunidade internacional para apoiar os defensores ambientais.

Em todo o mundo, esses defensores estão lutando por um meio ambiente mais saudável ​​– não apenas para suas comunidades, mas para todos. Apesar de seu trabalho valioso e corajoso, eles continuam altamente vulneráveis ​​e sob crescente ataque em todo o mundo. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O conteúdo disponibilizado inclui vídeos, textos e atividades – que serão traduzidos para 10 idiomas. Foto: PNUMA

Escola pela Terra visa manter conexão de alunos com natureza durante período de isolamento

Em resposta à crise da COVID-19, foi criada uma coalizão inédita para lançar a Escola pela Terra (Earth School, em inglês), plataforma que fornece conteúdo educacional gratuito e de alta qualidade para ajudar estudantes, pais e professores em isolamento em todo o mundo. Iniciada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pelo TED-Ed, a Escola pela Terra leva os alunos a uma aventura de 30 dias pelo mundo natural.

O conteúdo disponibilizado inclui vídeos, textos e atividades – que serão traduzidos para 10 idiomas – para ajudar jovens e crianças a entenderem o meio ambiente e considerarem seu papel na natureza. Essa é a maior iniciativa de aprendizagem online feita pelo PNUMA e está disponível gratuitamente no site do TED-Ed.

Economia Verde: As escolhas que fazemos agora moldarão o futuro

Em meio à resposta global à COVID-19, o mundo está precisando de uma transformação econômica sustentável que promova tanto o bem-estar dos indivíduos quanto do meio ambiente. Mesmo diante das adversidades atuais e do prejuízo na economia global, existem possibilidades de construção de um futuro melhor e mais verde. Mas que dependerá das decisões dos governantes, das empresas e dos indivíduos.

A Parceria para Ação pela Economia Verde (PAGE) tem promovido a transformação econômica sustentável inclusiva em 20 países, desde 2013. A PAGE reúne o conhecimento especializado de cinco agências da ONU, ajudando na transição para uma economia verde que promova o crescimento, gere empregos e traga prosperidade para todos.

Entre as cinco agências está o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O Dia da Terra é mais importante do que nunca

O Dia da Terra é um lembrete oportuno para tomar medidas urgentes para proteger o planeta do aquecimento global e garantir um futuro digno e saudável, diz o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Enfrentar a pandemia da COVID-19 e proteger a população das futuras ameaças globais requer o gerenciamento correto de resíduos médicos e químicos, a administração consistente e global da natureza e da biodiversidade, e o comprometimento com a reconstrução da sociedade, criando empregos verdes e facilitando a transição para uma economia neutra em carbono.

O que fazer com resíduos biomédicos e de serviços hospitalares durante a pandemia?

Em entrevista, Keith Alverson, diretor do Centro Internacional de Tecnologia Ambiental (IETC) do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em Osaka, no Japão, fala sobre o Compêndio de Tecnologias para o Tratamento e a Destruição de Resíduos de Saúde.

A publicação científica aborda a gestão dos lixos hospitalares e pode auxiliar a avaliação e a seleção de tecnologias apropriadas para sua destruição, além de ajudar no planejamento e gerenciamento do grande número de rejeitos oriundos da pandemia de COVID-19.

Gincana Caça aos Plástico acontece no perfil do Instagram do PNUMA - Foto: Pexels

PNUMA lança Gincana Caça aos Plásticos

A partir de hoje, a Campanha Mares Limpos ajuda pais e mães a ocupar as crianças dentro de casa com a Gincana Caça aos Plásticos.

Desenvolvida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em parceria com o programa ‘Criança e Consumo’, do Instituto Alana, a iniciativa pretende aproveitar o tempo de reclusão provocado pela pandemia do novo coronavírus para estimular reflexões lúdicas sobre a presença do plástico no cotidiano.

Para participar, basta seguir o perfil do PNUMA no Instagram, @unep_pt.

Jovens Campeãs da Ásia e do Pacífico, Sonika Manandhar, engenheira de software e diretora de tecnologia da Aeoli (Green Energy Mobility- GEM) e Louise Mabulo, chef premiada, agricultora e fundadora do Projeto Cacau; e a Jovem Campeã da Europa, Marianna Muntianu, ativista ambiental e fundadora do projeto Plante a Floresta (Plant the Forest, em inglês).​​​​​ Foto: PNUMA

Crises mostram urgência de promover transformações nas sociedades, dizem jovens inovadoras

Se uma doença pode nos ajudar a entender quão frágil, interconectada e preciosa é a vida, a pandemia do novo coronavírus está nos ensinando infinitas lições nos níveis pessoal, regional e mundial.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) conversou com três Jovens Campeãs da Terra de 2019 sobre como as crises mostram a urgência de promover transformações para a nossa sociedade.

Jovens Campeões da Terra é a principal iniciativa do PNUMA para impulsionar a juventude a enfrentar os maiores desafios ambientais do mundo.

À medida que o mundo responde e se recupera da atual pandemia, precisará de um plano robusto para proteger a natureza, para que a natureza possa proteger a humanidade, segundo o PNUMA. Foto: Unplash

Os coronavírus vieram para ficar?

Pesquisadores ainda não identificaram o ponto exato em que o vírus SARS-CoV-2 foi transferido de animais para humanos e se apresentou na forma de COVID-19. No entanto, uma coisa é clara: o novo coronavírus não será a última pandemia.

Em 2016, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) sinalizou preocupação com o aumento mundial de epidemias zoonóticas. Especificamente, apontou que 60% de todas as doenças infecciosas emergentes nos seres humanos são zoonóticas e estão intimamente ligadas à saúde dos ecossistemas. Leia a reportagem completa.

A possibilidade de infecção por COVID-19 é um risco para a conservação de primatas. Foto: Pierre Aden/Visual Hunt

COVID-19 ameaça a conservação de primatas, diz especialista da ONU

Patologias infecciosas como a COVID-19 – causada pelo vírus SARS CoV-2 – são uma grande preocupação para a conservação das espécies de chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos, de acordo com um especialista da ONU.

Tanto os seres humanos quanto os grandes primatas são suscetíveis a doenças infecciosas, e a introdução de patógenos humanos nessas populações pode resultar em perdas catastróficas. Leia entrevista concedida ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O gerenciamento correto de resíduo biomédico e de serviços hospitalares requer identificação, coleta, separação, armazenamento, transporte, tratamento e descarte apropriados. Foto: pixabay/leo2014

Gestão adequada de resíduos é vital no combate ao novo coronavírus, diz PNUMA

Diante da pandemia de COVID-19, muitos tipos de resíduos perigosos e hospitalares estão sendo gerados no mundo todo, como máscaras, luvas e outros equipamentos infectados, juntamente com um grande volume de itens não infectados de mesma natureza.

A gestão inadequada desses resíduos pode causar efeitos imprevisíveis na saúde humana e no meio ambiente. Por isso, o manuseio seguro e o descarte final desses materiais são vitais para uma resposta de emergência eficaz, disse o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O III Seminário Internacional de Soluções Baseadas na Natureza (SbN) reuniu 250 participantes, entre técnicos e secretários municipais, representantes de ministérios, acadêmicos, ativistas e sociedade civil. Foto: PNUMA

Evento em Brasília discute soluções baseadas na natureza para enfrentar desafios urbanos

Especialistas nacionais e internacionais debateram esta semana (10 e 11) em Brasília (DF) como se inspirar na natureza para criar soluções que enfrentem os grandes desafios urbanos e forneçam melhor qualidade de vida e resiliência climática.

O III Seminário Internacional de Soluções Baseadas na Natureza (SbN) reuniu 250 participantes, entre técnicos, secretários municipais, representantes de ministérios, sociedade civil, acadêmicos e ativistas.

No Brasil, as ações estimularão mudanças no processo produtivo do setor de café, rumo a uma economia de baixo carbono. Foto: Negative Space/Pexels

Projeto de PNUMA e Ministério da Economia estimula uso do selo ecológico pelo setor cafeeiro

O rótulo dos alimentos é uma importante ferramenta de informação na hora de escolher o produto a ser consumido. Uma forma de torná-lo ainda mais útil aos consumidores é a rotulagem ambiental. Nela, são apresentadas as características e o ciclo de vida dos produtos, permitindo a comparação com outros similares e, consequentemente, uma escolha mais consciente por aquele que possui menor impacto ambiental.

Para incentivar a produção e o consumo responsável, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) lançou na quarta-feira (11), em Brasília (DF), um projeto que capacitará produtores nacionais de café a cumprirem os requisitos de obtenção de selos ecológicos. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Economia, do International Climate Initiative (IKI) e do One Planet Network.

Usinas elétricas ou pecuária? Quando se trata de mudanças climáticas, a principal causa do aumento das emissões dos gases de efeito estufa é a criação de animais para alimentação. Nos Estados Unidos, 80% de toda a área agricultável é reservada ao pasto ou ao cultivo de ração para alimentar os animais que serão abatidos e transformados em carne. Para atender ao aumento da demanda global por carne, áreas de florestas tropicais são destruídas para o cultivo de espécies como boi, galinha e porco. Todos podem contribuir em nível individual para o reequilíbrio do clima. Junte-se às Nações Unidas no combate às mudanças climáticas!

VÍDEO: Seus hábitos alimentares podem influenciar o clima global?

Usinas elétricas ou pecuária? Quando se trata de mudanças climáticas, a principal causa do aumento das emissões dos gases de efeito estufa é a criação de animais para alimentação.

Nos Estados Unidos, 80% de toda a área agricultável é reservada ao pasto ou ao cultivo de ração para alimentar os animais que serão abatidos e transformados em carne.

Para atender ao aumento da demanda global por carne, áreas de florestas tropicais são destruídas para o cultivo de espécies como boi, galinha e porco.

Todos podem contribuir em nível individual para o reequilíbrio do clima. Junte-se às Nações Unidas no combate às mudanças climáticas!

Em março de 2019, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução declarando o período de 2021-2030 como a Década de Restauração de Ecossistemas da ONU. Foto: PNUMA

ONU recebe sugestões para planejamento da Década de Restauração de Ecossistemas

Em março de 2019, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução declarando o período de 2021-2030 como a Década de Restauração de Ecossistemas da ONU. A coordenação da Década é co-liderada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Para cumprir essa missão e os dois objetivos que a acompanham será necessária ajuda de toda a comunidade global. O documento com a estratégia está aberto para revisão, comentários e sugestões até 30 de abril de 2020 e qualquer pessoa interessada em contribuir com o planejamento da Década e das atividades a ela relacionadas pode participar.

Foto: Wikimedia Commons

PNUMA cita sete conexões entre você e os recifes de coral

O Dia Mundial da Vida Selvagem, celebrado nesta terça-feira (3), é uma chance para apreciarmos tudo o que a natureza oferece. O tema deste ano, “Sustentando toda a vida na Terra”, celebra a natureza que permite que animais selvagens, plantas e seres humanos prosperem em harmonia.

Entre os elementos mais valiosos da natureza estão os recifes de coral. Eles abrigam a maior variedade de espécies dos oceanos. Você pode pensar neles como florestas tropicais subaquáticas — cheias de componentes vivos e não vivos que, juntos, criam um dos ecossistemas mais exclusivos e importantes do mundo. Leia relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Dez espécies migratórias foram adicionadas ao acordo global sobre vida selvagem, como o elefante asiático, a onça-pintada e a grande abetarda indiana. Foto: Pixabay

Conferência na Índia é concluída com ações de conservação das espécies migratórias

A 13ª reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre Conservação de Espécies Migratórias de Animais Silvestres foi realizada em Gandhinagar, na Índia, com a adoção de resoluções e decisões significativas para tratar das necessidades e ameaças à conservação das espécies migratórias em todo o mundo.

A COP13 foi a primeira de uma série de reuniões internacionais relacionadas à natureza que serão realizadas em 2020. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Publicação de OMS e ONU-Habitat coloca a saúde no centro das decisões de planejamento urbano. Foto: UNsplash

Seminário internacional em Brasília discute soluções urbanas baseadas na natureza

Brasília (DF) sediará o 3º Seminário Internacional de Soluções Baseadas na Natureza com o tema “O Desafio da Água e as Cidades”.

O objetivo é promover discussões sobre como enfrentar desafios urbanos por meio de soluções vindas da natureza, favorecendo a qualidade de vida e a resiliência climática.

O evento acontece nos dias 10 e 11 de março, será aberto ao público e conta com a parceria do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Participantes do Fórum Urbano Mundial em Abu Dhabi. Foto: PNUMA

ARTIGO: Fórum Urbano Mundial destaca ação das cidades contra mudanças climáticas

Em artigo, a diretora-executiva adjunta do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Joyce Msuya, falou sobre os temas debatidos no Fórum Urbano Mundial, realizado este mês em Abu Dhabi, entre os quais o papel das cidades no combate às mudanças do clima.

“Há uma liderança incrível de cidades alcançando a neutralidade de carbono e cidades assumindo compromissos ambiciosos em elementos críticos nessa direção, de edifícios de neutralidade de emissões líquida até compromissos de energia 100% renovável ​​e similares.” Leia o artigo completo.

Foto: Flickr

Fórum global sobre cidades destaca necessidade de desenvolvimento urbano sustentável

Atualmente, as cidades são responsáveis ​​por cerca de 70% das emissões de gases de efeito estufa e consomem 75% da energia e dos recursos do mundo.

À medida que a população humana continua crescendo e o planeta enfrenta graves ameaças por conta das mudanças climáticas, a necessidade de planejamento urbano sustentável torna-se evidente.

Leia reportagem do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Segundo dados das Nações Unidas, menos de 30% dos pesquisadores científicos em todo o mundo são mulheres. Foto: PNUMA

Mulheres do PNUMA contam como lideranças femininas as inspiraram a seguir carreira na ciência

Durante séculos, o papel das mulheres na ciência foi subestimado. Raios-X, movimentos ambientalistas e até a descoberta de matéria escura, todos ocorreram graças ao trabalho de mulheres na ciência. No entanto, na maioria dos casos, as mulheres receberam pouco reconhecimento e foram discriminadas por seus colegas.

Para lembrar o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) conversou com cinco mulheres que trabalham para a organização sobre as lideranças femininas que as inspiraram a seguir um caminho na ciência, na tecnologia, na engenharia e na matemática.

Impunidade contra crimes de tortura no México preocupa especilistas da ONU. Foto: WikiCommons / Flickr / schlaeger

Cidade do México prepara-se para banir plástico descartável até 2021

A Cidade do México, uma das capitais mais populosas do Ocidente, aprovou uma nova lei proibindo o uso de sacolas de plástico. A medida, que entrou em vigor em 1º de janeiro, inaugura a intenção do país de banir plásticos descartáveis até 2021, de forma gradual.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) estima que 10 milhões de bolsas plásticas sejam consumidas, a cada minuto, em todo o mundo.

Estudo traz novas descobertas sobre impacto da ação humana nos ambientes de água doce

Um novo estudo global lança luz sobre o impacto da poluição na diversidade das plantas aquáticas e nos ambientes de água doce de forma geral.

A fotossíntese em muitas plantas aquáticas depende de bicarbonato (HCO3−) além de dióxido de carbono (CO2). O estudo investiga a ligação entre os dois e seu impacto na distribuição das plantas.

“As mudanças antropogênicas estão afetando as concentrações de bicarbonato e de CO2, e isso pode alterar a composição das espécies das comunidades de plantas de água doce”, diz o coautor do estudo, Ole Vestergaard, especialista em ecossistemas marinhos e de água doce do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O setor dos transportes é o principal consumidor de combustíveis fósseis na região latino-americana e a principal fonte de poluição atmosférica. Foto: PEXELS(CC)/Joey Lu

Fórum Urbano em Abu Dhabi lança plataforma global de medição da qualidade do ar

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) e a empresa suíça IQAir lançaram na segunda-feira (10) em Abu Dhabi a maior plataforma de dados de qualidade do ar do mundo.

A ferramenta reúne dados sobre poluição do ar fornecidos em tempo real por mais de 4 mil colaboradores, incluindo cidadãos, comunidades, governos e setor privado, com o objetivo de tornar as cidades mais saudáveis ​​e sustentáveis.

Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente lança prêmio Jovens Campeões da Terra 2020. Foto: Pixabay

ONU abre inscrições de maior prêmio global para jovens empreendedores e ambientalistas

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) abriu nesta segunda-feira (10) as inscrições para o prêmio Jovens Campeões da Terra 2020. A competição global é um dos prêmios de maior prestígio da ONU para jovens empreendedores que têm grandes ideias para solucionar os principais desafios ambientais do planeta.

O concurso é voltado para empreendedores ambientais com idade entre 18 e 30 anos. O prazo para inscrições foi prorrogado para 30 de abril.

Os legumes são as sementes comestíveis de plantas leguminosas cultivadas para alimentação. Feijões secos, lentilhas e ervilhas são algumas das mais conhecidas e consumidas. Foto: PNUMA

Em Dia dos Legumes, PNUMA destaca benefícios climáticos e comunitários do plantio do feijão

Em comemoração ao Dia Mundial dos Legumes (10 de fevereiro), o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) destaca seu valor e seus benefícios para a saúde humana e lembra como seu consumo pode ajudar a alcançar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Os legumes são altamente nutritivos, ricos em fibras solúveis e têm baixo teor de gordura. Assim, podem diminuir o colesterol e ajudar a controlar o açúcar no sangue. Devido a essas qualidades, elas são recomendadas pelas organizações de saúde para o tratamento de doenças como diabetes e problemas cardíacos. Também foi demonstrado que os legumes ajudam a combater a obesidade.

Manguezal no parque nacional Los Haitises, na República Dominicana. Foto: WkiMedia (CC)/Anton Bielousov

Fundo apoiará ações de adaptação às mudanças climáticas baseadas em ecossistemas

A adaptação baseada em ecossistemas (EbA, na sigla em inglês) refere-se ao conjunto de abordagens que envolvem o gerenciamento de ecossistemas para reduzir a vulnerabilidade das comunidades humanas às mudanças climáticas.

A restauração de manguezais e recifes de coral, por exemplo, protege as áreas costeiras dos impactos do aumento do nível do mar, enquanto o plantio e a restauração de vegetação nas encostas e montanhas impedem a erosão e deslizamentos de terra durante chuvas extremas.

Considerado um dos países mais ambientalmente diverso do mundo, Colômbia sustenta perto de 10% da biodiversidade de todo o planeta. Foto: IPBES.

PNUMA participa de encontro sobre biodiversidade em São Paulo

Especialistas em biodiversidade estão reunidos até sexta-feira (6) em São Paulo, em encontro preparatório para a COP15 da Convenção de Diversidade Biológica, que acontece na China em outubro.

Os resultados das discussões serão utilizados para elaborar a Carta de São Paulo. Participam do encontro todas as esferas de governo, com destaque para estados e municípios, representantes do setor público, privado, acadêmico e sociedade civil.