Projeto Balaio abre cadastro online para quem precisa de alimentos e kits de higiene e limpeza

O “Projeto Balaio: saúde, inclusão e comunidade” recebe desde quarta-feira (13) inscrições de pessoas vivendo com HIV/AIDS e pessoas LGBTI+ que necessitem de apoio com cesta básica de alimentos e kits de higiene e limpeza em meio à pandemia de COVID-19.

Ação é uma iniciativa da ONG Barong, em parceria com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

O projeto tem foco inicial em pessoas que moram na cidade de São Paulo e se encontram em situação de extrema vulnerabilidade. Seu objetivo é mitigar os impactos secundários da pandemia de COVID-19 sobre estas populações.

COVID-19: Interrupções em serviços de HIV podem causar 500 mil mortes adicionais por AIDS

Um grupo de modelagem convocado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) estimou que, se não forem feitos esforços para mitigar e superar as interrupções nos serviços e na distribuição de insumos de saúde causados pela pandemia da COVID-19, uma interrupção de seis meses da terapia antirretroviral poderia levar a um número superior a 500 mil mortes a mais por doenças relacionadas à AIDS, incluindo a tuberculose.

As estimativas se referem ao cenário na África Subsaariana, para o período entre 2020-2021. Em 2018, estima-se que 470 mil pessoas morreram de causas relacionadas à AIDS na região.

Quase metade dos entrevistados (46%) considerava ter informações insuficientes sobre a relação entre a COVID-19 e o HIV. Foto: UNAIDS

Pesquisa do UNAIDS lista necessidades de pessoas vivendo com HIV em tempos de COVID-19 no Brasil

Pesquisa realizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) Brasil reforça a importância de, no caso específico das pessoas vivendo com HIV ou AIDS, as consultas e exames serem considerados parte dos serviços essenciais de saúde.

A pesquisa perguntou às pessoas se elas tinham visitado o serviço de saúde local para reabastecer o estoque pessoal de medicamentos para HIV nos 30 dias anteriores à data da pesquisa (27 a 31 de março), e 64% reponderam que sim. Destas, 28% responderam ter tratamento suficiente para três meses. Outros 32,3% disseram ter tratamento para dois meses, e 39% para apenas um mês.

De acordo com a recomendação do UNAIDS e do Ministério da Saúde, os serviços devem, na medida do possível, disponibilizar tratamento para pelo menos três meses durante a pandemia. Isso evitará a exposição desnecessária dessas pessoas indo buscar medicamentos repetidas vezes em serviços de saúde que já estão sobrecarregados.

UNAIDS pede aos países que mantenham o foco na prevenção do HIV durante a pandemia da COVID-19

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) pede aos países que permaneçam firmes em seus esforços de prevenção ao HIV e garantam que as pessoas possam continuar acessando os serviços de que precisam para permanecerem livres do HIV, sem discriminação e sem violência e que sejam capazes de desfrutar de sua saúde e direitos sexuais e reprodutivos.

Apesar do progresso global na prevenção do HIV, com as novas infecções caindo 40% desde o pico de 1997, os ganhos obtidos com grande esforço correm o risco de serem revertidos pela pandemia da COVID-19 em todo o mundo.

Resposta à COVID-19 na América Latina e Caribe deve respeitar os direitos humanos de pessoas LGBTI

O UNAIDS e a REDLACTRANS pedem aos governos e parceiros para proteger, apoiar e respeitar os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais (LGBTI) durante a resposta à COVID-19. No decorrer da pandemia, estas populações podem estar em situação particularmente vulnerável, assim como quem vivem com o sistema imunológico comprometido, incluindo algumas pessoas vivendo com HIV e AIDS.

Em referência às medidas de isolamento social baseadas na questão de gênero, é necessário que os países garantam a proteção das populações trans e da diversidade de gênero, e que incluam instruções apropriadas, com enfoque em direitos, a agentes estatais.

Resposta à COVID-19 deve proteger direitos das profissionais do sexo, diz UNAIDS

A Rede Global de Projetos de Trabalho Sexual (NSWP na sigla em inglês) e o UNAIDS divulgaram recentemente uma declaração conjunta pedindo aos países que tomem medidas imediatas e críticas para proteger a saúde e os direitos das profissionais do sexo durante a pandemia da COVID-19.

A pandemia, como em outras crises de saúde, está expondo as desigualdades existentes e afetando desproporcionalmente as pessoas já criminalizadas, marginalizadas e vivendo em situações precárias de saúde e econômicas, geralmente fora dos mecanismos de proteção social.

UNAIDS considera gastos com saúde e proteção social parte essencial da resposta econômica à COVID-19

Segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), quando os governos priorizam os sistemas de saúde privatizados em detrimento dos cuidados de saúde universais financiados publicamente, eles estão fazendo uma escolha, dizendo que o direito à saúde se torna um privilégio para os poucos que podem pagar. Quando ocorre uma epidemia, essa escolha se traduz em uma decisão sobre quem viverá e quem morrerá.

Mas a história não é integralmente sombria. “Estamos vendo mais consciência da importância da saúde e da proteção social. Se quisermos nos recuperar, precisamos nos redefinir – não podemos voltar para onde estávamos”, disse o UNAIDS.

UNAIDS e MPact manifestam preocupação com relatos de abuso contra pessoas LGBTI em meio à pandemia

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) e a iniciativa global para a saúde e os direitos de homens gays MPact manifestaram preocupação com o fato de que lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI) estão sendo apontadas e culpadas, abusadas, encarceradas e estigmatizadas como vetores de doenças durante a pandemia da COVID-19.

O UNAIDS e a MPact também disseram estar profundamente preocupados com o fato de essa ação discriminatória estar agravando os desafios que as pessoas LGBTI já enfrentam no acesso a direitos, incluindo serviços de saúde seguros e de qualidade.

Novo mapa de inovações fortalece a resposta à COVID-19

Um novo mapa de inovação para o coronavírus foi lançado pelo StartupBlink juntamente com a Agência de Inovações de Moscou e com o Health Innovation Exchange — uma iniciativa do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) para alavancar o potencial de inovações que melhorem a saúde de todos.

O mapa é um diretório de centenas de inovações e soluções em todo o mundo que podem apoiar e fortalecer a resposta à COVID-19, ajudando as pessoas a se adaptarem à vida durante a pandemia e a conectar iniciativas inovadoras para que consigam colaborar em soluções conjuntas.

Palestra virtual da assessora de apoio comunitário do UNAIDS sobre "COVID-19 e saúde". Foto: UNAIDS

Cozinha&Voz recebe oficial do UNAIDS para debate sobre HIV e resposta à COVID-19

As pessoas mais afetadas pela COVID-19, assim como as pessoas mais afetadas pelo HIV, são exatamente aquelas que estão em situação de vulnerabilidade social.

O alerta foi feito por Ariadne Ribeiro, assessora de apoio comunitário do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e uma mulher trans. Ela foi a convidada para uma palestra virtual sobre “COVID-19 e saúde”, para a turma do Cozinha&Voz, na quarta-feira (22).

O projeto desenvolvido por Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Ministério Público do Trabalho (MPT) capacita profissionais como assistente de cozinha e promove a empregabilidade de pessoas em situação de exclusão socioeconômica.

Criança dorme na rua no Rio de Janeiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

UNAIDS condena violação de direitos das populações vulneráveis em meio à pandemia

O UNAIDS está profundamente preocupado com os relatos de que a epidemia de COVID-19 está sendo usada como desculpa para atingir populações marginalizadas e vulneráveis, restringir o espaço da sociedade civil e aumentar os poderes policiais. Em particular, o UNAIDS está extremamente apreensivo com os relatos de novas leis que restringem direitos e liberdades e visam atingir grupos criminalizados de maneira prejudicial aos direitos e à saúde das pessoas que vivem com HIV ou são vulneráveis ao vírus.

“Em tempos de crise, poderes emergenciais e agilidade são cruciais; no entanto, eles não podem prejudicar os direitos dos mais vulneráveis ”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.

ONG apoia mulheres vivendo com a HIV a alcançar a estabilidade financeira no Quênia

A atual pandemia da COVID-19 preocupa Karambu Ringera, fundadora e presidente da ONG Iniciativas Internacionais pela Paz, que ajuda órfãos, mulheres vivendo com o HIV e sobreviventes de violência a realizarem iniciativas sustentáveis para que alcancem estabilidade e autossuficiência.

Uma das iniciativas da ONG – a Casa Kithoka Amani – abriga 76 crianças e oferece três refeições diárias, mas está fechada desde o início da pandemia do coronavírus. “Sinto que cada vez mais as pessoas precisam criar seus próprios sistemas sustentáveis onde elas estão, para que durante desafios como esse, pelo menos possam ter sua própria alimentação”. Leia o relato do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária vai apoiar resposta à COVID-19

O Conselho do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária aprovou, por unanimidade, um novo mecanismo para apoiar os países na resposta à COVID-19 e amenizar o impacto nos sistemas de saúde e em programas de combate ao HIV, tuberculose e malária de forma eficaz, dobrando o valor do financiamento disponível para até US$ 1 bilhão.

Membros do Conselho enfatizaram a importância de remover as barreiras que envolvem direitos humanos e gênero para os cuidados de saúde, e o papel das comunidades, essencial para uma resposta eficaz. Assim como no HIV, tuberculose e malária, a COVID-19 afetará desproporcionalmente os mais pobres, os mais marginalizados e os mais vulneráveis.

UNAIDS: fim da violência contra mulheres e meninas deve ser uma prioridade

Restrições de movimento, isolamento físico e aumento das pressões socioeconômicas em todo o mundo levaram a um aumento da violência contra mulheres e meninas desde o início da pandemia de COVID-19. Como afirmou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, a paz não é apenas a ausência de guerra. “Muitas mulheres em quarentena, por conta da COVID-19, enfrentam violência onde deveriam estar mais seguras: em suas casas”.

As Nações Unidas pediram que os governos dediquem financiamento nos planos nacionais de resposta à COVID-19 para abrigos de proteção contra violência doméstica, um suporte maior às linhas telefônicas de apoio, incluindo serviços de texto (para que as denúncias de abuso possam ocorrer discretamente), suporte jurídico on-line e serviços psicossociais para mulheres e meninas.

Profissionais do sexo não devem ser deixadas para trás na resposta à COVID-19, alerta UNAIDS

Como resultado da pandemia da COVID-19, as profissionais do sexo em todo o mundo estão passando por dificuldades: perda total de renda, maior discriminação e assédio. A criminalização de vários aspectos do trabalho sexual na maioria dos países serve para ampliar a situação já precária das profissionais do sexo na economia informal. Como as trabalhadoras do sexo e seus clientes se auto-isolam, elas ficam desprotegidas, cada vez mais vulneráveis e incapazes de sustentar a si mesmas e suas famílias.

A Rede Global de Projetos de Trabalho Sexual e o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/Aids (UNAIDS) pedem aos países que garantam o respeito, a proteção e o cumprimento dos direitos humanos das profissionais do sexo.

UNAIDS ajuda pessoas trans na Indonésia durante pandemia da COVID-19

A Coalizão de Mecanismo de Resposta a Crises, liderada pelas organizações da sociedade civil com apoio do UNAIDS Indonésia, arrecadou cerca de 4,1 mil dólares, o que possibilitou a distribuição de cestas básicas e kits de higiene para mais de 530 mulheres trans na grande Jacarta.

Até o dia 6 de abril, a Indonésia apresentava 2.491 casos confirmados da COVID-19 e 209 mortes. Como muitas áreas do país adotaram medidas de distanciamento social, muitas pessoas estão sendo afetadas pelos efeitos econômicos desta importante medida de contenção do vírus.

ARTIGO: Coronavírus mostra a necessidade de uma saúde gratuita para todas as pessoas – agora

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), Winnie Byanyima, faz um alerta: “três pessoas a cada segundo são levadas à extrema pobreza ao pagarem por serviços de saúde. Cobrar pelos serviços de saúde não prejudica apenas os diretamente afetados – coloca todos em risco”.

Winnie Byanyima traz exemplos do Sri Lanka, Jamaica e Serra Leoa para mostrar que o país não precisa ser rico para oferecer serviços de saúde gratuitos a todas as pessoas. “Mesmo em ambientes frágeis, as remoções de custos, quando planejadas e implementadas adequadamente, melhoram os sistemas de saúde e protegem os vulneráveis. Globalmente, porém, o ritmo do progresso é muito lento e o impacto da pandemia da COVID-19 é testemunha de que os líderes econômicos subestimaram os riscos econômicos de baixos investimentos em saúde eqüitativa”. Leia o artigo na íntegra.

ARTIGO: Vírus expõe desigualdades gritantes entre ricos e pobres

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, demonstra preocupação com o impacto da COVID-19 na África e nas pessoas vivendo com HIV/Aids. Ela afirma que a falta de investimento nos sistemas de saúde, as dívidas crescentes e a enorme sonegação de impostos corporativos, deixaram o continente mal preparado para enfrentar esta emergência.

“Os custos para acessar os serviços de saúde negam às pessoas comuns o direito à saúde. Este é o momento de acabar com estes custos. Os países ricos estão injetando bilhões de dólares em suas próprias economias e sistemas de seguridade social para manter pessoas e empresas em atividade, mas haverá um enorme apoio financeiro internacional coordenado para os países em desenvolvimento combaterem a COVID-19? Ou estamos nisso juntos ou ninguém está seguro. Nada além de uma resposta global derrotará esse vírus agressivo”. Leia o artigo completo.

UNAIDS elogia decisão de Portugal de conceder residência temporária a migrantes

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou a decisão tomada pelo governo português de conceder direitos de residência temporária a todos os migrantes e solicitantes de refúgio que solicitaram residência no país antes de 18 de março de 2020, quando foi anunciado o estado de emergência da COVID-19.

Esses direitos darão aos migrantes e solicitantes de refúgio acesso a benefícios sociais e de saúde, incluindo acesso ao serviço nacional de saúde, contas bancárias e contratos de trabalho e aluguel, até pelo menos 1 de julho de 2020.

Mulheres elevam suas vozes na vanguarda das mudanças climáticas

A região do Pacífico tem uma das maiores taxas de violência baseada em gênero do mundo. Pesquisas nacionais mostram que 72% das mulheres de Fiji sofrem violência de gênero em comparação com a média global de 35%. As mulheres da região também têm baixa representação em posições de liderança — dos 560 parlamentares do Pacífico, 48 são mulheres e apenas 10 são mulheres Fijianas.

Para além destes impactos socioculturais, as mulheres do Pacífico estão exigindo mais envolvimento na tomada de decisões relacionadas ao clima e se engajando totalmente nas respostas climáticas. Conheça a história da Narayan, Raduva e Maisamoa.

Foto: UNAIDS

UNAIDS apoia decisão de realizar virtualmente a 23ª Conferência Internacional de AIDS

O UNAIDS apoiou a decisão de a Sociedade Internacional de AIDS realizar, de forma virtual, a 23ª Conferência Internacional de AIDS (AIDS 2020) em julho, colocando a saúde e a segurança das pessoas em primeiro lugar.

O UNAIDS aproveita a ocasião e pede a todas as pessoas que se lembrem que a COVID-19 é uma doença grave. Todas as pessoas que vivem com HIV devem tomar todas as medidas preventivas recomendadas para minimizar a exposição e prevenir a infecção pelo vírus que causa a COVID-19.

Foto: UNAIDS

Redes de solidariedade garantem acesso a medicamentos antirretrovirais durante pandemia

Receber ligações a qualquer hora do dia não é incomum para Liu Jie, oficial de mobilização comunitária no escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) na China.

Devido ao surto de COVID-19, todo o escritório tem se dedicado a ajudar as pessoas que vivem com HIV na continuidade do acesso ao tratamento, especialmente na província de Hubei, onde a pandemia foi relatada pela primeira vez. Recentemente, Liu ficou surpresa quando recebeu uma ligação da Polônia.

Publicação do UNAIDS pede zero discriminação contra mulheres e meninas - Foto: reprodução

Em Dia Mundial de Zero Discriminação, UNAIDS defende igualdade de mulheres e meninas

O UNAIDS desafiou a discriminação enfrentada por mulheres e meninas no Dia Mundial de Zero Discriminação 2020, lembrado em 1º de março. O objetivo é conscientizar e mobilizar ações para a promoção da igualdade e do empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo. A AIDS continua sendo a maior causa de morte de mulheres entre 15 e 49 anos.

A diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, lembrou que o esforço para vencer a AIDS é inseparável da luta pelos direitos das mulheres e da luta contra todas as formas de discriminação.

O que as pessoas que vivem com HIV precisam saber sobre o coronavírus

COVID-19 é uma doença grave e todas as pessoas que vivem com HIV devem tomar todas as medidas preventivas recomendadas para minimizar a exposição ao novo coronavírus, causador da COVID-19, e prevenir-se da infecção.

Até o momento, não há fortes evidências de que as pessoas que vivem com HIV corram um risco especialmente maior de contrair a COVID-19 ou de que, caso o isso ocorra, elas possam apresentar um resultado pior em seus organismos. Contudo, isso não significa que as pessoas que vivem com HIV devam encarar a COVID-19 sem preocupações ou como se não fosse um problema grave. É preciso tomar todas as precauções para se proteger.

Winnie Byanyima, diretora executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. Foto: UNAIDS

ARTIGO: Para acabar com a AIDS, precisamos de uma nova era de liderança — séria, corajosa e justa

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, afirma que como mulher africana, as lembranças da AIDS estão gravadas em sua mente.

“De membros da família que se foram muito cedo nos deixando em luto e despedaçados; dos desvios de curso nos planos de desenvolvimento dos países; e de temer que a ameaça fosse impossível de derrotar.”

“Mas tenho outras lembranças que me trazem força, principalmente de como as pessoas começaram a reagir, muitas vezes se colocando em grande risco. A coragem delas mudou tudo, e fomos capazes de mobilizar a ciência, recursos internacionais, inovação e parcerias para começar a progredir contra a epidemia.” Leia o artigo completo.

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

UNAIDS elogia decisão do governo britânico de disponibilizar PrEP nacionalmente

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou o anúncio feito pelo governo britânico no domingo (15) de disponibilizar o medicamento preventivo contra o HIV para pessoas mais vulneráveis em todo o país, como parte dos esforços de acabar com a transmissão até 2030.

“É definitivamente a coisa certa a se fazer”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “A PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) foi avaliada em diferentes faixas etárias entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, mulheres trans, homens e mulheres heterossexuais e pessoas que usam drogas. Em cada um desses contextos, os dados são claros: a PrEP impede o HIV e deve ser disponibilizada a todos que precisam.”

UNAIDS e UNV assinam acordo para ampliar cooperação

UNAIDS e Programa de Voluntários das Nações Unidas assinam acordo para ampliar cooperação

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV) assinaram um memorando de entendimento a fim de estreitarem a colaboração entre as duas organizações.

UNAIDS e UNV trabalharão juntos para promover o voluntariado e para engajar os voluntários a apoiarem as pessoas que vivem e são afetadas pelo HIV.

Nos últimos 10 anos, 97 voluntários das Nações Unidas serviram ao UNAIDS em 36 países.

UNAIDS tem alta pontuação em ranking global de paridade de gênero em organizações de saúde

O terceiro relatório anual de Saúde Global 50/50 classificou novamente o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) como uma organização com “pontuação muito alta”.

Foram analisados os progressos feitos nos últimos 12 meses por organizações ativas no setor da saúde na implementação de políticas que promovam a igualdade de gênero, a não discriminação e a inclusão no local de trabalho.

Winnie Byanyima, diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Foto: UNAIDS

ARTIGO: respostas bem-sucedidas a epidemias globais colocam as pessoas no centro

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, afirma que a pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19, está colocando luz sobre as respostas internacionais e nacionais às emergências de saúde — expondo lacunas em nossos sistemas, mostrando nossos pontos fortes e valendo-se da valiosa experiência de resposta a outras ameaças à saúde, como o HIV.

“À medida que o COVID-19 continua a se espalhar pelo mundo, será importante que pesquisas em andamento em ambientes com alta prevalência de HIV na população em geral possam esclarecer mais as interações biológicas e imunológicas entre o HIV e o novo coronavírus.” Leia o artigo completo.

Há 25 anos, governos deram passo histórico de adotar a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, o roteiro de política global mais abrangente pelos direitos humanos de mulheres e meninas. Foto: UNAIDS

AIDS ainda é a principal causa de morte de mulheres em idade reprodutiva no mundo

Na ocasião do Dia Internacional da Mulher, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou o relatório “Nós temos o poder”, mostrando que as grandes desigualdades de gênero continuam a tornar as mulheres e meninas mais vulneráveis ​​ao HIV.

“A epidemia do HIV reflete as desigualdades e injustiças enfrentadas por mulheres e meninas e como as lacunas de direitos e serviços estão exacerbando a epidemia”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “Isso é inaceitável, é evitável e deve acabar.”

As comunidades fazem a diferença e desempenham um papel fundamental na resposta à epidemia de AIDS nos níveis local, nacional e internacional, segundo o UNAIDS. Foto: UNAIDS

Cada US$1 investido na resposta à AIDS gera retorno de US$6,44

Embora os países tenham concordado em investir pelo menos 26 bilhões de dólares por ano até o final de 2020, em 2018 o total de investimentos foi de apenas 19 bilhões de dólares — um déficit de 7 bilhões de dólares e uma queda de 1 bilhão de dólares em relação a 2017. Trata-se de uma preocupante tendência de queda no financiamento geral para o HIV.

Cálculos citados pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostram que cada dólar investido na resposta à AIDS gera até 6,44 dólares em retornos econômicos em países de baixa e média renda.

Foto: UNAIDS

UNAIDS alerta para crise no tratamento infantil do HIV na África Ocidental e Central

Em 2018, a cobertura da terapia antirretroviral entre crianças vivendo com HIV na África Ocidental e Central foi de apenas 28%, muito abaixo da média global, de 54%. A ausência de serviços de saúde acessíveis em muitos países da África Ocidental e Central resulta na falta de diagnósticos de crianças vivendo com HIV.

O alerta foi feito pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O teste, conduzido em 14 localidades na África do Sul, acompanhou mais de 5,4 mil pessoas de 18 a 35 anos, com estado sorológico negativo para o HIV, por mais de 18 meses. Foto: UNAIDS

Estudo experimental de vacina contra HIV é suspenso devido à ineficácia

O Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas (Niaid) dos Estados Unidos anunciou que o ensaio clínico HVTN 702, um estudo de vacina contra o HIV, foi interrompido. Apesar de nenhum problema de segurança ter sido encontrado, os dados independentes e o conselho de supervisão mostraram que a vacina era ineficiente em prevenir a transmissão do vírus.

“Apesar de estarmos obviamente desapontados com os resultados, aprendemos coisas importantes para testes futuros. Agradeço à equipe do estudo por esse importante ensaio clínico da vacina”, disse a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima.

AIEA e UNAIDS se comprometeram a ampliar e expandir os serviços para meninas e mulheres adolescentes afetadas por câncer do colo do útero e HIV. Foto: UNAIDS

UNAIDS e AIEA unem forças para ampliar ação contra câncer do colo do útero e HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) uniram forças para aumentar a ação contra o câncer do colo do útero e o HIV.

Em 2018, cerca de 311 mil mulheres morreram de câncer do colo do útero no mundo, 85% delas em países de baixa e média renda, onde os programas de vacinação para HPV, triagem e tratamento são limitados.

Na África, 28 países não possuem uma única unidade de radioterapia. Parte do trabalho da AIEA é ajudar os países no uso de medicamentos nucleares e de radiação para tratar o câncer cervical e outros tipos de câncer.

UNAIDS trabalha com parceiros na China para assegurar que serviços de HIV continuem funcionando

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) enviou na quinta-feira (6) suas condolências às famílias que perderam entes queridos após o recente surto de coronavírus (2019-nCoV) na China. A organização também se solidarizou com o país e ofereceu total apoio a medidas que estão em curso para acabar com o surto.

O UNAIDS está trabalhando em colaboração estreita com parceiros e autoridades na China para assegurar que as pessoas afetadas pelo HIV continuem tendo acesso a serviços essenciais. Nas áreas afetadas pelo surto do 2019-nCoV, a locomoção pode ser restrita e o acesso a serviços limitados, enquanto hospitais focam em acompanhar os números crescentes de pacientes com o 2019-nCoV.