A escala e a velocidade dos fechamentos de escolas e universidades representa um desafio sem precedentes para o setor da educação. Foto: UNESCO

Reabertura segura das escolas deve ser prioridade, alertam agências da ONU

Priorizar a reabertura segura das escolas e garantir o direito de crianças e adolescentes à educação são ações essenciais. Essa reabertura deve acontecer com segurança, preservando a saúde de crianças, adolescentes, profissionais da educação e de suas famílias.

Para tanto, é fundamental avaliar a situação da pandemia em cada estado e em cada município, assegurando investimentos financeiros para que a retomada aconteça de forma segura.

É o que defendem o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).

Alunos de uma escola primária em Phnom Penh, Camboja, no segundo dia após a reabertura da escola. Alunos, professores e administradores escolares usam máscaras e mantêm o distanciamento físico. Foto: UNICEF/Seyha Lychheang

OMS: mais pesquisas são necessárias para analisar efeitos da COVID-19 em crianças

Mais pesquisas são necessárias para determinar os fatores que aumentam o risco de COVID-19 grave entre crianças e adolescentes, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), acrescentando que, embora as crianças possam ter sido amplamente poupadas de muitos dos efeitos mais graves, elas sofreram de outras maneiras.

Juntando-se aos chefes de Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em uma entrevista coletiva na terça-feira (15), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou que desde o início entender os efeitos da COVID-19 nas crianças tem sido uma prioridade.

Show online do Criança Esperança 2020 acontece dia 28 de setembro

Projeto da TV Globo em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o Criança Esperança foi reconhecido pela ONU como modelo de investimento em projetos sociais e de mobilização em favor dos direitos das crianças e adolescentes.

Em razão dos efeitos produzidos pela pandemia, a dinâmica da arrecadação de doações será diferente neste ano. Os recursos para investimento em projetos sociais virão de doações corporativas, de empresas solidárias, comprometidas com o propósito da campanha. O show online acontece no dia 28 de setembro, com atrações produzidas remotamente.

UNESCO disse que a liberdade de informar os cidadãos sobre as causas de protestos e a resposta das autoridades são de vital importância para o desenvolvimento das democracias. Foto: UNESCO

UNESCO alerta para aumento dos ataques contra jornalistas que cobrem protestos

Um novo relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) destaca um aumento acentuado do número de protestos no mundo ao longo do primeiro semestre de 2020, quando polícia e forças de segurança violaram a liberdade de imprensa.

Entre janeiro e junho deste ano, 21 protestos em todo o mundo foram marcados por violações da liberdade de imprensa, incluindo protestos nos quais jornalistas foram agredidos, presos e até mortos.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse na sexta-feira (11) estar horrorizado com o número contínuo e crescente de ataques contra jornalistas e trabalhadores da mídia em todo o mundo, segundo comunicado emitido por seu porta-voz.

A pandemia de COVID-19 fez com que visitadores e famílias participantes do Programa Criança Feliz precisassem se adaptar para não deixar nenhuma criança para trás. Foto: Acervo Pessoal

Uma nova forma de fortalecer o desenvolvimento infantil durante a pandemia

A rotina já era estabelecida. Em diversos municípios do Brasil, todos os dias, de manhã bem cedo, visitadores e visitadoras do Programa Criança Feliz partiam para começar as visitas domiciliares nas casas das famílias que acompanham.

Quando a pandemia de COVID-19 chegou, desafios surgiram. Sem poder ir até as famílias, visitadores e visitadoras criaram novas formas de manter contato e de seguir trabalhando pelo desenvolvimento integral das crianças. Leia o relato do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

A alfabetização é uma questão de dignidade e direitos humanos

Todos os anos a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) celebra o Dia Internacional da Alfabetização para lembrar o mundo sobre a importância da alfabetização como uma questão de dignidade e direitos humanos.

Apesar dos progressos feitos ao longo dos anos, cerca de 773 milhões de adultos em todo o mundo ainda não dominam as competências básicas em escrita e leitura.

Celebrado em 8 de setembro, o Dia Internacional da Alfabetização terá como foco neste ano “o ensino e a aprendizagem da alfabetização na crise da COVID-19 e além”, com ênfase para a alfabetização ao longo da vida – mantendo os jovens e adultos no centro das atenções.

#OMundoem2030: ajude a UNESCO a estabelecer uma agenda global sobre questões que importam

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) acaba de lançar uma pesquisa pública sem precedentes para obter ideias a respeito dos principais desafios que, atualmente, ameaçam a paz em todo o mundo, bem como acerca das soluções necessárias para enfrentá-los. 

A pesquisa está sendo lançada em um momento de profundas dificuldades sociais relacionadas à pandemia da COVID-19. Existem apelos urgentes à reflexão sobre o mundo que surgirá da crise e como nós enfrentaremos os principais desafios em andamento, como mudança climática, violência, desigualdades generalizadas e grandes conflitos tecnológicos.

UNAIDS pede que governos fortaleçam urgentemente programas de proteção social face à COVID-19

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) convoca os países para que adotem medidas urgentes para reforçar os programas de proteção social a fim de proteger as pessoas mais vulneráveis do impacto na saúde e das consequências socioeconômicas da pandemia da COVID-19.

Pessoas vivendo com HIV e tuberculose (TB) estão sendo significativamente afetadas pela COVID-19. Uma modelagem de dados estimou os impactos catastróficos potenciais da pandemia da COVID-19 com aumentos de até 10%, 20% e 36% das mortes projetadas para pacientes com HIV, TB e malária, respectivamente, nos próximos cinco anos.

Programa, que celebra 15 anos, reconhece e estimula a participação feminina na ciência brasileira e concede R$ 50 mil a cada uma das vencedoras. Foto: UNESCO

Para Mulheres na Ciência divulga lista de vencedoras da edição de 2020

Com a rápida disseminação da COVID-19 pelo mundo, se tornou ainda mais evidente a necessidade de investimentos constantes na ciência, que tem um papel-chave para solucionar os desafios do mundo.

Para ajudar nesta tarefa, a ciência precisa de mulheres. Por isso, há 15 anos a L’Oréal Brasil, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil e a Academia Brasileira de Ciências (ABC), promovem o programa “Para Mulheres na Ciência”, com o objetivo de transformar o cenário científico, contribuindo para o equilíbrio de gêneros na área.

Sociedade é convocada a construir diretrizes para a década do oceano no Brasil

A partir desta quarta-feira (19), brasileiros de todas as regiões estarão envolvidos em uma agenda de eventos que seguirá até o final do ano para construir de forma colaborativa o Plano Nacional para a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável – iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marinha do Brasil, UNESCO, Unifesp, Fundação Grupo Boticário e Rede ODS Brasil.

As diretrizes traçadas ajudarão o Brasil a planejar ações a favor do ecossistema marinho-costeiro para serem executadas no período de 2021 a 2030. A participação e o engajamento de diferentes setores da sociedade é parte essencial para desenvolver um plano nacional, que contemple as necessidades, os desafios e as particularidades de todas as regiões do país.

Profissionais de saúde enfrentam duas batalhas: combate à pandemia e desinformação

As informações propagadas em redes sociais, sem embasamento científico, tornaram a rotina dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate ao coronavírus mais dura: além de arcarem com a carga física, psíquica e emocional, seu trabalho vem sendo ameaçado e atrapalhado por familiares ou pacientes que consomem, acreditam e compartilham conteúdos equivocados.

Diante dessa desinformação e com o propósito de ajudar a salvar vidas nesta pandemia que assola o mundo, a Organização das Nações Unidas lançou o projeto Verificado, iniciativa com o objetivo de inundar os canais de comunicação com informações verificadas, com mensagens relacionadas à ciência, solidariedade e soluções.

Conheça novos recursos para combater as teorias da conspiração sobre a COVID-19

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em cooperação com a Comissão Europeia, o Twitter e o Congresso Judaico Mundial, lança uma série de recursos de aprendizagem visual, abrangentes e facilmente acessíveis, para aumentar a conscientização sobre a existência e as consequências das teorias da conspiração relacionadas à crise da COVID-19.

Os recursos também abordam como reconhecer as teorias da conspiração, entender o que as motiva, refutá-las com fatos e responder com eficácia aqueles que as divulgam.

As informações detalhadas sobre os treinamentos disponíveis serão compartilhadas com os 250 Centros UNESCO-UNEVOC, em mais de 160 Estados-membros. Foto: UNESCOAs informações detalhadas sobre os treinamentos disponíveis serão compartilhadas com os 250 Centros UNESCO-UNEVOC, em mais de 160 Estados-membros. Foto: UNESCO

UNESCO lança cursos online para apoiar empregabilidade de 1 milhão de jovens no mundo

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou no mês passado a Academia Mundial de Habilidades, cujo objetivo é apoiar a empregabilidade e as habilidades de resiliência de 1 milhão de jovens no mundo todo.

Os cursos online também visam ajudá-los a encontrar trabalho durante a recessão iminente, quando as perspectivas de emprego dos jovens parecem sombrias.

Foto: EBC

UNESCO: pandemia expõe importância de universalizar acesso à Internet no mundo

A pandemia de COVID-19 tem lembrado o mundo sobre a importância da Internet como uma janela para a educação, o acesso à informação, saúde, cultura e a inúmeros outros aspectos da vida diária.

O hiato digital entre quem está online e offline está ameaçando se tornar a nova face da desigualdade, reforçando desvantagens sociais e econômicas, disse a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

PNUMA e UNESCO se unem ao Instituto Alana na campanha global da semana sem plástico

Pela primeira vez no Brasil acontece a Semana Sem Plástico, entre os dias de 27 a 31 de julho, com o intuito de fomentar reflexões sobre o uso indiscriminado do plástico e dos hábitos de consumo.

Fazem parte da iniciativa o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente no Brasil (PNUMA), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, o Instituto Alana, por meio do programa Criança e Consumo, Break Free From Plastic, Videocamp, Instituto Polis, GAIA e Aliança Resíduo Zero Brasil.

A Semana Sem Plástico faz parte da campanha global #PlasticFreeJuly e terá programação digital e gratuita. Participe!

UNESCO e parceiros lançam pesquisa para avaliar como a COVID-19 está afetando o setor cultural

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a Secretaria-Geral Ibero-Americana (SEGIB), a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Promoção da Ciência e Cultura (OEI), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o MERCOSUL Cultural lançaram uma pesquisa para entender como a pandemia da COVID-19 está afetando os trabalhadores do setor cultural e criativo da América Latina e do Caribe.

O objetivo da pesquisa é utilizar a informação atualizada do setor para desenvolver políticas para fortalecer a criação, produção, distribuição e acesso a bens e serviços culturais neste novo contexto.

A pesquisa é dirigida tanto a artistas e trabalhadores do setor (funcionários ou autônomos) quanto a donos ou gerentes de empresas criativas e culturais.

Evento da UNESCO discute bioética e direitos humanos na pandemia de COVID-19 - Foto: UNESCO

UNESCO discute implicações de bioética e direitos humanos durante a pandemia

A UNESCO no Brasil, em parceria com a Sociedade Brasileira de Bioética e a Cátedra UNESCO de Direitos Humanos Dom Hélder Câmara realizou na quarta-feira (15) o webinar “Perspectivas de bioética e direitos humanos no Brasil” para discutir as implicações da pandemia da COVID-19 no tema.

O Brasil atingiu a marca de 75 mil vítimas da doença e enfrenta inúmeros desafios em consequência da crise, como o aumento de casos de violência doméstica, o combate à desinformação e às fake news e as dificuldades de se garantir acesso à educação e à cultura para todos.

Fotos; UNAIDS

Projeto Balaio ajuda mais de 800 pessoas LGBTI e pessoas vivendo com HIV em SP

O Projeto Balaio, liderado pela ONG Instituto Cultural Barong, em São Paulo (SP), concluiu em junho a entrega de mais de 390 cestas básicas de alimentos, itens de higiene e limpeza, kits de saúde e prevenção sexual.

No total, foram beneficiadas mais de 800 pessoas LGBTI e pessoas que vivem com HIV em situação de extrema vulnerabilidade na capital paulista. A expectativa é de que mais 550 cestas de alimentos e itens de higiene, além de 550 kits de saúde e prevenção sexual, sejam distribuídos em julho.

A ação é realizada em parceria com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

UNESCO produz mensagens de áudio para combater desinformação sobre COVID-19

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) produziu uma série de mensagens de áudio que podem ser usadas livremente por emissoras de todo o mundo para ajudar a combater a desinformação sobre a COVID-19 e promover comportamentos saudáveis.

As curtas mensagens de áudio (disponíveis em várias línguas, incluindo o português) fornecem informações úteis sobre medidas preventivas, esclarecem mitos sobre o vírus e destacam a importância da não discriminação e da solidariedade.

Foto: EBC/Marcelo Camargo

Quase 50 milhões de brasileiros dizem ter sofrido constrangimento em abordagem policial

Uma pesquisa inédita apresentada em webinário realizado na semana passada (8) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e parceiros mostrou que 49 milhões de brasileiros declararam já ter sofrido algum tipo de constrangimento durante abordagem policial.

A pesquisa também apontou que 64% dos homens negros das classes C, D e E já foram abordados pela polícia de modo agressivo e apenas 5% dos brasileiros consultados disseram acreditar que a polícia não é racista.

O webinário, promovido pela Central Única das Favelas (CUFA), Instituto Locomotiva e a UNESCO no Brasil, discutiu a violência nas periferias e abordou a atuação da polícia nas favelas. Esta e as edições anteriores da série “Fórum Data Favela” estão disponíveis no canal da UNESCO no YouTube.

Concurso da UNESCO convida famílias a contar histórias em vídeo

UNESCO convida famílias para concurso latino-americano de vídeos

A UNESCO e o Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e Caribe (CERLALC) convidam todas as famílias da América Latina e do Caribe a criarem histórias e compartilhá-las em vídeos de até 5 minutos de duração com a hashtag  #OsContosDoVento no Facebook e no Instagram.

O fechamento de escolas, bibliotecas, centros culturais e outros locais de encontro, como resposta preventiva à COVID-19, causou impactos na vida de todas as pessoas. As famílias enfrentam o desafio de realizar atividades que promovam aprendizagens significativas, além de contribuírem para a convivência harmônica. Uma dessas atividades é exatamente a de “contar contos”.

O trabalho da UNESCO sobre a recomendação tem como base o estudo preliminar sobre ética da inteligência artificial da Comissão Mundial da UNESCO sobre Ética do Conhecimento e Tecnologia Científica (COMEST). Foto: EBC

UNESCO inicia consulta pública sobre padrões globais de ética na inteligência artificial

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) iniciou um processo de dois anos para elaborar o primeiro instrumento mundial de definição de padrões sobre a ética da inteligência artificial (IA), após a decisão tomada durante a 40ª sessão da Conferência Geral da Organização, em novembro de 2019.

A UNESCO convida as partes interessadas a preencherem questionário online, disponível em inglês e em francês, sobre o texto preliminar. A data limite para envio de manifestações é 31 de julho. 

Debate discutirá o tema "Tecnologia e ensino superior: pesquisa e educação virtual no novo normal". Foto: Wikimedia Commons/Colin

UN75: Seminário online discute pesquisa e educação virtual no contexto da pandemia de COVID-19

O Impacto Acadêmico das Nações Unidas (UNAI) vem promovendo uma série de diálogos com acadêmicos, educadores, pesquisadores e estudantes sobre as prioridades para o futuro, os obstáculos para alcançá-las e o papel da cooperação acadêmica global para repensar as questões de interesse mundial.

Nesse sentido, será realizado na semana que vem (15) seminário online sobre o tema “Tecnologia e ensino superior: pesquisa e educação virtual no novo normal” em meio à pandemia de COVID-19. Saiba como participar.

A escala e a velocidade dos fechamentos de escolas e universidades representa um desafio sem precedentes para o setor da educação. Foto: UNESCO

UNESCO: 40% dos países mais pobres não apoiam estudantes em situação de vulnerabilidade na pandemia

Menos de 10% dos países têm leis que ajudam a garantir a inclusão plena na educação, de acordo com o Relatório de Monitoramento Global da Educação de 2020, lançado nesta terça-feira (23) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

O relatório identificou um aumento da exclusão durante a pandemia da COVID-19, e estimou que cerca de 40% dos países de renda baixa e média-baixa não apoiaram os estudantes desfavorecidos durante o fechamento temporário das escolas.

Jovens de todo o mundo estão sendo afetados pelos efeitos socioeconômicos da pandemia de COVID-19. Foto: Alexandra Koch/Pixabay

UNESCO participa de lançamento de pesquisa sobre reflexos da pandemia na juventude

O Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), em parceria com a representação no Brasil da UNESCO, Fundação Roberto Marinho, Rede Conhecimento Social, Em Movimento, Visão Mundial, Mapa Educação e Porvir, lança nesta terça-feira (23), às 16h, a pesquisa “Juventudes e a Pandemia do Coronavírus”.

O estudo ouviu 33.688 jovens de todas as regiões do Brasil e apresentará dados inéditos sobre o tema. O evento virtual será transmitido ao vivo pela pelo Canal Futura no YouTube.

Embora quase todos os países (88%) possuam leis importantes para proteger as crianças da violência, menos da metade dos países (47%) afirmou que essas legislações estavam sendo consistentemente aplicadas. Foto: UNICEF/Watad

Países estão falhando em prevenir violência contra crianças, alertam agências da ONU

Metade das crianças do mundo – ou aproximadamente 1 bilhão – é afetada por violência física, sexual ou psicológica a cada ano, sofrendo lesões, incapacidade e morte em razão do não cumprimento por parte dos países das estratégias estabelecidas para protegê-las.

A informação está em novo relatório publicado na quarta-feira (17) por Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para a violência contra as crianças e End Violence Partnership.

Segundo dados de 2014 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), negros e negras, o que inclui pardos e pretos, compõem 53,6% da população brasileira.

Nove em cada dez brasileiros dizem que negros têm mais chance de serem abordados de forma violenta pela polícia

O primeiro webinário Fórum Data Favela, com a organização da Central Única das Favelas (CUFA), do Instituto Locomotiva e da UNESCO no Brasil, apresentou na quarta-feira (17) dados inéditos da pesquisa “As Faces do Racismo”.

O levantamento aponta as desigualdades que os negros enfrentam para entrar no mercado de trabalho e para ter acesso e oportunidades de estudo. Também revela que nove em cada dez brasileiros reconhecem que pessoas negras têm mais chance de serem abordados de forma violenta pela polícia.

ARTIGO: Reabrir as escolas: quando, onde e como?

O fechamento prolongado das escolas pode aumentar as desigualdades, aprofundar a crise de aprendizagem e expor as crianças mais vulneráveis a um maior risco de exploração. A análise é feita pela Stefania Giannini, diretora-geral adjunta de Educação da UNESCO; Robert Jenkins, chefe de Educação e diretor associado do UNICEF; e Jaime Saavedra, diretor global de Educação do Banco Mundial. Eles afirmam que quanto mais tempo as crianças vulneráveis estiverem fora da escola, menor será a probabilidade de elas voltarem a frequentá-la.

Em artigo, os dirigentes compartilham a aspiração de que as escolas reabram oportunamente e com segurança, garantindo o direito à educação de todas as crianças e jovens. Apresentam também orientações que oferecem conselhos práticos às autoridades nacionais e locais sobre como manter as crianças seguras quando voltarem à escola. Leia o artigo na íntegra.

Visita de atendimento do programa Criança Feliz - Foto: Mauro Vieira/Ministério da Cidadania

Agências da ONU fortalecem capacidade de visitadores familiares em meio à pandemia

Para apoiar o Programa Criança Feliz no contexto da pandemia, agências do Sistema ONU estão desenvolvendo uma série de conteúdos para fortalecer o trabalho dos visitadores familiares do programa.

Toda semana, esses profissionais recebem vídeos, podcasts e conteúdos informativos com foco em temas como saúde emocional familiar e os cuidados parentais; ansiedade infantil; entre outros.

O Criança Feliz, que teve início em 2016, é uma política pública com foco no desenvolvimento adequado na primeira infância e articula um trabalho entre os setores de saúde, assistência social, educação, justiça, cultura e direitos humanos. Leia o relato do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

UNESCO lamenta incêndio no prédio do Museu de História Natural da UFMG

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil lamentou o incêndio que atingiu o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG (MHNJB/UFMG) na manhã de segunda-feira (15) e manifestou solidariedade diante da perda inestimável para o patrimônio cultural brasileiro e para a humanidade.

O museu está instalado em uma área de vegetação típica da Mata Atlântica, em Belo Horizonte (MG), e dispõe de um acervo formado por aproximadamente 265,6 mil itens, entre peças e espécimes científicos preservados e vivos, além de vasta documentação bibliográfica e arquivística.

Ação de voluntariado apoiada pelo UNAIDS ajuda pessoas vivendo com HIV na América Latina em meio à pandemia. Foto: UNAIDS

COVID-19: movimento de mulheres apoia pessoas vivendo com HIV em países latino-americanos

A Estratégia de Voluntariado das Américas foi lançada pelo Movimento de Mulheres Positivas da América Latina e do Caribe (MLCM+) com apoio de escritórios do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) na América Latina e o Caribe.

Até o momento, a iniciativa está presente em 17 países da região, com 850 voluntários e mais de 3 mil pedidos de ajuda. Tais pedidos referem-se principalmente à necessidade de medicamentos, alimentos e métodos de prevenção.

No Brasil, eles se articularam com UNAIDS e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) através do Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP).

Participe da pesquisa sobre os impactos da COVID-19 nos setores culturais e criativos do Brasil

No dia 10 de junho, um grupo formado por pesquisadores, sociedade civil, instituições e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou uma pesquisa para avaliar os impactos da COVID-19 nas cadeias de produção e distribuição dos setores culturais e criativos.

Juntos, esses setores movimentam R$ 171,5 bilhões por ano, o equivalente a 2,61% de toda a riqueza nacional, empregando 837,2 mil profissionais. Antes da pandemia, era previsto que os setores culturais e criativos gerassem R$ 43,7 bilhões para o PIB brasileiro, até 2021. Duramente atingidos, praticantes, empreendedores, artistas e trabalhadores desses setores serão os últimos a retomarem suas atividades.

Tia Rô recebe ligações de voluntários do projeto Histórias por Telefone, no Rio de Janeiro - Foto: arquivo pessoal

In Rio de Janeiro, reading project connects people during the pandemic

Every week, Cristina Ávila, 45, picks up her phone in the neighborhood of Anil, in Rio de Janeiro, Brazil, and dials phone numbers that she’d never called before. Meanwhile, every week in Cidade de Deus, a neighborhood in the northern region of the city, the phone of Rosângela Oliveira – or Aunt Rô –, 62, receives a call from someone whose voice she does not recognize.

Just over a month ago, people who have never ever exchanged words before now come together through stories and poetry that are shared over the phone, forming connections that started in Rio de Janeiro and that today extend to the African continent – with Brazilians that reside in Kenya receiving calls.

This is how the Stories by Phone project, promoted by the Secretary of Culture and Creative Economy of the State of Rio de Janeiro, is proposing that people feel less alone in the midst of social isolation, caused by the new coronavirus pandemic.

Tia Rô recebe ligações de voluntários do projeto Histórias por Telefone, no Rio de Janeiro - Foto: arquivo pessoal

No Rio, projeto conecta pessoas por meio da literatura durante a pandemia

Toda semana, Cristina Ávila, de 45 anos, pega o telefone no bairro de Anil, no Rio de Janeiro (RJ), e digita uma coleção de números que nunca antes havia combinado. Enquanto isso, toda semana na Cidade de Deus, também no Rio, o telefone de Rosângela Oliveira – ou Tia Rô –, de 62, recebe ligações de pessoas das quais nunca ouvira a voz antes.

Conheça o projeto Histórias por Telefone: voluntários leem poemas e histórias para idosos em isolamento social durante a pandemia da COVID-19.

Segundo levantamento feito pelas empresas MindMiners e Avaaaz, 70% dos brasileiros buscam informações sobre coronavírus uma ou mais vezes por dia. Foto: PEXELS

UNESCO, Lupa e Serrapilheira unem-se contra desinformação sobre COVID-19 no Brasil

A Agência Lupa, a maior agência de checagem de fatos do Brasil, numa parceria com o Instituto Serrapilheira, dedicado ao fomento à ciência e divulgação científica, UNESCO e os veículos de mídia Folha de S.Paulo e UOL lançam nessa terça-feira (9) um desdobramento do projeto CoronaVerificado.

Trata-se de uma iniciativa de três meses para combater a desinformação a respeito do novo coronavírus e da COVID-19, com produção de conteúdo analítico baseado na plataforma de informações verificadas lançada em maio pela Lupa em parceria com Google News Initiative e LatamChequea.

Rede global de governos e organizações pede apoio a profissionais de educação durante pandemia

A Força-Tarefa Internacional para Professores pela Educação 2030 fez um chamado à ação para garantir que estes profissionais sejam protegidos, apoiados e reconhecidos durante a pandemia de COVID-19.

A iniciativa é uma rede mundial composta por mais de 90 governos e cerca de 50 organizações internacionais e regionais, incluindo agências da ONU, que trabalham para promover questões relativas aos professores e ao ensino. Seu secretariado está abrigado na sede da UNESCO, em Paris.

O documento pede “liderança e recursos financeiros, bem como materiais para os professores, a fim de garantir que o ensino e a aprendizagem de qualidade possam continuar sendo oferecidos à distância durante esta crise e também para que a recuperação seja rápida”.