Mulheres refugiadas na República Democrática do Congo. Foto: ONU Mulheres (2015)

No ritmo atual, desigualdade salarial entre homens e mulheres só acabará em 257 anos

Mesmo após décadas de ativismo e das dezenas de leis sobre igualdade salarial, as mulheres ainda ganham menos de 80 centavos para cada dólar recebido por homens. E, de acordo com o Fórum Econômico Mundial, no ritmo atual, o mundo precisará de 257 anos para superar esta desigualdade de gênero no trabalho.

O alerta é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que marcou em uma mensagem em vídeo nesta sexta-feira (18) o primeiro Dia Internacional da Igualdade Salarial, declarado pela Assembleia Geral em 2019.

Para mulheres com filhos, mulheres negras, refugiadas e migrantes, bem como mulheres com deficiência, esse número é ainda mais baixo, acrescentou o secretário-geral; confira a mensagem.

UN Photo/Evan Schneider (2 de junho de 2020)

ONU alerta para restrição da democracia durante a pandemia

Marcando o Dia Internacional da Democracia, lembrado nesta terça-feira (15), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, gravou uma mensagem em vídeo destacando que, desde o início da pandemia, a emergência tem sido utilizada em vários países para restringir os processos democráticos e o espaço cívico.

“Isso é especialmente perigoso em lugares onde as raízes da democracia são superficiais e os controles e equilíbrios institucionais são fracos”, disse; acesse o vídeo.

Guilherme Gargantini, de 80 anos, com sacolas de brindes do Pandebingo. Foto: Divertidosos

Pandebingo: iniciativa reúne idosos através de videoconferência para combater a solidão durante a pandemia

Foi aos 71 anos que a professora aposentada Jurema do Amaral Castro ganhou pela primeira vez brindes em um jogo de bingo. Em uma versão um tanto alternativa do jogo, idosos de diferentes regiões do país estão se reunindo através de uma plataforma de videoconferência na internet para participar do chamado Pandebingo.

A iniciativa faz parte do projeto Divertidosos, site criado em 2013 pelo aposentado Guilherme Gargantini e pela webdesigner Monika Dunko, que tem como proposta incluir digitalmente idosos.

Em todo o mundo, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído. Foto: ONU News/Anshu Sharma

Poluição do ar provoca 7 milhões de mortes prematuras todos os anos, alerta ONU

As Nações Unidas alertaram nessa segunda-feira (7) que, em todo o mundo, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído. A poluição do ar contribui para doenças cardíacas, derrames, câncer de pulmão e outras doenças respiratórias.

Segundo a organização, 7 milhões de mortes prematuras são provocadas todos os anos pela poluição do ar, sobretudo nos países de baixo e de médio rendimentos.

O alerta foi feito quando a ONU marca o primeiro Dia Internacional do Ar Limpo para um Céu Azul (7). Em mensagem para a data, o secretário-geral da organização, António Guterres, lembrou ainda que a poluição do ar também ameaça a economia, a segurança alimentar e o meio ambiente.

A Grande Muralha da China. Foto: aphotostory/Shutterstock, via UNESCO

ONU pede apoio ao setor de turismo, devastado pela pandemia; vídeo

O turismo é muito mais do que visitar marcos culturais ou nadar em praias tropicais. Trata-se de “um dos setores econômicos mais importantes do mundo”, disse nesta terça-feira (25) o secretário-geral das Nações Unidas.

Ao lançar o seu mais recente relatório, Guterres destacou que a indústria emprega uma em cada dez pessoas no planeta e fornece meios de subsistência a centenas de milhões de pessoas.

António Guterres disse ser “imperativo” a reconstrução do setor, mas lembrou que isso deve ser feito de forma segura, equitativa e favorável ao clima; acesse aqui o documento e o vídeo.

Profissionais de saúde enfrentam duas batalhas: combate à pandemia e desinformação

As informações propagadas em redes sociais, sem embasamento científico, tornaram a rotina dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate ao coronavírus mais dura: além de arcarem com a carga física, psíquica e emocional, seu trabalho vem sendo ameaçado e atrapalhado por familiares ou pacientes que consomem, acreditam e compartilham conteúdos equivocados.

Diante dessa desinformação e com o propósito de ajudar a salvar vidas nesta pandemia que assola o mundo, a Organização das Nações Unidas lançou o projeto Verificado, iniciativa com o objetivo de inundar os canais de comunicação com informações verificadas, com mensagens relacionadas à ciência, solidariedade e soluções.

Albanis Oliva, coordenadora de uma ONG local que fornece assistência de saúde a comunidades no noroeste da Venezuela, ajuda crianças a lavarem as mãos durante a pandemia de COVID-19. Foto: Rehabilitarte

ONU homenageia heróis da vida real: ‘fazem coisas extraordinárias em tempos extraordinários’

No Dia Mundial Humanitário, marcado globalmente nesta quarta-feira (19), a ONU está homenageando os esforços dos trabalhadores humanitários, que superaram enormes desafios para salvar e melhorar a vida de milhões de pessoas.

“Esses heróis da vida real fazem coisas extraordinárias em tempos extraordinários para ajudar mulheres, homens e crianças cujas vidas são afetadas por crises”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma mensagem em vídeo para a data.

Prêmio Vladimir Herzog contempla diversidade racial e de gênero na escolha dos homenageados

A comissão organizadora do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos definiu na semana passada (7), em decisão histórica, os homenageados de sua 42ª edição contemplando diversidade racial e de gênero.

A cartunista Laerte, o advogado Luiz Gama (in memoriam) e a filósofa Sueli Carneiro foram os escolhidos de forma unânime pelo colegiado composto por 14 entidades ligadas à defesa dos direitos humanos.

O prêmio conta com o apoio do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

O estudante Motã Waiãpi descansa na floresta durante as gravações do vídeo 360 graus. Foto: Rafael Romão

Vídeo produzido por estudantes Waiãpi é selecionado para mostra My World 360º

Isolados desde o início da pandemia do novo coronavírus na comunidade Waiãpi, em Pedra Branca do Amapari, no Amapá, os estudantes Kauri Waiãpi, Motã Waiãpi, Kuripiri Waiãpi, o professor Aikyry Waiãpi e o diretor da escola indígena, Evilázio Ribas, ainda não sabem que o vídeo Moma’e jarã kõ jikuwaê’ã kõ (Os donos que não vemos) é hoje uma das histórias imersivas que compõem a mostra MY World 360º (Meu mundo 360 graus).

Conheça como foi feito o filme com tecnologia 360 graus que conta como as entidades que cuidam da floresta são também consideradas donas do habitat da comunidade indígena.

Um menino de dez anos estuda com a ajuda de sua mãe em casa no assentamento informal de Mathare, em Nairóbi, Quênia. Foto: UNICEF/Translieu/Nyaberi

ONU: mundo deve ‘redesenhar’ a educação em meio à pandemia

Em meio à maior crise jamais vista na educação global, provocada pela pandemia de COVID-19, temos uma “oportunidade geracional” para “redesenhar” a área. A avaliação é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma mensagem em vídeo ao lançar nesta terça-feira (4) um relatório sobre o tema.

“A educação é a chave para o desenvolvimento pessoal e o futuro das sociedades. Desbloqueia oportunidades e reduz desigualdades. É o alicerce das sociedades informadas e tolerantes e o principal impulsionador do desenvolvimento sustentável”, disse Guterres.

Segundo a ONU, até meados de julho, as escolas estavam fechadas em mais de 160 países, afetando mais de 1 bilhão de estudantes. Além disso, pelo menos 40 milhões de crianças em todo o mundo não tiveram acesso à educação pré-escolar. E os pais e responsáveis – e especialmente as mulheres – foram forçados a assumir os encargos mais pesados de cuidados em casa.

Quatro áreas prioritárias de ação são sugeridas pelas Nações Unidas; saiba aqui quais são e assista ao vídeo.

Mãe e bebê em um hospital provincial na província de Kontum, no Vietnã. Foto: UNFPA Vietnã

ONU elogia resposta à pandemia no sudeste da Ásia, mas alerta para desigualdades

Um relatório das Nações Unidas lançado nessa quinta-feira (30) elogiou a resposta à pandemia de COVID-19 no sudeste da Ásia.

A região, que assim como outras partes do mundo sofreu um importante impacto econômico e político decorrente da pandemia, respondeu bem aos desafios em parte por conta de uma ação rápida dos governos e da cooperação regional em vários setores.

Segundo o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, as medidas de contenção pouparam o sudeste da Ásia do grau de sofrimento e de perturbação visto em outros lugares.

Ele lembrou, no entanto, que a crise atingiu de forma mais dura os mais vulneráveis: “A pandemia evidenciou profundas desigualdades, fraquezas da governança e a necessidade de um caminho de desenvolvimento sustentável. E revelou novos desafios, inclusive para a paz e a segurança”.

Acesse o vídeo e o documento aqui.

Busan, segunda maior cidade da Coreia do Sul. Foto: ONU/Kibae Park

Cidades arcam com o maior peso da crise de COVID-19; ONU faz recomendações para áreas urbanas

As Nações Unidas lançaram nessa terça-feira (28) um relatório sobre a crise de COVID-19 com foco nas áreas urbanas, responsáveis por 90% dos casos notificados.

Segundo o secretário-geral da organização, António Guterres, as cidades carregam o maior peso da crise, com sistemas de saúde sob pressão, serviços inadequados de água e saneamento e outros desafios. O quadro é pior nas áreas mais pobres, onde a pandemia expôs desigualdades “profundamente enraizadas”, disse Guterres.

“Mas as cidades são também lugares de solidariedade e resiliência extraordinárias. Desconhecidos que se ajudam uns aos outros, ruas aplaudindo trabalhadores essenciais, comércios locais doando produtos que salvam vidas. Temos visto o melhor do espírito humano nessas ações.”

Acesse o vídeo e o relatório aqui.

Foto: ONU/P. Sudhakaran

‘Nelson Mandela foi um gigante moral do século 20 e o seu legado continua a nos guiar’

Na data em que as Nações Unidas marcam o Dia Internacional Nelson Mandela – a cada 18 de julho –, o secretário-geral da organização destacou o papel do sul-africano como “defensor global extraordinário da igualdade, da dignidade e da solidariedade”.

“Madiba foi um gigante moral do século 20 e o seu legado atemporal continua a nos guiar hoje”, disse António Guterres.

O tema do Dia este ano é “Promova uma ação, inspire a mudança” e destaca a importância de trabalhar em conjunto, de governos a cidadãos, para construir um mundo pacífico, sustentável e igualitário.

Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos abre inscrições

Jornalistas, artistas do traço e repórteres fotográficos de todo o Brasil têm até 6 de agosto para inscrever suas produções e concorrer ao 42º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.

Considerado uma das mais significativas distinções jornalísticas do país, o Prêmio Vladimir Herzog tem abrangência nacional e reconhece, ano a ano, trabalhos que valorizam a democracia e os direitos humanos.

A iniciativa conta com o apoio do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Escassez, obra de Ivan Ciro Palomino

UNIC Rio lança exposição virtual sobre objetivos globais

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), em colaboração com a UIA2021RIO EXPO, feira do Congresso Mundial de Arquitetos, inaugura no dia 20 de julho, às 16h, através do perfil do instagram @uia2021rioexpo, a versão virtual da exposição “Consciência”.

A mostra, com obras do artista plástico peruano Ivan Ciro Palomino, promove uma reflexão sobre os desafios globais da atualidade e fará parte de uma plataforma virtual desenvolvida pelo Congresso Mundial de Arquitetos, que seria realizado este ano, mas foi adiado em função da pandemia da COVID-19.

A exposição “Consciência” será uma das primeiras mostras do ambiente virtual Exposição 360⁰,  um espaço que receberá obras de artistas renomados em um ambiente gráfico onde os participantes poderão interagir como se estivessem em um jogo eletrônico. 

Foto: EBC

América Latina e Caribe tornam-se epicentro da pandemia; ONU sugere ações

A América Latina e o Caribe tornaram-se o epicentro da pandemia de COVID-19, com vários países da região registrando agora as maiores taxas de infecção per capita e o maior número absoluto de casos no mundo. O alerta é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que lançou nesta quinta-feira (9) um relatório sobre os impactos da COVID-19 na região.

Segundo o documento, espera-se uma contração de 9,1% no Produto Interno Bruto (PIB), que será a maior em um século. Os impactos sociais da pandemia serão sentidos de maneira aguda, com fortes aumentos do desemprego, da pobreza, da extrema pobreza e da desigualdade. Acesse aqui o relatório na íntegra e a mensagem em vídeo do secretário-geral.

UNIC Rio’s multitasking interns face the challenge of home office during the pandemic

“The day the earth stopped”, music by Raul Seixas, inspired Gabriella de Azevedo Carvalho, 25 years old, to name the dog she adopted the week she started quarantining because of the COVID-19 pandemic. At almost the exact same time, she also began work as an intern at the United Nations Information Center Nations for Brazil (UNIC Rio). Since then, her dog Raul has been her daily companion on her home office journey as a graphic designer for UNIC Rio.

Discover how Gabriella and other UNIC Rio interns cope with home office during the quarantine days imposed by the pandemic.

Estagiários multi-tarefas do UNIC Rio encaram o desafio do teletrabalho durante a pandemia

“O dia em que a terra parou”. A música de Raul Seixas inspirou Gabriella de Azevedo Carvalho, 25 anos, a batizar o cachorro adotado na semana em que iniciou a quarentena por conta da pandemia da COVID-19 e, quase em seguida, também o estágio voluntário no Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio). Desde então, o cachorro Raul a acompanha diariamente na jornada de teletrabalho como designer do escritório.

Descubra como ela e os outros estagiários do UNIC Rio estão se adaptando ao desafio do trabalho remoto durante a pandemia do novo coronavírus.

Mulheres parlamentares afegãs chegam à cerimônia de posse em Cabul, Afeganistão, em 2010; naquele ano, 69 dos 249 candidatos eleitos eram mulheres no país do Oriente Médio. Foto: ONU/Eric Kanalstein

Em dia especial, ONU destaca papel central dos parlamentos nas políticas inclusivas

Marcando o Dia Internacional do Parlamentarismo – lembrado anualmente em 30 de junho –, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a data é uma ocasião oportuna para honrar o “papel central dos parlamentos em dar às pessoas voz e influência para moldar as políticas”.

Como ex-parlamentar, Guterres se disse “profundamente consciente” da responsabilidade e privilégio de representar as pessoas e cumprir suas aspirações.

“Os parlamentos têm o dever especial de promover os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável. Mais do que nunca, a pandemia da COVID-19 nos lembra essas tarefas vitais”, acrescentou.

Carta da ONU

‘Carta da ONU foi assinada há 75 anos – e seus princípios continuam verdadeiros’

No dia 26 de junho de 1945 – há exatos 75 anos –, 50 países se comprometiam com os 19 capítulos e 111 artigos da Carta das Nações Unidas, o documento que fundou a ONU. Entre os valores descritos no documento, se destacam uma visão de paz mundial, a promoção dos direitos humanos universais e justiça para todos.

Em uma mensagem em vídeo marcando a data, o secretário-geral da organização, António Guterres, afirmou que os seus princípios continuam a ser verdadeiros hoje em dia. Ele classificou o documento como um “guia atemporal” que ainda é válido para enfrentar os desafios atuais.

Trabalhadora da saúde na Colômbia. Foto: OPAS/OMS

ONU ressalta papel dos funcionários públicos na resposta à pandemia

Enquanto o mundo continua a enfrentar a pandemia de COVID-19, os funcionários públicos estão na linha de frente da resposta à crise. Marcando o Dia Mundial do Serviço Público (23), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, destacou a importância destes servidores no sucesso da resposta humanitária.

“São enfermeiros, médicos e paramédicos que prestam cuidados que salvam vidas. Trabalhadores do saneamento que desinfetam e limpam os espaços públicos. Trabalhadores dos transportes que mantêm ônibus e trens funcionando. Professores que educam os nossos filhos online e offline. E as autoridades de saúde pública, gestores de dados e profissionais de estatística que fornecem informações vitais e confiáveis sobre a transmissão e prevenção da doença”, disse na mensagem em vídeo.

Meninas na vila de Danja, no Níger, durante campanha de enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas. Foto: UNFPA/Ollivier Girard

‘Não há desculpa. E deve haver tolerância zero’, diz vice da ONU sobre violência de gênero

Em meio ao aumento da violência contra mulheres e meninas em todo o mundo – incluindo o estupro –, a vice-secretária-geral das Nações Unidas, Amina J. Mohammed, enviou uma forte mensagem nessa segunda-feira (22) alertando para o frequente hábito de culpar as vítimas da violência de gênero.

Na mensagem em vídeo, Amina pediu que os homens e meninos se tornem aliados no enfrentamento desse tipo de violência.

Foto: EBC

ONU: informais perderam 60% dos rendimentos no 1º mês da pandemia

As Nações Unidas lançaram nessa sexta-feira (19) um documento de políticas públicas que aponta uma perda de 60% dos rendimentos por parte dos trabalhadores e trabalhadoras informais – aqueles que, em geral, não possuem direitos trabalhistas ou proteção social. O dado se refere apenas ao primeiro mês da crise econômica decorrente da pandemia de COVID-19.

O relatório também aponta que centenas de milhões de empregos foram perdidos, destacando medidas a serem adotadas para mitigar os efeitos da crise.

“A pandemia virou ao avesso o mundo do trabalho. Todos os trabalhadores, todos os negócios e todos os cantos do mundo foram afetados”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma mensagem em vídeo para o lançamento do documento.

Confira aqui o vídeo e o documento.

Vítimas de violência sexual em um abrigo em Goma, República Democrática do Congo. Foto: ONU/Marie Frechon

ONU: violência sexual em conflitos se aprofunda durante pandemia

O secretário-geral das Nações Unidas alertou para um tipo de crime brutal que pode aumentar durante a pandemia de COVID-19: a violência sexual em situações de conflito.

“A violência sexual em conflito é um crime brutal, praticado principalmente contra mulheres e meninas, mas que também afeta homens e meninos. Esta violência se repete em todas as comunidades e sociedades, perpetuando ciclos de violência e ameaçando a paz e a segurança internacionais”, alertou António Guterres.

A ONU marca nessa sexta-feira (19) o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Sexual em Conflito.

Uma mãe cuida de seu bebê dentro de um ginásio que foi transformado em assentamento de refugiados em Boa Vista (RR). Foto: ACNUR/Vincent Tremeau

Mundo tem recorde de quase 80 milhões de deslocados internos e refugiados

O deslocamento global atingiu impressionantes 79,5 milhões de pessoas no ano passado – quase o dobro do número registrado há uma década – devido a guerra, violência, perseguição e outras emergências, informou nesta quinta-feira (18) a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Falando a jornalistas em Genebra, o chefe do ACNUR observou que, embora a questão do deslocamento afete todas as nações, os dados mostram que os países mais pobres hospedam 85% dos que foram expulsos de suas casas.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca

Degradação dos solos afeta 3,2 bilhões de pessoas, alerta ONU

“A saúde da Humanidade depende da saúde do planeta. Hoje, o nosso planeta está doente.”

O alerta é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em mensagem em vídeo nessa quarta-feira (17) para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca. Ele destacou que um número alarmante de 3,2 bilhões de pessoas são afetadas pela degradação dos solos.

Segundo a ONU, 70% dos solos foram transformados pela atividade humana. “Podemos reverter esta tendência e trazer soluções para uma ampla gama de desafios, desde a migração forçada e a fome, até as mudanças climáticas”, disse.

Tia Rô recebe ligações de voluntários do projeto Histórias por Telefone, no Rio de Janeiro - Foto: arquivo pessoal

In Rio de Janeiro, reading project connects people during the pandemic

Every week, Cristina Ávila, 45, picks up her phone in the neighborhood of Anil, in Rio de Janeiro, Brazil, and dials phone numbers that she’d never called before. Meanwhile, every week in Cidade de Deus, a neighborhood in the northern region of the city, the phone of Rosângela Oliveira – or Aunt Rô –, 62, receives a call from someone whose voice she does not recognize.

Just over a month ago, people who have never ever exchanged words before now come together through stories and poetry that are shared over the phone, forming connections that started in Rio de Janeiro and that today extend to the African continent – with Brazilians that reside in Kenya receiving calls.

This is how the Stories by Phone project, promoted by the Secretary of Culture and Creative Economy of the State of Rio de Janeiro, is proposing that people feel less alone in the midst of social isolation, caused by the new coronavirus pandemic.

Tia Rô recebe ligações de voluntários do projeto Histórias por Telefone, no Rio de Janeiro - Foto: arquivo pessoal

No Rio, projeto conecta pessoas por meio da literatura durante a pandemia

Toda semana, Cristina Ávila, de 45 anos, pega o telefone no bairro de Anil, no Rio de Janeiro (RJ), e digita uma coleção de números que nunca antes havia combinado. Enquanto isso, toda semana na Cidade de Deus, também no Rio, o telefone de Rosângela Oliveira – ou Tia Rô –, de 62, recebe ligações de pessoas das quais nunca ouvira a voz antes.

Conheça o projeto Histórias por Telefone: voluntários leem poemas e histórias para idosos em isolamento social durante a pandemia da COVID-19.

Mercado no Chile, durante a pandemia de COVID-19. Foto: FAO/Max Valencia

Pandemia pode ampliar fome e jogar 49 milhões de pessoas na pobreza extrema, alerta ONU

A pandemia da COVID-19 representa uma ameaça à segurança alimentar e nutricional, especialmente para as comunidades mais vulneráveis do mundo. O alerta é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que lança nesta terça-feira (9) um relatório sobre o tema.

As medidas contra a doença e a recessão global emergente podem perturbar o funcionamento dos sistemas alimentares, com consequências “potencialmente terríveis”. Sem uma ação imediata, diz o documento, corremos o risco de assistir a uma emergência alimentar global – com impactos em longo prazo em centenas de milhões de crianças e adultos; acesse aqui o documento e o vídeo.

Em mensagem especial em vídeo para o Dia Mundial dos Oceanos (8 de junho), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que, enquanto o mundo trabalha para acabar com a pandemia e sair melhor do que estávamos, temos uma “oportunidade única e a responsabilidade de corrigir a nossa relação com o meio ambiente, incluindo os mares e os oceanos do mundo”.

ONU: oceanos são pulmões do planeta e maior meio de absorção de carbono

A pandemia da COVID-19 é um forte aviso de como estamos todos interligados – uns com os outros e com a natureza.

Em mensagem especial em vídeo para o Dia Mundial dos Oceanos (8 de junho), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou que, enquanto o mundo trabalha para acabar com a pandemia e sair melhor do que estávamos, temos uma “oportunidade única e a responsabilidade de corrigir a nossa relação com o meio ambiente, incluindo os mares e os oceanos do mundo”.

“Contamos com os oceanos para alimentação, meios de subsistência, transporte e comércio. E, enquanto pulmões do nosso planeta e o seu maior meio de absorção de carbono, os oceanos desempenham um papel vital na regulação do clima global”, explicou Guterres.

Confira aqui o vídeo.

Foto: PNUMA

‘A natureza está nos mandando uma mensagem clara’, diz ONU no Dia do Meio Ambiente

Marcando o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a Natureza está nos mandando uma “mensagem clara”.

“Estamos afetando o meio ambiente, para nosso próprio prejuízo. A degradação dos habitats e a perda de biodiversidade estão acelerando. As perturbações climáticas estão piorando. Incêndios, inundações e grandes tempestades são mais frequentes e destruidoras. Os oceanos estão ficando mais quentes e ácidos, destruindo os ecossistemas dos corais. E, agora, um novo coronavírus está enfurecido, minando a saúde e meios de subsistência”, afirmou Guterres.

Missão da ONU no Darfur (UNAMID) organiza sessão sobre Agenda de Mulheres e Segurança. Foto: UNAMID/Albert Gonzalez Farran

Em vídeo, líderes da ONU reforçam papel das mulheres para paz e cessar-fogo global

Três funcionários do alto escalão da ONU se uniram ao apelo do secretário-geral da ONU, António Guterres, por um cessar-fogo global, destacando a importância das mulheres nesse processo.

A mensagem é da subsecretária-geral da ONU para os Assuntos Políticos e Consolidação da Paz, Rosemary DiCarlo; do subsecretário-geral das Operações de Paz, Jean-Pierre Lacroix, e da subsecretária-geral e diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka.

Segundo as lideranças, com a participação de mulheres, a probabilidade é que os resultados da paz sejam sustentáveis e duradouros.

Refugiados e migrantes na fronteira de Pazarkule, perto de Edirne, na Turquia, na esperança de viajar para a Grécia. Foto: UNICEF

Refugiados e migrantes enfrentam ‘três crises de uma só vez’, alerta secretário-geral da ONU

A pandemia de COVID-19 continua arrasando vidas e meios de subsistência em todo o mundo – atingindo de forma mais dura os mais vulneráveis. Isso é particularmente verdade para os milhões de pessoas que estão em movimento – como refugiados e pessoas deslocadas internamente forçados a fugir de suas casas por causa da violência e calamidades, ou migrantes em situações precárias.

“Agora, elas enfrentam três crises de uma só vez”, alertou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma mensagem nesta quarta-feira (3) ao lançar um relatório com recomendações de políticas públicas sobre o tema. As três crises envolvem os âmbitos socioeconômico, de saúde e de proteção; acesse aqui o vídeo e o relatório.

Em uma cerimônia online, o secretário-geral entregará o Prêmio Defensor Militar da Igualdade de Gênero da ONU à capacete-azul brasileira Carla Monteiro de Castro Araújo, que atua na República Centro-Africana. Foto: ONU

VÍDEO: brasileira vence prêmio global de capacetes-azuis da ONU

“Mulheres na Manutenção da Paz” é o tema do Dia Internacional das Forças de Paz da ONU, celebrado neste 29 de maio. A comemoração de 2020 destaca o papel das mulheres nessas operações, onde atuam 95 mil civis, policiais e militares de todo o mundo.

Para marcar a data, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, divulgou um vídeo elogiando a atuação das forças de paz femininas e lembrou que elas têm mais acesso às comunidades, ajudando assim a melhorar a proteção de civis, promover direitos humanos e reforçar o desempenho da organização em geral.

Em uma cerimônia online, o secretário-geral entregará o Prêmio Defensor Militar da Igualdade de Gênero da ONU à capacete-azul brasileira Carla Monteiro de Castro Araújo, que atua na República Centro-Africana, e à major militar indiana Suman Gawani, que serviu no Sudão do Sul.

As Nações Unidas marcam nessa sexta-feira (29) o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz lembrando que as mulheres possuem um papel central nas operações de pacificação da organização.

Mulheres são fundamentais para operações de paz, diz ONU

As Nações Unidas marcam nessa sexta-feira (29) o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz lembrando que as mulheres possuem um papel central nas operações de pacificação da organização.

Duas “capacetes-azuis” – como são conhecidos os e as trabalhadoras de paz da ONU – foram homenageadas nesse ano, incluindo uma brasileira.

Servindo na operação da República Centro-Africana, a comandante Carla Monteiro de Castro Araújo, oficial da Marinha, ganhou o Prêmio de Defensoras Militares da Igualdade de Gênero da ONU ao lado da indiana Suman Gawani, observadora militar que serviu na missão no Sudão do Sul.

Acesse a mensagem em vídeo do secretário-geral para a data.