América do Sul apresenta taxas de inflação mensal mais baixas que registradas em março, diz FAO

América do Sul e Central, com exceção da Nicarágua e do Panamá, apresentam preços dos alimentos estáveis e taxas de inflação mensais mais baixas que em março.

Na Argentina e Brasil, as duas grandes economias da sub-região, as variações em ambos os índices de preços (geral e de alimentos) foram praticamente iguais as de março. Foto: FAO

Na Argentina e Brasil, as duas grandes economias da sub-região, as variações em ambos os índices de preços (geral e de alimentos) foram praticamente iguais as de março. Foto: FAO

A inflação mensal dos alimentos da América Latina e do Caribe chegou a 1,1% em abril, enquanto a inflação mensal ficou em 0,6%. Ambos os níveis são muito similares ou menores que os registrados em março deste ano, disse a FAO nesta quarta-feira (5).

Enquanto na Argentina e no Brasil as variações em ambos os índices de preços (geral e de alimentos) foram praticamente iguais as de março, na Bolívia e no Equador foram registradas variações negativas em seus índices de preços nos alimentos entre março e abril.

Durante o mês de abril, os movimentos nas taxas de inflação dos países da América Central, México e Caribe se caracterizaram por serem mais baixas que as taxas registradas em março e na maioria dos casos, por estarem abaixo de 1%.

A Nicarágua e o Panamá são os únicos casos em que as taxas de inflação mensal dos alimentos foram maiores que as do mês de março, embora não tenham superado 1%.