No último século, a Organização de saúde para o continente americano da ONU, foi responsável pelo aumento de 35 anos na expectativa de vida, o declínio da mortalidade infantil, a erradicação da varíola e da poliomelite e a redução de muitas outras doenças.

No alvorecer do século 20, a peste, a malária e a febre amarela mataram dezenas de milhares, ameaçando o futuro de projetos ambiciosos como o Canal do Panamá. A média de vida nos Estados Unidos era inferior a 50 anos. Ainda assim o otimismo prevaleceu e uniu as Américas para enfrentar novos desafios, especialmente em saúde. Foto: OEA
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) celebra, nesta terça-feira (2) de dezembro, seu 112º aniversário como a organização internacional de saúde mais antiga do mundo. Nos últimos 100 anos, a OPAS teve um papel-chave em importantes conquistas na área da saúde, como o aumento de 35 anos na expectativa de vida, o declínio da mortalidade infantil, a erradicação da varíola e da poliomelite, e a redução de muitas outras doenças.
A OPAS continua cooperando tecnicamente com seus estados-membros para enfrentar desafios que ainda persistem – como as desigualdades em saúde – bem como para avançar em direção à cobertura universal e ao acesso universal à saúde.
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