Após morte de membro da ONU no Mali, Ban Ki-moon reafirma compromisso de levar paz ao país

Funcionário civil da Missão Multidimensional Integrada de Estabilização das Nações Unidas no Mali morreu na terça-feira (24), vítima de uma emboscada ao comboio da missão de paz no país.

Tropas chadianas da ONU em direção a sua base em Tessalit, norte do Mali. Foto MINUSMA/Marco Dormino

Tropas da ONU em comboio no norte do Mali. Foto MINUSMA/Marco Dormino

Diante da morte de um funcionário civil da missão de paz das Nações Unidas no Mali depois após uma emboscada a um comboio nesta terça-feira (24), o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, declarou que a ONU não poupará esforços para levar a paz para o Oeste Africano.

O ataque com explosivos contra os veículos da Missão Multidimensional Integrada de Estabilização das Nações Unidas no Mali (MINUSMA) aconteceu na cidade de Tombuctu.

“A MINUSMA continua reforçando as medidas destinadas a combater as ameaças explosivas no Mali para a proteção do pessoal das Nações Unidas, bem como o povo do Mali”, reafirmou Ban Ki-moon, pedindo para que a Missão leve paz a Mali mesmo diante dessas “difíceis condições”.

Presente no Mali desde 2013, a MINUSMA soma 9.000 militares, cerca de 1.180 policiais, tendo o mesmo número de civis na área, para realizar tarefas de segurança, implementar um roteiro de transição, e ajudar a estabilizar o país depois do golpe de Estado e a tomada do poder por separatistas islâmicos no país.