“Este crime é um lembrete trágico dos perigos crescentes que os trabalhadores humanitários enfrentam diariamente na Síria”, disseram os 15 membros do Conselho de Segurança da ONU.

Trabalhadores humanitários na Síria Foto: UNRWA
Os 15 membros do Conselho de Segurança da ONU condenaram veementemente, neste domingo (14), o assassinato “hediondo e covarde” de David Haines, um trabalhador humanitário da ONU, pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) e exigiram a libertação imediata, segura e incondicional, de todos aqueles que são mantidos como reféns por esses grupos.
De acordo com relatos da mídia, o britânico de 44 anos foi apreendido na Síria em 2013 pelo ISIL. O vídeo de sua morte foi divulgado na noite do último sábado (13).
“Este crime é um lembrete trágico dos perigos crescentes que os trabalhadores humanitários enfrentam diariamente na Síria e mais uma vez mostra a brutalidade do ISIL, que é responsável por milhares de abusos contra o povo sírio e iraquiano”, disse o Conselho. Os membros do órgão da ONU também ressaltaram que os responsáveis pela morte de Haines devem ser responsabilizados e pediram que todos os países cooperem ativamente com o Reino Unido e todas as outras autoridades competentes com este caso.