Associação de empresárias brasileiras firma compromisso pelos direitos das mulheres com PNUD

Pelo documento, a Associação de Mulheres Empreendedoras se compromete a contribuir com ações que visam promover os direitos das mulheres e fortalecer o empreendedorismo.

Um memorando de entendimento que será assinado nesta quarta-feira (28/03) pela Associação de Mulheres Empreendedoras (AME) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) reforça o compromisso da entidade com o empoderamento das mulheres. “O empoderamento das mulheres e o engajamento da sociedade aos princípios de responsabilidade social e de sustentabilidade estão entre as prioridades do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon”, afirmou o Representante-Residente do PNUD no Brasil, Jorge Chediek.

Pelo documento, a ser oficializado durante evento promovido pela AME nesta quarta-feira (28/3) em Brasília, a associação se compromete a contribuir para atividades que visam promover os direitos das mulheres, fortalecer o empreendedorismo e a independência financeira das brasileiras de baixa renda, além de desenvolver ações conjuntas para oferecer oportunidades a mulheres em situação de violência doméstica e vítimas de violência urbana.

A Coordenadora da Unidade de Planejamento Estratégico e Desenvolvimento de Capacidades do PNUD, Maria Celina Berardinelli Arraes, acredita que a assinatura desse memorando de entendimento facilitará a divulgação dos princípios do Pacto Global e dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) entre as associadas. “A iniciativa reforça a capacidade de liderança feminina pelo exemplo do empreendedorismo e contribui para a defesa da causa do empoderamento das mulheres, para que elas tenham cada vez mais voz ativa na sociedade”, destaca Maria Celina.

Atualmente, 42 empresas brasileiras já aderiram aos Princípios de Empoderamento das Mulheres. O Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking de países com maior número de participantes do pacto, figurando atrás apenas da Espanha e do Japão. “A missão da família da ONU aqui no Brasil também é contribuir para que, cada vez mais, empresas, organizações e pessoas adotem e respeitem estas iniciativas”, concluiu Chediek.