“Aumentar os impostos sobre os produtos de tabaco é uma das formas mais eficazes de reduzir o consumo de produtos que matam e ao mesmo tempo garante receitas substanciais”, disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan.
Muito poucos governos cobram níveis adequados de imposto sobre os cigarros e outros produtos do tabaco. Eles, portanto, perdem uma medida comprovada e de baixo custo para controlar a demanda de tabaco, salvar vidas e gerar fundos para serviços de saúde mais fortes, de acordo com o relatório ‘Epidemia mundial de tabaco 2015’ lançado nesta terça-feira (07) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O documento foca no aumento de impostos sobre o tabaco. Apesar de 33 países terem impostos que representam mais de 75% do preço de varejo de um maço de cigarros, muitos nações têm taxas de imposto extremamente baixas. Outros nem sequer possuem impostos especiais sobre qualquer produto de tabaco.
O Brasil é um dos países que implementou quatro ou mais medidas do MPOWER, um pacote de políticas e intervenções da OMS para reverter o tabagismo em nível mundial. “Aumentar os impostos sobre os produtos de tabaco é uma das formas mais eficazes de reduzir o consumo de produtos que matam, e ao mesmo tempo garante receitas substanciais”, disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan.
