Ban cumprimenta tripulação de aeronave movida a energia solar

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, saudou a determinação e a coragem da tripulação da Solar Impulse, enquanto a aeronave concluiu sua volta ao redor da Terra em uma viagem movida a energia solar.

Secretário-geral da ONU cumprimenta pilotos da Solar Impulse. Foto: ONU

Secretário-geral da ONU cumprimenta pilotos da Solar Impulse. Foto: ONU

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, saudou na segunda-feira (25) a determinação e a coragem da tripulação da Solar Impulse, enquanto a aeronave concluiu sua volta ao redor da Terra em uma viagem movida a energia solar.

“Você pode estar encerrando sua jornada, mas a jornada para um mundo sustentável está só começando”, disse Ban para o piloto da aeronave, capitão Bertrand Piccard, via Skype.

A Solar Impulse, uma aeronave de pequeno porte com envergadura de um Boeing 747, concluiu uma volta de cerca de 43 mil quilômetros ao redor da Terra. O avião é totalmente movido a energia solar por meio de 17 mil células solares construídas nas asas de fibra de carbono, sem combustíveis ou emissores poluentes.

O capitão Piccard, que também é embaixador da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e André Borschbergare, concluíram a viagem em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, mesma cidade onde a histórica viagem começou, mais de um ano antes.

“Vocês estão nos pilotando para o futuro por meio de sua visão, determinação, coragem, inspiração e seu ótimo exemplo”, disse Ban, agradecendo os pilotos por espalharem a mensagem de sustentabilidade globalmente.

A última vez que o chefe da ONU se reuniu com os pilotos foi em junho, quando a aeronave chegou ao Aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, como parte de sua viagem global.

O diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Erik Solheim, também cumprimentou a tripulação. “Parabéns à equipe da Solar Impulse, e particularmente os pilotos Bertrand Piccard e André Borschberg, por sua conquista histórica”, declarou.

“Vivemos num mundo em que as energias renováveis não são mais uma fonte alternativa, mas já são a regra para suprir bem nossas demandas energéticas. A transição é crítica para combater as mudanças climáticas e melhorar a saúde da humanidade e do planeta”.