“As Olimpíadas provam que os países podem sair do conflito armado para a competição atlética. Os Jogos são uma chance de vermos que somos todos humanos, que todos suamos e lutamos. Podemos ter diferentes bandeiras mas somos apenas uma única família: humanos”, disse o secretário-geral da ONU durante evento no Rio de Janeiro.
Ban Ki-moon: am grateful to the IOC for using the power of sport for development & peace. #Rio2016 pic.twitter.com/9zf78bUCii
— UN Spokesperson (@UN_Spokesperson) 5 de agosto de 2016
Os primeiros Jogos Olímpicos realizados na América do Sul já fazem história porque também, pela primeira vez, há um time de atletas refugiados. Com estas palavras, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, saudou os convidados do jantar de honra oferecido na quinta-feira (4) pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), no Rio de Janeiro.
“As Olimpíadas provam que os países podem sair do conflito armado para a competição atlética. Os Jogos são uma chance de vermos que somos todos humanos, que todos suamos e lutamos. Podemos ter diferentes bandeiras mas somos apenas uma única família: humanos”, discursou.
Ban Ki-moon agradeceu ao povo e governo brasileiros, em especial aos cidadãos do Rio de Janeiro, pela “calorosa receptividade e cooperação em ajudar a fazer dos Jogos Olímpicos um grande sucesso”.
Ao lembrar do encontro com atletas do Time de Refugiados, ocorrido também na quinta-feira na Vila Olímpica, o secretário-geral disse que a iniciativa do Comitê Olímpico ajuda a promover a conscientização global para o assunto.
Ban Ki-moon também agradeceu ao COI por usar o poder do esporte para o desenvolvimento e a paz.
“Estamos determinados em manter nossos esforços para avançar na paz através do esporte, pedindo o cessar-fogo”, disse ao reafirmar a resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas que adotou a Trégua Olímpica.
O secretário-geral falou ainda sobre o compromisso dos atletas, que perseguem o sonho de fazer mais do que se pode imaginar. E convocou: “Vamos fazer da Rio 2016 o início de um futuro melhor ao bater recordes de solidariedade global, com a bandeira da Rio 2016: viva com paixão”.
Agradecendo em português, Ban Ki-moon encerrou o discurso propondo um brinde à liderança do COI; ao Brasil, país anfitrião; e ao sucesso dos esforços de promover um mundo mais justo e pacífico por meio dos esportes.