As nações mais ricas do mundo devem ter em conta as necessidades das pessoas mais pobres e mais vulneráveis do mundo em seus planos para o reforço da recuperação da economia global. Essa foi uma das principais mensagens do Secretário-Geral, Ban Ki-moon, frente à Cúpula do Grupo dos 20 (G20) que começa em Seul hoje, quinta-feira (11/11).
As nações mais ricas do mundo devem ter em conta as necessidades das pessoas mais pobres e mais vulneráveis do mundo em seus planos para o reforço da recuperação da economia global. Essa foi uma das principais mensagens do Secretário-Geral, Ban Ki-moon, frente à Cúpula do Grupo dos 20 (G20) que começa em Seul hoje, quinta-feira (11/11).
“A recuperação da economia mundial permanece frágil. 64 milhões de pessoas foram empurradas para a pobreza extrema neste ano. Em todas as partes há insegurança econômica e ansiedade sobre os empregos”, disse o chefe das Nações Unidas. “Não podemos nos dar ao luxo de pensar estritamente sobre o desenvolvimento e o crescimento da economia.”
O Secretário-Geral destacou três mensagens vitais de desenvolvimento que traz para a cúpula, começando com a necessidade de manter as promessas sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), uma série de metas acordadas por todos os países e instituições em desenvolvimento para enfrentar as necessidades das pessoas mais pobres do mundo. Ban também destacou a necessidade de investimentos estratégicos, especialmente a necessidade de investir recursos em áreas interconectadas entre vários problemas e a necessidade de fazer avançar a luta contra as mudanças climáticas.
“Quanto mais demoremos, mais pagaremos”, disse Ban. “Mas, agindo juntos, podemos abrir as portas para a prosperidade, a criação de empregos e o crescimento econômico. Ao nos preparar para o longo prazo, podemos prosperar no curto prazo”.