O estado também melhorou o controle de gastos, os processos de licitação, a arrecadação de impostos e tornou-se o mais transparente do Brasil em relação ao uso dos impostos.

Com o apoio do Banco Mundial, o Rio Grande do Sul reestruturou sua dívida pública, economizando 379 milhões de reais até dezembro de 2010. O estado também melhorou o controle de gastos, os processos de licitação, a arrecadação de impostos e tornou-se o mais transparente do Brasil em relação ao uso dos impostos.
O Rio Grande do Sul vinha de uma longa história de desequilíbrio fiscal. O estado não conseguia cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e os serviços públicos estavam deteriorados, bem como a economia local. Na época em que o Banco Mundial começou a trabalhar com o Rio Grande do Sul, em 2008, a situação fiscal era a pior entre os estados brasileiros.
O projeto “Sustentabilidade Fiscal e Crescimento Econômico do Rio Grande do Sul”, feito sob medida para o estado, permitiu ao governo pôr as contas em ordem, saindo de um saldo negativo de 473 milhões de reais em 2007 para um alívio de 1.497 bilhão de reais e aumentar os investimentos – de 6% (em 2007) para 9% (2010) da receita líquida.
O Banco Mundial apoiou o estado com um empréstimo para desenvolvimento de políticas públicas (DPL, na sigla em inglês) em duas etapas, totalizando 1,1 bilhão de dólares, desembolsados em 2008 e 2010.
Outros detalhes do projeto estão disponíveis em http://bit.ly/ZpMfvR