Mais da metade dos trabalhadores na região são jovens, porém o trabalho informal e o desemprego são um problema para a carreira profissional dos jovens. Evento no Peru discutirá importância dos jovens empreendedores para crescimento dos países.
Mais da metade dos trabalhadores latino-americanos são jovens. Com foco nisso, a série de Reuniões Anuais do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) acontecerá dia 8 de outubro em Lima, Peru, e abordará a importância dos jovens para o empreendedorismo e crescimento dos países.
Nunca houve tantos jovens na região e mais da metade da população economicamente ativa da América Latina é de jovens de 15 e 35 anos. Apesar de a entrada precoce no mercado de trabalho abrir caminhos, é também, segundo especialistas, fonte de obstáculos para o futuro profissional.
Terminar o colégio significa aumentar em média 80% as chances de conseguir um trabalho decente. No entanto, na América Latina, um em cada seis adolescentes abandona o ensino médio.
Os dados compilados pelo Banco Mundial mostram que 27 milhões de jovens da região têm trabalho informal e 8 milhões estão desempregados – taxa três vezes maior do que a de adultos.
No entanto, as estatísticas também mostram que 40% dos jovens latino-americanos querem se tornar empreendedores, e a região já é a segunda no mundo com maior quantidade de jovens com seu próprio negócio. O número de universitários também aumentou: em 2004, 24% dos jovens entraram para a graduação; já em 2014, o número subiu para 44%.
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Veja a infografia com os dados compilados pelo Banco Mundial.

