Casos de malária na África Subsaariana ainda preocupam

O Enviado Especial do Secretário-Geral para tratar da questão da malária, Ray Chambers, se mostrou confiante de que o mundo investa nas ações de combate à doença que vem sendo desenvolvidas na África Sub-Saariana, onde o problema é endêmico.

O Enviado Especial do Secretário-Geral para tratar da questão da malária, Ray Chambers, se mostrou confiante de que o mundo investa nas ações de combate à doença que vem sendo desenvolvidas na África Sub-Saariana, onde o problema é endêmico.

Chambers conversou com Ban Ki-moon durante a sua visita a Tanzânia e Uganda, onde também se reuniu com a Diretora Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, e avaliou o progresso feito nos dois países contra a doença.

Ray Chambers informou que já foi possível disponibilizar mosqueteiros para mais da metade da população, o que significa proteção para cerca de 360 milhões de pessoas. Apenas no ano passado cerca de 65 milhões foram entregues e “a previsão é que nos próximos 16 meses – até dezembro de 2010, seja possível garantir proteção a toda a população”, acrescentou Chambers.

A delegação visitou centros de saúde que focam na questão da malaria em áreas rurais e urbanas, incluindo aqueles que estão desenvolvendo novos tratamentos e vacinas.

Em setembro do ano passado governo, empresários e líderes da sociedade civil se comprometeram em uma campanha global para reduzir mortes por malária a nível zero até 2015, com um investimento inicial de aproximadamente três bilhões. Diminuir a incidência de malaria faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que além dessa questão tenta minimizar a pobreza, a fome, prevenir doenças e melhorar a situação socioeconômica até o ano de 2015.