Em 2013, os Ministérios da Justiça e da Saúde publicaram o Perfil dos Usuários de Crack e/ou Similares no Brasil. O estudo indicou que a contaminação pelo HIV entre esse público é cerca de oito vezes maior do que entre a população em geral, atingindo a taxa de 5%. Um estudo de 2014 realizado pela Fundação Oswaldo Cruz reiterou as descobertas. Foto: Agência Brasil / EBC / Tânia Rego

Em 2013, os Ministérios da Justiça e da Saúde publicaram o Perfil dos Usuários de Crack e/ou Similares no Brasil. O estudo indicou que a contaminação pelo HIV entre esse público é cerca de oito vezes maior do que entre a população em geral, atingindo a taxa de 5%. Um estudo de 2014 realizado pela Fundação Oswaldo Cruz reiterou as descobertas. Foto: Agência Brasil / EBC / Tânia Rego

Em 2013, os Ministérios da Justiça e da Saúde publicaram o Perfil dos Usuários de Crack e/ou Similares no Brasil. O estudo indicou que a contaminação pelo HIV entre esse público é cerca de oito vezes maior do que entre a população em geral, atingindo a taxa de 5%. Um estudo de 2014 realizado pela Fundação Oswaldo Cruz reiterou as descobertas. Foto: Agência Brasil / EBC / Tânia Rego

Em 2013, os Ministérios da Justiça e da Saúde publicaram o Perfil dos Usuários de Crack e/ou Similares no Brasil. O estudo indicou que a contaminação pelo HIV entre esse público é cerca de oito vezes maior do que entre a população em geral, atingindo a taxa de 5%. Um estudo de 2014 realizado pela Fundação Oswaldo Cruz reiterou as descobertas. Foto: Agência Brasil / EBC / Tânia Rego