Secretário-geral da ONU reafirmou seu apoio aos países afetados pelo grupo Boko Haram e pede que região se dirija à raiz desse “flagelo” de forma integrada.

Mulheres chadianas deslocadas internas, em Baga-Sola. Elas fugiram de ameaças do Boko Haram. Foto: OCHA/ Mayanne Munan
No sábado (5), mais de 30 pessoas morreram e outras ficaram feridas depois do triplo ataque suicida na ilha de Koulfoua, no lado chadiano do Lago Chade. O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, condenou o acontecido afirmando que “os atos desprezíveis demonstram de novo a brutalidade do Boko Haram”.
O chefe da ONU pediu para que a região, afetada pelo grupo Boko Haram, se dirija à raiz das causas desse “flagelo” de forma integrada.
“O secretário-geral reafirma sua solidariedade com as pessoas de Chade e reitera que as Nações Unidas apoiam o governo na sua luta contra o terrorismo, a qual deve ser conduzida com total respeito pelos direitos humanos, pelo direito humanitário e dos refugiados”, afirmou o porta-voz de Ban Ki-moon em declaração.