Chefe da UNESCO denuncia morte de jornalista sírio

Ahmad Mohamed al-Mousa foi morto por desconhecidos usando máscaras. Ele atuava como repórter em um portal que denunciava violações de direitos humanos em Idlib, área controlada pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

Ahmad Mohamed al-Mousa foi assassinado por desconhecidos usando máscaras. Ele trabalhava como jornalista cidadão, denunciando abusos cometidos pelo Estado Islâmico. Foto: Twitter Raqqa is Being Slaughtered Silently

Ahmad Mohamed al-Mousa foi assassinado por desconhecidos usando máscaras. Ele trabalhava como jornalista cidadão, denunciando abusos cometidos pelo Estado Islâmico. Foto: Twitter Raqqa is Being Slaughtered Silently

A Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) denunciou nesta segunda-feira (21) o assassinato do jornalista sírio, Ahmad Mohamed al-Mousa, que colaborava com a uma organização que denunciava abusos de direitos humanos em Idlib, área controlada pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL).

“É uma tragédia inaceitável como um todo quando aqueles que contribuem para o debate público e para o fluxo livre de informação pagam como suas vidas por desempenhar seu importante trabalho”, disse a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova.

Al-Mousa foi morto por desconhecidos usando máscaras. Ele atuava como repórter na plataforma de jornalismo cidadão Raqqa is Being Slaughtered Silently (Raqqa está sendo massacrada silenciosamente). Anteriormente, o cofundador e diretor executivo do portal, Ibrahim Abdel Qader, foi assassinado em Sanliurfa, no sudeste da Turquia, junto com Fares Hammadi, chefe da produção da Eye on the Homeland (Olho na terra natal), um coletivo de mídia sírio.