Fausto Valdiviezo Moscoso, de 52 anos, foi morto a tiros em 11 de abril por um homem não identificado em Atarazana, ao norte da cidade de Guaiaquil.

Diretora-Geral da UNESCO, Irina Bokova. Foto: UNESCO
A chefe da agência das Nações Unidas encarregada de defender a liberdade de imprensa lamentou nesta sexta-feira (19) o assassinato do jornalista equatoriano Fausto Valdiviezo Moscoso e pediu uma investigação sobre o crime.
Valdiviezo, de 52 anos, foi morto a tiros em 11 de abril por um homem não identificado enquanto dirigia seu carro em Atarazana, ao norte da cidade de Guaiaquil.
“A morte trágica [de Fausto Valdiviezo] ressalta a necessidade de proteger os profissionais da mídia”, disse a Diretor-Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova.
“Estou confiante de que as autoridades equatorianas farão o possível para identificar os culpados deste crime e trazê-los à justiça. O exercício da liberdade de expressão é um dos pilares da democracia e do Estado de Direito”, acrescentou.
Segundo a organização ‘Repórteres Sem Fronteiras’, Valdiviezo apresentava programas para os canais de televisão Ecuavisa, Sí TV, RTS e TC Televisión por mais de 30 anos.
Ele começaria um novo programa na Teleamazonas e tinha sobrevivido a outra tentativa de assassinato um dia antes.