Com apoio da OPAS, oficina no México aborda vigilância integrada a resistência aos antimicrobianos

Resistência microbiana é um dos temas que organismos internacionais sanitários dão maior relevância, por sua repercussão na saúde humana.

Foto: OPAS/OMSNos dias 1 e 2 de abril de 2014 se realizou, na Cidade do México, a Oficina sobre Vigilância Integrada a Resistência aos Antimicrobianos (VIRAM).

A oficina cumpriu três objetivos primordiais: contribuir para melhorar o conhecimento da VIRAM através da experiência de Programas de monitoramento existentes e as regulações internacionais; facilitar o intercâmbio de experiências entre os participantes do setor; e alcançar consenso para estabelecer um projeto de Sistema de vigilância Integrada a resistência os antimicrobianos no México, harmonizado internacionalmente.

A oficina foi resultado de um esforço interinstitucional – participaram em sua organização o Instituto Nacional de Diagnóstico e Referência Epidemiológicos (InDRE), a Comissão Federal de Proteção contra Riscos Sanitários (COFEPRIS), a SAGARPA através do Serviço Nacional de Saúde, Inocuidade e Qualidade Agro-alimentária (SENASICA), o Conselho Técnico Consultivo de Saúde Animal (CONASA) e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS).

O diretor-geral de Saúde Animal da SENASICA, Joaquín Brulio Delgadillo Álvarez, apontou que o principal objetivo deste tipo de oficinas é contribuir para melhorar o conhecimento sobre o tema através da experiência de Programas de monitoramento e as regulações que se aplicam em diversos países, facilitando o intercâmbio de experiências e gerando as bases de um plano nacional integral. Por sua parte, o presidente da CONASA, Francisco Suárez Güemes, expressou o compromisso institucional no trabalho de monitoramento de resistência a antimicrobianos, a fim de evitar repercussões na saúde humana e animal.

Durante sua participação, Maureen Birmingham, representante da OPAS/OMS no México, mencionou que a resistência microbiana é um dos temas que os organismos internacionais sanitários dão maior relevância, por sua repercussão na saúde humana, destacando que é tempo de compartilhar experiências e trabalhar de maneira coordenada através de canais e mecanismos consensuais entre todos os envolvidos para capitalizar o trabalho que tem sido feito pelas instâncias e países; felicitando as instituições mexicanas pela iniciativa de revisar e discutir o tema.

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