Com apoio do Brasil, ONU promove capacitação militar em engenharia para forças de paz

Brasil é um dos países que treinará futuros integrantes das forças de paz do continente africano na área de engenharia. Brasileiros darão formação sobre Gerenciamento de Projetos de Engenharia em iniciativa promovida pelo Departamento de Apoio de Campo das Nações Unidas com o apoio de Japão, Suíça e Quênia.

Uma chilena da força de paz da ONU no Haiti, a MINUSTAH, realiza trabalhos de engenharia em Cité Soleil, na capital Porto Príncipe, com a segurança fornecida por militares brasileiros. Contingentes militares de Brasil, Japão, Chile, Equador, Paraguai, Coreia do Sul e Nepal participaram desta operação, em setembro de 2011. Foto: Victoria Hazou/ONU/MINUSTAH

Uma chilena da força de paz da ONU no Haiti, a MINUSTAH, realiza trabalhos de engenharia em Cité Soleil, na capital Porto Príncipe, com a segurança fornecida por militares brasileiros. Contingentes militares de Brasil, Japão, Chile, Equador, Paraguai, Coreia do Sul e Nepal participaram desta operação, em setembro de 2011. Foto: Victoria Hazou/ONU/MINUSTAH

As Nações Unidas deram início nessa segunda-feira (29) à terceira fase do treinamento em engenharia para as forças de paz envolvendo futuros pacificadores africanos. Parte do “Projeto de Parceria Triangular”, a capacitação acontece no Quênia.

O projeto – promovido pelo Departamento de Apoio de Campo das Nações Unidas com o apoio de Japão, Suíça e Quênia – treinará e equipará engenheiros militares africanos que atuarão nas missões de paz da ONU.

Nessa terceira fase, 36 instrutores japoneses treinarão até 60 da Tanzânia e de outros países africanos que contribuem com tropas. Também será realizado um curso de Formação de Instrutores conduzido pela Suíça para dez futuros pacificadores, bem como um curso de Gerenciamento de Projetos de Engenharia liderado pelo Brasil para até 20 pacificadores também do continente africano.

O objetivo da ONU é beneficiar todos os países da África que contribuem com tropas nas forças da ONU.

Após a participação no treinamento, os engenheiros militares participarão de missões de paz, onde preencherão lacunas críticas nas atuais capacidades de engenharia da ONU.