Evento é o fórum oficial onde os ministros da Agricultura e autoridades dos Estados-membros da região reúnem-se para debater alimentação e agricultura.

A Conferência Regional da FAO é um fórum oficial onde os ministros da Agricultura e autoridades dos Estados-membros da região reúnem-se para debater os desafios e questões prioritárias relacionadas a alimentação e a agricultura. Foto: FAO
A XXXIII Conferência Regional da FAO para a América Latina e Caribe se realizará na cidade de Santiago, no Chile, de 7 a 9 de maio, e servirá para que os governos da região possam aprofundar seu compromisso na luta contra a fome e definir as prioridades de ação da FAO durante os próximos dois anos.
A Conferência começa nesta quarta-feira (7), às 14 horas (15 horas no horário de Brasília), com as presenças da presidenta do Chile, Michelle Bachelet; do diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva; do vice-presidente da Venezuela, Héctor Rodriguez; do ministro da Agricultura do Chile, Carlos Furche; da primeira-dama do Peru, Nadine Heredia; do representante regional da FAO, Raúl Benítez; e dos ministros de Agricultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Social e de representantes de governo dos 33 países da região.
O diretor-geral da FAO e o ministro da Agricultura do Chile analisarão os principais resultados e acordos assinados pelos governos para avançar em direção à erradicação da fome durante uma coletiva de imprensa, na próxima sexta-feira, dia 9 de maio, às 11h30 (12h30 – horário de Brasília), no Hotel Marriot de Santiago, local da Conferência.
Para coordenar as entrevistas com os participantes e assistir à sessão e à coletiva de imprensa na sexta-feira, dia 9, os jornalistas deverão se credenciar com Goizargi de las Heras: goizargi.delasheras@fao.org
Temas centrais da Conferência
A Conferência estará centrada em consolidar o avanço regional na luta contra a fome, a má nutrição e a pobreza extrema, fomentar o desenvolvimento sustentável da agricultura e o avanço em direção a sistemas alimentares inclusivos e eficientes.
Os participantes também analisarão a governança da segurança alimentar na região, a adaptação às mudanças climáticas, o desenvolvimento da agricultura familiar, a produção e o comércio de alimentos e a Cooperação Sul-Sul entre os países da região.
A Conferência também será um espaço de encontro com a sociedade civil, organizações campesinas e indígenas, ONGs, organizações intergovernamentais, organismos de integração regional e demais agências das Nações Unidas.