Os 15 membros do órgão da ONU deploraram a morte do cidadão chinês Fan Jinghui e do cidadão norueguês Ole Johan Grimsgaard-Ofstad e afirmaram que os contínuos atos de barbárie “não irão intimidá-los”.
O Conselho de Segurança condenou veemente nesta quinta-feira (19) o assassinato “hediondo e covarde” do cidadão chinês, Fan Jinghui, e do cidadão norueguês, Ole Johan Grimsgaard-Ofstad, pelo Estado Islâmico no Iraque e Levante (ISIL). Os 15 membros do órgão enfatizaram que estes contínuos atos de barbárie “não irão intimidá-los, mas, em vez disso, reforçarão sua determinação”.
“Estes crimes, mais uma vez, demonstram a brutalidade do ISIL, que é responsável por milhares de crimes e abusos contra pessoas de todas as fés, etnias e nacionalidades, e sem nenhuma consideraçãopelo mais básico valor da humanidade”, disse a declaração do Conselho após a morte dos dois homens, que eram mantidos reféns desde setembro.
Através do pronunciamento, os membros expressaram suas condolências aos familiares e pediram justiça. O Conselho reiterou que o ISIL deve ser derrotado e que a intolerância, violência e ódio que o grupo professa deve ser eliminado. Estas manifestações, disseram, apenas alimentam o esforço comum entre governos e instituições para combatê-los, bem como a Frente Al-Nusra e outros indivíduos, grupos e entidades associadas a Al-Qaeda, segundo a resolução 2170 (2014).
Reforçaram, no entanto, que apesar de todos os ataques terroristas serem criminosos e injustificáveis, todos os contra-ataques à paz internacional e segurança devem ser realizados de acordo com a Carta da ONU, respeitando o direito internacional.
