Conselho de Segurança condena lançamentos de mísseis da Coreia do Norte

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou fortemente o lançamento de míssil balístico pela Coreia do Norte em 23 de agosto, que se segue a uma série de testes recentes considerados pelo órgão uma “grave violação” das obrigações internacionais do país e “flagrante desrespeito” dos repetidos pedidos para deter tal atividade.

Conselho de Segurança das Nações Unidas. Foto: ONU/Loey Felipe (arquivo)

Conselho de Segurança das Nações Unidas. Foto: ONU/Loey Felipe (arquivo)

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou fortemente o lançamento de míssil balístico pela Coreia do Norte em 23 de agosto, que se segue a uma série de testes recentes considerados pelo órgão  uma “grave violação” das obrigações internacionais do país e “flagrante desrespeito” dos repetidos pedidos para deter tal atividade.

Em comunicado de imprensa emitido na noite de sexta-feira (26), o Conselho condenou firmemente lançamentos de mísseis balísticos promovidos pela Coreia do Norte em 2 de agosto e 18 de julho, assim como o lançamento de um míssil balístico lançado por submarino em 9 de julho.

Os membros do Conselho disseram que a série de lançamentos é uma grave violação do país às obrigações internacionais previstas nas resoluções do Conselho de 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), 2094 (2013) e 2270 (2016).

Deplorando todas as atividades de mísseis balísticos pela Coreia do Norte, incluindo os lançamentos mais recentes, o Conselho afirmou que tais atividades contribuem para o desenvolvimento de sistemas vetores de armas nucleares e aumentam as tensões.

Os 15 membros do Conselho lamentaram que a Coreia do Norte esteja direcionando recursos para a construção de mísseis balísticos, enquanto os cidadãos do país têm grandes necessidades não satisfeitas.

Além disso, os membros do Conselho expressaram “séria preocupação” de que a Coreia do Norte tenha realizado tais lançamentos depois de 15 de abril, 23 de abril, 27 de abril, 28 de abril, 31 de maio e 21 de junho, “em flagrante desrespeito às repetidas declarações do Conselho de Segurança”.

O Conselho reiterou que o país deve se abster de outras ações, incluindo testes nucleares, e que cumpra suas obrigações em relação às resoluções do Conselho.