Hipertensão, câncer e esclerose múltipla são algumas das enfermidades que são causadas pela ingestão excessiva de sal. De acordo com a OMS, consumo diário deveria ser menor do que cinco gramas.

Foto: Banco Mundial
Nesse ano, o Dia Mundial da Saúde, comemorado no início de de abril, teve como tema principal a hipertensão ou alta pressão sanguínea. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), essa é a doença vascular que mais causa mortes no mundo.
Embora as causas da hipertensão ainda sejam desconhecidas, várias pesquisas apontam que o consumo elevado de sal ajuda no desenvolvimento da doença. A OMS recomenda que seu consumo diário seja de menos de cinco gramas.
O problema não é só esse. Pesquisas mostram que o consumo exagerado dessa substância pode causar um ataque do próprio corpo contra si mesmo, como se fosse uma resposta ao sistema imunológico, o que pode causar outras doenças como câncer e esclerose múltipla.
Quanto mais sal se consome, mais o corpo “pede” por ele. Porém, nem tudo está perdido.
Da mesma maneira que o corpo é viciado na substância, ele também pode facilmente ser “curado”. Ao experimentar alimentos menos salgados, aos poucos a pessoa vai descobrindo novos sabores e consegue ter uma qualidade de vida melhor.
O governo também pode ajudar limitando a quantidade de sal nos alimentos. Um bom exemplo é a Finlândia, que em 1975 lançou uma campanha que conseguiu reduzir 22% do consumo de sal em homens e 43% entre as mulheres no espaço de uma única geração.
Saiba mais em um artigo especial do Banco Mundial sobre o tema em http://bit.ly/138Sh2N