No Rio de Janeiro, subsecretária-geral da ONU para assuntos humanitários, Valerie Amos, afirmou que a sensibilização do público para as questões humanitárias é fundamental.

No Rio de Janeiro, dirigível apresenta a campanha para o Dia Mundial da Ação Humanitária. Foto: OCHA/Gustavo Oliveira
Militares e atores humanitários precisam entender melhor as funções e responsabilidades uns dos outros para ajudar civis em ambientes de conflito, afirmou a subsecretária-geral da ONU para Assuntos Humanitários, Valerie Amos, na terça-feira (20) em visita ao Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), no Rio de Janeiro.
Segundo Amos, a sensibilização para as questões humanitárias é crucial e a necessidade de se continuar protegendo civis e trabalhadores humanitários é “uma das melhores formas de prestar homenagem àqueles que perderam suas vidas ao ajudar os outros e refletir o espírito do trabalho humanitário”.
Amos esteve na cidade por dois dias para participar da comemoração do Dia Mundial da Ação Humanitária e da campanha para este ano do dia: “O mundo precisa mais de____” . Ela também esteve na homenagem, organizada pela ONU e o governo brasileiro, ao diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello, que morreu no ataque terrorista à sede da ONU no Iraque no dia 19 de agosto de 2003. O atentado matou 22 pessoas e feriu 150.
O CCOPAB foi criado em 2007 para treinar todos os militares brasileiros que participam em missões de paz da ONU. O Brasil contribui com mais de 1.700 homens e mulheres para as operações de paz da organização em todo o mundo.