Crianças têm sido feridas e mortas em ações militares e de violência armada no Oriente Médio e no norte da África. A denúncia foi feita pela Representante Especial do Secretário-Geral para Crianças e Conflitos Armados, Radhika Coomaraswamy.
Crianças têm sido feridas e mortas em ações militares e de violência armada no Oriente Médio e no norte da África. Na Síria, por exemplo, ocorreu recentemente a tortura e execução de Hamza al-Khatib, de 13 anos, além das mortes de um garoto de 10 e de uma menina de 4 anos nos arredores de Homs.
A denúncia foi feita pela Representante Especial do Secretário-Geral para Crianças e Conflitos Armados, Radhika Coomaraswamy. “O assassinato e a mutilação de crianças são crimes e contrariam as resoluções do Conselho de Segurança. As Nações Unidas condenam veementemente a tortura e o assassinato de crianças”, afirmou.
Coomaraswamy lembrou ainda que manifestações democráticas e não violentas são protegidas pelos direitos humanos e crianças que participem desses protestos não podem ser alvo de violência ou abuso. No entanto, por causa da insegurança nesses países, pede-se aos pais que mantenham seus filhos em casa. “Crianças devem ser protegidas e a segurança delas deve estar acima da política”, defendeu a Representante Especial.