A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, Irina Bokova, condenou nesta terça-feira o assassinato de um jornalista na província de Helmand, no Afeganistão, e defendeu a liberdade de imprensa. Nematullah Zahir, repórter da TV Ariana, foi morto no último dia 4 durante um bombardeio perto da cidade de Lashkar Gah, quando dirigia para fazer uma matéria.

Foto: Eskinder Debebe/ ONU
A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, Irina Bokova, condenou nesta terça-feira (8) o assassinato de um jornalista na província de Helmand, no Afeganistão, e defendeu a liberdade de imprensa. Nematullah Zahir, repórter da TV Ariana, foi morto no último dia 4 durante um bombardeio perto da cidade de Lashkar Gah, quando dirigia para fazer uma matéria.
“É essencial que as autoridades e as organizações de mídia do Afeganistão não meçam esforços para melhorar a segurança dos profissionais de mídia”, afirmou Irina. Em comunicado à imprensa, ela lembrou que como parte dos esforços para salvar vidas e garantir que a mídia continue informando ao público, a UNESCO publicou um guia para jornalistas em ambientes de alto risco, que ela aconselha ser seguido com atenção.
Os posicionamentos da diretora-geral da UNESCO sobre assassinato de profissionais de mídia estão alinhados com a resolução 29 adotada em 1997, intitulada “Condenação da Violência contra jornalistas”.