Diretora-geral da UNESCO condena assassinato de jornalista somali

Segundo a agência, não devem ser economizados esforços para levar os responsáveis pelo assassinato a julgamento e para proteger a segurança de jornalistas no país, aprimorando sua habilidade em manter o público informado.

Diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova. Foto: ONU/Devra Berkowitz

Diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova. Foto: ONU/Devra Berkowitz

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, condenou o assassinato do jornalista Abdirisak Ali Abdi na cidade de Galkayo, na Somália, e pediu a investigação completa do crime. A agência é responsável, no Sistema ONU, pela proteção da liberdade de imprensa.

Abdirisak Ali Abdi trabalhava como colaborador de diversos meios de comunicação locais e foi baleado em um restaurante por dois assaltantes desconhecidos.

Irina Bokova ressaltou que não devem ser economizados esforços para levar os responsáveis pelo assassinato a julgamento e que as autoridades devem proteger a segurança de jornalistas para que sua habilidade em manter o público informado seja aprimorada.

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) descreveu a Somália como um dos 10 principais países onde os crimes contra jornalistas ficam impunes. Além disso, os representantes da mídia arriscam suas vidas diariamente e podem ser vítimas de detenções arbitrárias.