De acordo com a UNESCO, mais de 430 jornalistas foram mortos entre 2007 e 2012.

Foto: ONU/Casey Crafford
A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, afirmou, nesta quarta-feira (3) estar chocada com o assassinato do jornalista norte-americano Steven Sotloff. Na ocasião, ela também pediu a libertação imediata de todos os reféns civis detidos por grupos militantes na Síria.
“Condeno profundamente a execução de Steven Sotloff”, disse Bokova, que também expressou suas sinceras condolências à família e amigos do jornalista.
“Sotloff – assim como James Foley que foi assassinado de maneira tão desprezível, há duas semanas – era um homem corajoso que trabalhava como jornalista empenhado em dizer ao mundo o que estava acontecendo no terreno”, disse Bokova.
É escandaloso que esses “profissionais corajosos, que são movidos pelo desejo de descobrir como as pessoas são afetadas pela guerra e compartilhar suas histórias com o mundo, devam sofrer tal tratamento desumano”, afirmou.
De acordo com a UNESCO, mais de 430 jornalistas foram mortos entre 2007 e 2012.