Diretoras da OMS e da OPAS se reúnem com autoridades brasileiras sobre zika e suas possíveis consequências

No contexto da declaração de emergência de saúde pública de importância internacional, Margaret Chan e Carissa F. Etienne, junto com o ministro da Saúde, concedem uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (24), às 16h30, na Fiocruz, Rio de Janeiro.

A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan (à direita), e a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne. Foto: OMS/C. Black

A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan (à direita), e a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne. Foto: OMS/C. Black

A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, e a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, se reúnem esta semana com autoridades brasileiras para conhecer em profundidade ações tomadas pelo Brasil para resposta à infecção pelo vírus zika e suas possíveis consequências.

No contexto da declaração de emergência de saúde pública de importância internacional, Chan e Etienne, junto com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, concedem uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (24), às 16h30, na Fiocruz, Rio de Janeiro (detalhes aqui).

Antes da coletiva, as duas se reúnem na terça-feira (23) com a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, às 15h, no Palácio do Planalto. Em seguida, Chan e Etienne seguem para uma reunião, no Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD), com os ministros da Saúde, da Integração Nacional, da Defesa, das Relações Exteriores, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e da Secretaria de Governo da Presidência da República, além do secretário executivo do Ministério da Educação. Depois, viajam para Recife, em Pernambuco, onde visitarão na quarta de manhã (24) o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP).

O QUE: Coletiva sobre as ações do Brasil para resposta à infecção pelo vírus zika e suas possíveis consequências

QUANDO: Quarta-feira, 24 de fevereiro, 16h30

ONDE: Fiocruz, no Rio de Janeiro (detalhes aqui)

Atualização: clique aqui para acessar o áudio da coletiva na íntegra.

QUEM:

  • Margaret Chan, diretora-geral da OMS
  • Carissa F. Etienne, diretora da OPAS
  • Marcelo Castro, ministro da Saúde do Brasil

CONTEXTO: No final de 2015, o Ministério da Saúde do Brasil estabeleceu a relação entre o aumento de microcefalia no Nordeste do país e a infecção por zika. A doença do zika é causada por um vírus transmitido pelos mosquitos Aedes. Atualmente, não há qualquer tratamento específico nem vacina. A melhor forma de prevenção é a proteção contra a picada do mosquito.

O vírus circula na África, nas Américas, na Ásia e no Pacífico. A OPAS/OMS tem trabalhado com os países membros afetados, ajudando-os a detectar e rastrear o vírus, conter sua propagação, aconselhar sobre manejo clínico e investigar os picos de microcefalia e Síndrome de Guillain-Barré em áreas onde ocorreram surtos de zika.

Em 1o de fevereiro de 2016, a OMS declarou que os casos crescentes de distúrbios neonatais e neurológicos, em meio ao crescente surto de zika nas Américas, constituem uma emergência de saúde pública de importância internacional. No dia 16 de fevereiro de 2016, a OMS lançou um plano estratégico global de resposta e operações conjuntas.

COMO: Pessoalmente ou, ao vivo, pela TV NBR, pela Web Rádio Saúde (webradio.saude.gov.br/radio) ou pelo Twitter do Ministério da Saúde (@minsaude).

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