A Somália sofreu no último 14 de outubro dois atentados que representam a pior perde humana devido ao terrorismo de toda a história do país. Os atentados, ocorridos na capital Mogadíscio, deixaram um saldo de mais de 300 mortos e muitos mais feridos.
O comandante do contingente militar de Uganda na Missão da União Africana na Somália (AMISOM), Kayanja Muhanga, disse que esse foi um “ato de covardia” dos terroristas e tem o objetivo de colocar medo na população. Ele afirmou, no entanto, que a missão internacional continuará apoiando o país na luta contra o terrorismo.
A Somália sofreu no último 14 de outubro dois atentados que representam a pior perde humana devido ao terrorismo de toda a história do país. Os atentados, ocorridos na capital Mogadíscio, deixaram um saldo de mais de 300 mortos e muitos mais feridos.
O comandante do contingente militar de Uganda na Missão da União Africana na Somália (AMISOM), Kayanja Muhanga, disse que esse foi um “ato de covardia” dos terroristas e tem o objetivo de colocar medo na população. Ele afirmou, no entanto, que a missão internacional continuará apoiando o país na luta contra o terrorismo.
O representante especial do secretário-geral na Somália, Michael Keating, disse que a ONU e a AMISOM estavam trabalhando de perto para apoiar a resposta do governo federal e das autoridades dos governos locais – incluindo por meio de prestação de apoio logístico, suprimentos médicos e conhecimento técnico.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, elogiou os primeiros socorros e a resposta dos moradores. Ele pediu que todos os somalis “unam-se na luta contra o terrorismo e o extremismo violento e trabalhem juntos na construção de um Estado federal funcional e inclusivo”.
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