Em Brasília, Casa da ONU recebe adolescentes para discutir direitos e saúde sexual e reprodutiva

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) recebeu na Casa da ONU, em Brasília, 24 adolescentes de diversas regiões do Distrito Federal. Os jovens puderam conhecer melhor a Organização e o trabalho do UNFPA voltado para a saúde sexuale reprodutiva.

Caio Oliveira, assessor de HIV e Juventude do UNFPA, conversa com adolescentes na Casa da ONU. Foto: UNFPA Brasil/Thais Rodrigues
Caio Oliveira, assessor de HIV e Juventude do UNFPA, conversa com adolescentes na Casa da ONU. Foto: UNFPA Brasil/Thais Rodrigues


O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) recebeu na Casa da ONU, em Brasília, 24 adolescentes de diversas regiões do Distrito Federal. Os jovens puderam conhecer melhor a Organização e o trabalho do UNFPA voltado para a saúde sexuale reprodutiva.

O encontro é a primeira ação da parceria entre o UNFPA e a Secretaria da Criança e do Adolescente do DF. O objetivo da cooperação é a capacitação em diferentes temas, como os direitos dos jovens, prevenção do consumo abusivo de álcool e outras drogas, cidadania,educação e cultura, raça e igualdade de gênero, saúde sexual e reprodutiva. O projeto tem duração prevista de dois anos.

Segundo o assessor de HIV e Juventude do UNFPA, Caio Oliveira, a parceria permite a troca de experiências entre as Nações Unidas e os adolescentes. “Nesse projeto,a gente tem a oportunidade de conhecer um pouco mais a realidade desses e dessas jovens, além de utilizar a experiência do Sistema ONU para orientá-los com relação aos seus direitos, definidos inclusive na Declaração dos Direitos Humanos”, afirma o especialista. 

Durante a atividade, Oliveira falou sobre a origem da ONU, o trabalho realizado em situações de emergência e as ações em diversas partes do mundo. O assessor explicou o papel do UNFPA, que colabora com governos e parceiros para promover o acesso universal a serviços integrados de saúde sexual e reprodutiva. 

Os jovens participantes integram o Comitê Consultivo de Adolescentes do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDCA).

Para Paulo Henrique Farias, membro do CDCA, a parceria entre o UNFPA e a Secretaria do DF vai levar mais conhecimento para os meninos e meninas. “O Comitê trabalha com adolescentes LGBTI, negros e negras, com deficiências e (de) periferias,muitas vezes eles não têm as mesmas oportunidades que os demais”, disse.

Os encontros promovem oficinas, workshops e seminários, além de ações interativas que aproximam o UNFPA do público em geral.