Organizações humanitárias estimam que cerca de 7,5 milhões de pessoas no Sudão do Sul precisam agora de assistência e proteção, incluindo cerca de 3,4 milhões de pessoas que foram forçadas a fugir de suas casas desde que o conflito começou, em dezembro de 2013.

Aeronave humanitária em aeroporto de Juba, no Sudão do Sul. Foto: OCHA
Com a dramática deterioração da situação humanitária no Sudão do Sul devido a uma combinação de conflito, declínio econômico e choques climáticos, as Nações Unidas e seus parceiros humanitários pediram 1,6 bilhão de dólares para assistência e proteção de 5,8 milhões de pessoas em todo o país.
“Estamos enfrentando necessidades sem precedentes, em um número sem precedentes de locais, e essas necessidades vão aumentar durante a próxima estação seca”, disse Eugene Owusu, coordenador humanitário da organização no país.
Organizações humanitárias estimam que cerca de 7,5 milhões de pessoas no Sudão do Sul precisam agora de assistência e proteção, incluindo cerca de 3,4 milhões de pessoas que foram forçadas a fugir de suas casas desde que o conflito começou, em dezembro de 2013.
Embora continuem a ser relatados relatos perturbadores de violência e atrocidades, incluindo a violência sexual, a insegurança alimentar e a subnutrição aumentaram, informou o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA). Além disso, o risco de fome coloca em risco a vida de milhares de pessoas em comunidades afetadas por conflitos e áreas com deficit de alimentos.
“Com as necessidades aumentando rapidamente, priorizamos rigorosamente o Plano de Resposta Humanitária de 2017 para alcançar aqueles que mais urgentemente precisam de assistência e proteção”, acrescentou Owusu.