Após três anos de intensas atividades, o Projeto Interagencial Segurança Humana chegou ao fim. Em uma cerimônia de encerramento no CEU de Aricanduva, no dia 26 de junho, representantes das agências participantes das Nações Unidas, das Secretarias parceiras da Prefeitura de São Paulo e da comunidade se reuniram para comemorar os êxitos alcançados e oficializar a conclusão do projeto.
Após três anos de intensas atividades, o Projeto Interagencial Segurança Humana chegou ao fim. Em uma cerimônia de encerramento no CEU de Aricanduva, no dia 26 de junho, representantes das agências participantes das Nações Unidas, das Secretarias parceiras da Prefeitura de São Paulo e da comunidade se reuniram para comemorar os êxitos alcançados e oficializar a conclusão do projeto. As atividades continuarão acontecendo sob responsabilidade das Secretarias e da comunidade.
O Projeto Segurança Humana teve o início de sua implementação em 2008, com o objetivo de promover a cultura da paz e reduzir a violência por meio de ações integradas nas áreas de educação, saúde e ação comunitária na região de Itaquera, zona leste de São Paulo. A região possui uma população de aproximadamente 520 mil pessoas e foi escolhida pela vulnerabilidade social. Segundo dados da Fundação Seade para a subprefeitura de Itaquera, ocorreram 235,5 mortes por agressões e homicídios para cada 100 mil jovens de 15 a 24 anos no período de 2000 a 2002.
A iniciativa foi idealizada e coordenada por quatro agências das Nações Unidas: Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO); Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde (OPA/OMS); Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF); e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Os recursos para viabilização das ações foram garantidos pelo Fundo das Nações Unidas para Segurança Humana – UNHSTF. As atividades aconteceram em parceria com as Secretarias Municipais de Educação, Saúde e Assistência e Desenvolvimento Social do município de São Paulo (SP).
De acordo com a Representante Auxiliar do UNFPA, Taís Santos, “este foi um trabalho interagencial de fato. Apesar das atividades terem aparência de estruturas individualizadas, o planejamento de todas elas foi feito em conjunto e com muita integração”. Saiba mais clicando aqui.