Data é marcada anualmente no dia 1º de março. Iniciativa ‘Zero Discriminação’ celebra o direito universal a uma vida produtiva, plena e com dignidade e tem como meta combater todo tipo de estigma e discriminação que impeçam o exercício desse direito.

Wanessa e Mateus posam com a borboleta da #ZeroDiscriminação. Foto: Site do UNAIDS
Milhões de pessoas em todo o planeta vão comemorar com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e toda a família das Nações Unidas o Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado todos os anos no próximo dia 1º de março, terça-feira.
Todas as pessoas poderão fazer sua parte nesta celebração através das redes sociais, de ações em suas comunidades e da sensibilização das pessoas mais próximas.
A iniciativa ‘Zero Discriminação’ celebra o direito universal a uma vida produtiva, plena e com dignidade e tem como meta combater todo tipo de estigma e discriminação que impeçam o exercício desse direito. A Zero Discriminação busca demonstrar que todos podem se informar sobre os impactos negativos destas práticas na vida em sociedade e, assim, promover a tolerância, a compaixão e a paz.
Neste ano, o UNAIDS buscará mobilizar jovens e comunidades na promoção da inclusão e do respeito – não importando origem, orientação sexual, identidade de gênero, sorologia para o HIV, raça ou etnia. A borboleta da campanha – símbolo da transformação – representa o compromisso em assumir um comportamento aberto à diversidade e à tolerância.
“O estigma e a discriminação causam danos às pessoas e fragmentam sociedades. Nenhum indivíduo deveria ter que sofrer com medo e na escuridão. Em 2016, transforme o mundo à sua volta e se faça sua parte pela Zero Discriminação”, disse o diretor executivo do UNAIDS, Michel Sidibé.
No Brasil, a Zero Discriminação conta com o apoio de Mateus Solano e Wanessa Camargo, embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS e porta-vozes oficiais da iniciativa. Junto a eles, nos esforços globais do UNAIDS para esta mobilização, outras estrelas também farão sua parte na promoção destas mensagens, trazendo à tona o debate sobre a discriminação e a promoção dos direitos humanos.

Pintura criada pela artista Maribel para a iniciativa. Foto: Site do UNAIDS
Nas redes sociais, o engajamento será feito principalmente através do Instagram, Facebook e Twitter do UNAIDS no Brasil e também do UNAIDS Global.
No Instagram, serão postadas peças originais criadas por artistas, designers e ilustradores com suas próprias interpretações do que #ZeroDiscriminação significa. No Facebook, qualquer pessoa pode compartilhar a sua própria interpretação da #ZeroDiscriminação, mostrando apoio, compartilhando fotos e desenhos da borboleta ou postando imagens e fotos com a hashtag #ZeroDiscriminação. Já no Twitter, tuítes e imagens estão disponíveis para download por meio de links para o site unaids.org e poderão ser compartilhados à vontade pelas redes.
Clique aqui para saber como você pode fazer a sua parte e promover a #ZeroDiscriminação.
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Discriminação continua generalizada em muitas partes do mundo
O UNAIDS alertou, na data, que a discriminação continua a ser generalizada – seja por gênero, nacionalidade, idade, origem étnica, orientação sexual ou religião. Em apenas quatro em cada 10 países em todo o mundo existe igualdade de inclusão de meninos e meninas no ensino secundário, enquanto 75 países ainda possuem leis que criminalizam relações sexuais homoafetivas.
“Quando os mais marginalizados e vulneráveis enfrentam discriminação e abuso, todos nós somos diminuídos”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em uma mensagem para a data. “A ONU está fortemente empenhada em defender os direitos humanos e a dignidade para todos”, acrescentou.
Além disso, a discriminação na área de saúde também continua a ser amplamente relatada. Em todo o mundo, jovens recém-diagnosticados com HIV continuam sendo discriminados pelos profissionais da saúde, enquanto trabalhadoras e trabalhadores do sexo enfrentam abusos frequentemente.
Ao mesmo tempo, às pessoas com deficiência é comumente negado o acesso a aconselhamento adequado sobre a saúde sexual, enquanto persistem relatos de tentativas de suicídio de pessoas trans após um tratamento discriminatório por parte de familiares e de agentes do Estado.
Ao invés de ambientes seguros e solidários, as instalações de saúde são frequentemente palco de discriminação em todo o mundo. Quaisquer obstáculos que inibem o acesso às instalações de saúde – incluindo aos serviços de testagem, tratamento e cuidados – devem ser removidos, destacou o UNAIDS. A agência da ONU está promovendo uma parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para desenvolver um plano de ação com o objetivo de acabar com a discriminação em contextos de cuidados de saúde.
Quer se juntar ao movimento #ZeroDiscriminação?Baixe a sua εïз #borboleta da iniciativa em: http://bit.ly/1QhDzhkE n…
Publicado por UNAIDS Brasil em Quinta, 25 de fevereiro de 2016
No @UNAIDSBrasil todo dia é Dia de #ZeroDiscriminação. Here @UNAIDS everyday is #zerodiscrimination Day pic.twitter.com/mzCoxyPimh
— UNAIDS Brasil (@UNAIDSBrasil) 19 de fevereiro de 2016
O jogador brasileiro David Luiz, que também é embaixador do UNAIDS, apoia o Dia Mundial de #ZeroDiscriminação, marcado…
Publicado por ONU Brasil em Terça, 1 de março de 2016
