A representante especial da ONU para a Violência Sexual em Conflitos, Zainab Hawa Bangura, elogiou o Tribunal Penal Internacional (TPI) por dar seguimento ao processo, e as vítimas, testemunhas e peritos por participarem do julgamento.
Ao começar o julgamento do líder rebelde congolês, Bosco Ntaganda, o Tribunal Penal Internacional (TPI) envia uma forte mensagem aos líderes militares acusados de atos semelhantes de que a justiça prevalecerá. A declaração foi feita pela representante especial da ONU para a Violência Sexual em Conflitos, Zainab Hawa Bangura, que disse também que o julgamento do TPI é “uma vitória para os sobreviventes dos ataques selvagens alegadamente cometidos sob a liderança militar de Ntaganda e para as famílias e defensores dos direitos humanos que sobreviveram”.
A enviada da ONU elogiou o Tribunal por dar seguimento ao processo e as vítimas, testemunhas e peritos por participarem do julgamento. “Sua coragem e determinação em ver a justiça ser feita são inspiradoras para nós na comunidade internacional, enquanto continuamos a lutar juntos para erradicar a violência sexual em conflitos”, disse.
Ntganda, ex comandante das Forças Patrióticas para a Libertação do Congo (FPLC), é acusado de 13 de crimes de guerra e cinco crimes contra a humanidade cometidos em 2002 e 2003. As acusações contra ele incluem estupro, assassinato e o recrutamento de crianças-soldado.
