Enviado da ONU condena ataque a comboio médico na Somália

Desconhecidos mataram seis pessoas em um ataque a um comboio médico na Somália. Pelo menos dois outros passageiros foram seriamente feridos.

Pessoal médico de Uganda atuando na Missão da União Africana na Somália (AMISOM) em Baidoa, capital da região de Bay. A clínica é aberta duas vezes por semana e trata uma média de quatro a cinco centenas de pessoas em um dia. Foto: ONU/Abdi Dakan

Pessoal médico de Uganda atuando na Missão da União Africana na Somália (AMISOM) em Baidoa, capital da região de Bay. A clínica é aberta duas vezes por semana e trata uma média de quatro a cinco centenas de pessoas em um dia. Foto: ONU/Abdi Dakan

O enviado da ONU na Somália condenou fortemente a morte de seis pessoas em um ataque a um comboio médico no exterior de Mogadíscio nessa quarta-feira (18) e pediu ao governo do país que investigue o crime e leve os responsáveis à justiça.

De acordo com a Missão de Assistência das Nações Unidas na Somália (UNSOM), os relatórios indicam que um comboio a caminho de uma unidade de saúde a oeste da capital foi atacada por desconhecidos armados que mataram quatro médicos – um somali e três sírios – e um motorista e um guarda somalis. Pelo menos dois outros passageiros foram seriamente feridos.

“A Somália, ainda lutando para construir seus serviços médicos, conta com a boa vontade das ONGs (organizações não governamentais) e médicos que trabalham em condições extremamente difíceis para salvar vidas somalis”, disse em uma declaração o representante especial do secretário-geral no país, Nicholas Kay.