Eslovaco é eleito presidente da Assembleia Geral da ONU

Miroslav Lajcák, ministro das Relações Exteriores da Eslováquia, foi eleito por aclamação e assume o cargo em setembro desse ano. Ele afirmou que fará “o seu melhor para apoiar o progresso na agenda de reformas das Nações Unidas, o que é vital para melhorar a eficiência e o papel da Assembleia Geral, bem como reformar o Conselho de Segurança para se tornar um organismo do século 21”.

A Assembleia Geral da ONU elegeu por aclamação o ministro das Relações Exteriores da Eslováquia, Miroslav Lajcák, como presidente da 72ª sessão do órgão da ONU. Foto: ONU/Kim Haughton

A Assembleia Geral da ONU elegeu por aclamação o ministro das Relações Exteriores da Eslováquia, Miroslav Lajcák, como presidente da 72ª sessão do órgão da ONU. Foto: ONU/Kim Haughton

A Assembleia Geral das Nações Unidas elegeu nessa quarta-feira (31) por aclamação o ministro das Relações Exteriores da Eslováquia, Miroslav Lajcák, como presidente da 72ª sessão, que terá início em setembro de 2017.

Após sua eleição na sede da ONU em Nova Iorque, Lajcák descreveu as seis prioridades para seu mandato: as pessoas; a paz e a prevenção; migração; os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a ação climática; e os direitos humanos, que guiarão seu trabalho como um “princípio abrangente”.

“Acredito que podemos fazer mais para aproximar a ONU dos cidadãos do mundo e fazer uma diferença real em suas vidas”, disse. Com foco na qualidade, ele prometeu “não lançar qualquer iniciativa que resulte em um fardo adicional, particularmente para os Estados menores”. E acrescentou: “Prefiro criar uma agenda simplificada organizada em grupos”.

“Na verdade, é um objetivo comum criar uma Organização das Nações Unidas mais forte capaz de atender a grande quantidade de expectativas colocadas sobre ela”, ressaltou. “Para esse fim, vou facilitar uma interação construtiva, informada e aberta entre os Estados-membros e com o secretário-geral.”

Lajcák apelou para uma maior confiança entre a ONU e seus membros, ressaltando que ele fará “o seu melhor para apoiar o progresso na agenda de reformas das Nações Unidas, o que é vital para melhorar a eficiência e o papel da Assembleia Geral, bem como reformar o Conselho de Segurança para se tornar um organismo do século 21”.