Especialistas da ONU estudam cerca de 400 casos de desaparecimentos forçados

Os especialistas de direitos humanos também analisaram as respostas de governos para solicitar cartas de intervenção, apelos urgentes e alegações gerais.

O Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Desaparecimentos Forçados ou Involuntários examinou 29 casos de desaparecimentos forçados sob o seu procedimento de ação urgente, bem como informações sobre cerca de 400 casos, incluindo os casos recém-apresentados e aqueles previamente aceitos. Os casos foram vistos esta semana em Genebra, durante a sessão número 96 do Grupo.

O grupo de cinco especialistas estudaram diversos casos, incluindo ações urgentes, relativas à Argélia, Argentina, Bangladesh, Belarus, Chile, China, Colômbia, República Popular Democrática da Coreia, Egito, Honduras, Iraque, Quênia, Líbano, Líbia, Mauritânia, México , Marrocos, Myanmar, Paquistão, Peru, Federação Russa, Espanha, Sri Lanka, Sudão, Síria, Tailândia, Tunísia, Uruguai, Uzbequistão e Iêmen.

Os especialistas independentes de direitos humanos também analisaram as respostas de vários governos para solicitar cartas de intervenção, apelos urgentes e alegações gerais. O Grupo de Trabalho também examinou as alegações apresentadas por fontes, consideradas confiáveis, sobre os obstáculos encontrados na implementação da Declaração sobre a Proteção de Todas as Pessoas contra os Desaparecimentos Forçados, além de discutir sobre possíveis visitas a países e atividades futuras.